Arquivo de Setembro de 2007
- Remuneração de executivos; A pouca transparência na divulgação da remuneração de executivos no Brasil pode estar com os dias contados. Acionistas e a Comissão de Valores Mobiliários estão dispostos a cobrar explicações mais detalhadas. Levantamento feito com 29 empresas, mostrou que o gasto com a administração somou R$ 873,3 milhões em 2006, número 10% maior que o registrado em 2005, R$ 795,6 milhões.
- Estados Unidos; O Departamento de Comércio dos Estados Unidos reviu para baixo o PIB anualizado do segundo semestre, de 4% para 3,8%. Apesar do recuo, é o melhor resultado desde o segundo trimestre de 2006.
- Vale do Rio Doce; O Ibovespa fechou na máxima do dia, em 61.052 pontos, novo recorde, em alta de 2,24%. Uma valorização impulsionada pelo ganho das ações da Vale do Rio Doce. Com o desempenho, o valor de mercado (cotação multiplicada pela quantidade de papéis) da Vale encosta no da Petrobras pela primeira vez na história.
- BMW; A maior fabricante mundial de automóveis de luxo, tentará cortar US$ 8,5 bilhões em gastos até 2012 para aumentar sua lucratividade e concorrer com a Mercedes, da DaimlerChrysler.
- Celulosa Arauco; A chilena Celulosa Arauco fechou acordo de US$ 208 milhões para assumir ativos da sueco-finlandesa Stora Enso no Brasil. Em alguns negócios, as empresas tornaram-se sócias.
Sem comentários »Artigo do Dia
Será que existem mesmo, bons chefes?
A mais angustiada das tarefas é tentar formar uma equipe ideal, e a dúvida mais recorrente é definir o que é ser um bom chefe, se é que ele existe mesmo. Quem é o chefe adequado para uma equipe montada para ser de alta performance?
A sabedoria convencional, quando o que parece ser certo, na verdade não é, define que; para os chefes, “ser bom chefe é ser duro, justo e eficaz, e mesmo assim, ser amado”, para os subordinados, “um bom chefe é alguém próximo, amigo e leal, e mesmo assim, eficaz”. Nem tanto ao mar, nem tanto a terra.
Antes de mais nada um bom chefe é aquele que sabe escolher os melhores parceiros para sua equipe. Para não me alongar muito prefiro utilizar as técnicas clássicas das religiões, que, ao invés de definir tudo que se pode fazer, optam por determinar aquilo que não se pode, aquilo que é proibido; os poucos pecados capitais, os poucos “Não”. Fica mais fácil “se não é pecado, pode ser feito”. Assim criei os poucos “livre-se de …”, de pessoas que não podem fazer parte de uma equipe de alta performance, que são:
Livre-se dos Preguiçosos; que falam muito, fazem pouco, vivem tendo grandes idéias, mas acabam sempre dando apenas boas desculpas pelo não feito.
Livre-se dos Pretensiosos; que se crêem melhores do que são, não ouvem e não aceitam a opinião dos outros, e para quem a culpa é sempre dos outros.
Livre-se dos Indecisos; que nunca decidem, que sempre brecam todo o processo em busca de mais detalhes, e que sempre acabam criticando quem fez alguma coisa.
Livre-se dos Carentes Afetivos; que paralisam se não forem “carregados no colo”, que se sentem injustiçados se o “colega” ao lado é elogiado, que choram e perdem tempo dos outros.
Livre-se dos Inadequados; que dizem o que não se deve, assediam e invadem, e sempre acabam criando um péssimo “clima” na equipe.
Livre-se dos “Politiqueiros”; que falam demais, que julgam demais, que “fofocam” por tudo e com todos, e acabam desestabilizando as lideranças sem criar nada de volta.
Livre-se dos Desonestos; sem ética e sem caráter, com eles tudo vai por água abaixo.
Tirando estes, todos os demais são bons parceiros de equipe. Fácil.
Agora, a equipe montada, se você pretende ser um bom chefe para eles lembre-se que toda e qualquer pessoa que vire chefe de alguém deveria se tornar sua principal fonte de inspiração, ser admirado. Isto é apenas um primeiro critério, mas existem algumas reflexões adicionais a serem feitas e tarefas a serem cumpridas:
Primeiro; não coloque na equipe mais gente do que necessário, porque bons profissionais apreciam mais a vida quando tem muito trabalho para fazer.
Estabeleça padrões e expectativas bem altas, e controle de perto seu atingimento. Nada desmoraliza mais um chefe do que aceitar um trabalho de segunda classe.
Reconheça e faça festa quando sua equipe tiver um desempenho excepcional. Faça com que todos saibam como você ficou feliz.
Evite a rotina. Crie novos caminhos, novas alternativas, novos desafios. Faça-os sentirem-se desafiados.
Eduque, forme e promova o mais rápido possível.
Delegue. Faça-os sentirem-se úteis e importantes. Obrigue-os a pensar e a decidir.
Fique rouco de tanto escutá-los. Eles sempre terão bons conselhos, bons palpites e boas idéias.
Esteja seguro e convicto que está conseguindo tirar deles tudo que eles podem dar. Bons profissionais adoram quando se sentem dando o máximo que podem.
Faça sempre uma profunda avaliação de si próprio, descubra o que gosta, o que sabe, com quem gosta e com quem sabe. Aprenda a respeitar seus limites. Nada pior que um chefe prepotente por suas inseguranças.
Faça sempre uma aprofunda avaliação das pessoas de sua equipe. Faça-os saber o que pensa deles
Livre-se sempre dos maus que prejudicam e contaminam o desempenho da equipe. Os bons que permanecem adoram saber que foram os escolhidos.
- Início de uma Nova Era; Brasil Telecom lança TV por banda larga. Tele aproveita brecha na legislação para oferecer o primeiro serviço de televisão por assinatura através de rede de telefonia.
- Novo Patamar; O trigo voltou bater recorde na Bolsa de Chicago. Ontem, com alta de 3,4%, o primeiro contrato fechou negociado a US$ 9,1725 por bushel. Nos últimos 30 dias, o trigo acumula aumento de 26%, devido a preocupações de menor oferta.
- Codefat terá menos verba de qualificação; O Ministério de Planejamento cortou quase 70% dos recursos propostos pelo Codefat (Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador) para qualificação de trabalhadores em 2008.
- Efeito; Credit Suisse anuncia corte de 150 funcionários por crise nas Bolsas.
- Só Para Homens; O Boticário descobriu que os homens estão mais vaidosos. Uma pesquisa da empresa concluiu que os homens usam produtos de beleza e que há muito o que ser explorado nesse segmento.
- Mercado abre 40 mil vagas temporárias; Oferta de trabalho aumentou 10% em relação a 2006.
- Varejo; Começa a sair do papel o plano de expansão da rede Wal-Mart, terceiro maior supermercadista do País, que prevê, até o final do ano, a abertura de 28 lojas no mercado brasileiro, 24 das quais somente no último semestre.
- Mercado; Austrália anuncia produção menor e faz trigo subir de novo.
- Perfumes; O mercado brasileiro de perfumes deve crescer 12% este anos, para um faturamento de R$ 2,67 bilhões, e se consolidar como o segundo maior do mundo - posição conquistada no ano passado -, atrás só dos EUA.
- De Saída; Flávio Pestana, diretor-geral da “Gazeta Mercantil”, pediu o afastamento de suas funções. Nelson Tanure aceitou o pedido.
Sem comentários »O Brasil é o pior para fazer negócios entre os BRICs
O Banco Mundial divulgou ontem seu ranking Doing Business, com os melhores países para se fazer negócios. Dos 178 países analisados, o Brasil ficou com o 122º lugar, atrás de países como Casaquistão, Etiópia e Samoa. Também foi o país dos BRIC com a pior classificação - de um ano para cá, a China saltou 10 posições (de 93º para 83º), a Rússia ficou em 106º e a Índia, que até 2006 estava pior classificada que o Brasil, passou para o 120º lugar.
O primeiro lugar ficou com Cingapura, seguida pela Nova Zelândia, Hong Kong, Estados Unidos e Dinamarca. A classificação do Banco leva em conta vários aspectos que influenciam na realização e manutenção de empresas nos países, como tempo para abertura, acesso a crédito e legislação trabalhista.
Números:
- 122º lugar; é a posição do Brasil no ranking de melhores países para se fazer negócios - atrás dos outros BRIC, Argentina, Etiópia e Tonga.
- 178 países; foram avaliados. Os melhores colocados foram Cingapura, Nova Zelândia, Estados Unidos e Hong Kong.
- 18 procedimentos; são necessários para abrir um negócio no Brasil. Na Austrália são 2.
- Crise; O FMI (Fundo Monetário Internacional) afirmou ontem em seu “Relatório de Estabilidade Financeira Mundial” que a turbulência nos mercados terá como conseqüência uma desaceleração do crescimento mundial. Disse ainda que a instabilidade deve continuar por mais alguns meses, e que seus desdobramentos só serão inteiramente conhecidos a partir do próximo ano.
- Emprego I; As companhias estão cada vez mais exigentes em relação aos seus trainees. Junto com inglês fluente, em muitos casos o domínio de um segundo idioma estrangeiro também é um pré-requisito. A contrapartida, porém, é atraente: além de ótimos salários - entre R$ 2,9 mil e R$ 4,2 mil - e benefícios iguais aos dos demais funcionários, muitos jovens passam por treinamentos no exterior.
- Emprego II; O nível de emprego da construção pesada teve alta, pelo quarto mês consecutivo, de 0,67% em agosto, com a admissão de 251 trabalhadores, em relação a julho, segundo o Sinicesp (sindicato da indústria de construção pesada de São Paulo). No acumulado dos últimos 12 meses houve alta mais expressiva, de 10,86% com a bertura de 3.697 postos de trabalho.
- Endividamento; Os consumidores com idade inferior a 35 anos estão menos endividados (62%) do que os consumidores com mais de 35 anos (56%). Os números estão na Peic (Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor), que a Fecomercio divulgou hoje.
- Teleatendimento; Setor de atendimento ao consumidor deve iniciar 2008 com crescente movimento de aquisições e novos rumos - saídas para que a rentabilidade não seja comprometida por conta da guerra de preços travada hoje no mercado. Segundo estudo da E-Consulting, a previsão é de aumento de 8,6% no faturamento de 2007 (11,7% de crescimento em 2006) - faturamento médio por funcionário caiu de 3,5% positivo em 2005 para 4,8% negativo em 2006.
- Agronegócio; Um projeto para revitalização da produção vinícula do estado de São Paulo incentiva os produtores a cultivar uvas de vinhos finos para evitar importação do Rio Grande do Sul.
Sem comentários »Lei de Moore tem prazo para vencer, reconhece seu criador
Em evento realizado em 18/09, Gordon Moore, um dos pioneiros da indústria de microprocessadores e co-fundador da Intel, conhecido pela lei que ditou a evolução dos chips nas últimas décadas e levou seu nome - a Lei de Moore, relembrou os tempos em que o Silicon Valley não passava de uma dúzia de pioneiros desbravando novíssimas tecnologias. Para Moore, a aposta nos gates de silício - entre outras tecnologias emergentes na época - no momento certo deu à companhia a vantagem necessária para estabelecer um “monopólio” sobre a inovação durante um longo período. Depois, discorreu sobre a aproximação da obsolescência da Lei de Moore: “o limite seria a velocidade da luz e a natureza atômica da matéria. Não estamos longe disso”. Quando perguntado se se arrependia de ter dito no passado que o limite para a permanência de um executivo no conselho da empresa deveria se limitar aos 72 anos de idade, Moore reconheceu que a previsão foi conservadora e respondeu, com bom humor: “Felizmente outras empresas não têm essa regra”.
Sem comentários »Artigo do dia
Não há como fugir da eterna infelicidade executiva
Pesquisas recentes continuam a mostrar que os níveis executivos e gerenciais demonstram uma profunda infelicidade com seu trabalho e com sua vida. Nada muito diferente do que outras mais antigas já revelavam. No Brasil e no mundo os resultados são equivalentes. As pessoas, mesmo aquelas que gostam do que fazem, não encontram felicidade e “joie de vivre” no trabalho. A situação se agrava quando descobrimos também, por pesquisas recentes, que o maior medo dos profissionais é a perda do emprego. Portanto, é como qualquer casamento: ruim com, pior sem.
Por que tudo isso? Qual a origem deste sofrimento? A busca de respostas para estas mesmas perguntas foi iniciada em 530 a.C. por Sidarta Gautama - o Buda. A resposta lhe veio no despertar, sob a forma das quatro verdades: a natureza do sofrimento, sua origem, seu término e os caminhos que levam a este fim. O sofrimento se origina do desejo e o seu término só pode ser conseguido pela cessação dos desejos. Atingir a felicidade é, portanto, conseguir nada desejar, não querer ser, ter ou fazer nada.
Nada mais difícil, sobretudo, porque podemos definir, simplificadamente, que as pessoas que atingem níveis executivos e gerenciais são exatamente aquelas que buscam a liderança, os “machos alfa ou fêmeas dominantes”, como expostos por Eddie Erlandson, na Harvard Business Review. São os que se destacam, os que dominam, os que querem e impõem. São homens e mulheres com três características em comum. A primeira é que eles são muito determinados em atingir resultados e obter sucesso. A segunda é que são muito impacientes. A terceira é que tendem a ser muito agressivos.
Esse esforço faz deles muito competitivos. Têm muita expectativa com relação a si mesmos e com as pessoas com quem trabalham. Ou seja, são pessoas que desejam muito, e que quando impedidos ou atrapalhados na busca da realização de seus desejos, assumem posições e decisões emotivas e irracionais. A vontade deles é passar por cima, mas o mundo corporativo e as regras sociais lhes impedem. Nada pior para causar sofrimento e infelicidade. Além disso, as pessoas que trabalham com eles começam a se sentir desmoralizadas, vitimizadas, abusadas. Portanto, a infelicidade executiva, que faz parte das regras do jogo de carreira, não só não tem jeito, como se propaga em todos os níveis da empresa. Não dá para eliminar os desejos de ser, ter e fazer na carreira profissional.
Mas, será que existe “o caminho”? Nem Freud explica. Investigando o sofrimento humano na vida cotidiana, e as formas de lidar com ele, Freud identifica que o motivo básico da insatisfação humana é não poder atender aos nossos instintos, porque o mundo não o permite. Desde o início convivemos com a frustração. Primeiro a natureza não cede e depois a sociedade nos impõe novas restrições. Propõe três saídas para a dor: desistir do desejo, usar um prazer substituto ou fugir da frustração. Desistir do desejo é o objetivo da filosofia e de algumas religiões; um prazer substituto pode ser obtido pelo estudo, pela ciência e por realizações artísticas, o prazer do espírito.
Finalmente a fuga da realidade ou através da loucura, que cria um mundo interior, ou do delírio coletivo representado pela religião, ou a fuga através das drogas que disfarçam a capacidade de sentir o sofrimento. Segundo Freud, todos nós usamos ao longo da vida, algumas dessas soluções paliativas. Até o amor, que para alguns é visto como uma das formas mais eficientes de realização dos nossos desejos, torna-se dor com a perda, ou com o medo da perda.
Felicidade é a realização imediata de um impulso instintivo, nada a supera, mas nunca dura. A única forma de minimizar o sofrimento é aceitá-lo como parte do caminho. Apenas a maturidade psicológica permite esta aceitação.
- Fraude atinge 80% dos negócios no mundo; Uma pesquisa mundial que será divulgada hoje pela consultoria de riscos Kroll aponta que, nos últimos três anos, quatro em cada cinco empresas sofreram algum tipo de fraude. O dado mais alarmante vem da América Latina. Na região, 45% dos 900 executivos sênior entrevistados crêem que o nível de fraudes corporativas é um pouco maior ou muito maior hoje, em comparação há três anos. Em segundo lugar vem Oriente Médio e África, com 44%.
- Bausch & Lomb; Os acionistas aprovaram a venda da Bausch & Lomb, fabricante de produtos para olhos, para a firma de private equity Warburg Pincus LLC, que pagará US$ 3,67 bilhões. A venda aumenta as chances de que a companhia saia da crise deflagrada por fraudes contábeis e problemas com a segurança dos produtos, segundo a Bloomberg.
- Alta do milho preocupa avicultores; A alta do milho preocupa os produtores de frango. Num momento em que os preços das aves ao produtor recuam, o milho, principal matéria-prima da ração do frango, não pára de subir.
- Larousse e Avon; A editora Larousse acertou uma parceria com a Avon para a venda-direta dos seus livros pelas representantes da empresa de cosméticos. Inicialmente serão 25 títulos à disposição do catálogo de vendas.
Sem comentários »A invenção de uma nova sociedade
Sarkozy propõe:
- Funcionários públicos: corte de cargos em troca de aumento de salário por mérito e resultado.
- Leis trabalhistas: legislação que estabelece jornada de trabalho de 35 horas semanais seria menos rígida e retornaria a 40 horas.
- Aposentadoria: fim dos planos de aposentadoria e benefícios especiais, principalmente dos funcionários públicos e ferroviários.
- Imigração: projeto endurece exigências para entrada no país. Parentesco com imigrantes que já estão no país terá de ser comprovado com exame de DNA.
Efeito Orloff: eu sou você amanhã
Sem comentários »- Educação; Coleção de livros didáticos, rejeitada neste ano pelo MEC, e que vem sendo usada nos últimos dez anos por mais de 20 milhões de estudantes no país, é vista por professores universitários como preconceituosa, além de trazer incorreções conceituais e históricas.
- Subsídios agrícolas; Os EUA indicaram, na Rodada Doha, a possibilidade de, pela primeira vez, reduzir os subsídios agrícolas que mais distorcem o comércio mundial.
- Nordeste; O forte potencial de crescimento da região Nordeste fez com que o Banco do Brasil colocasse em prática uma nova estratégia de expansão, atuando com força em segmentos como microcrédito orientado produtivo e projetos de desenvolvimento.
- Legislação; Está para ser enviado ao Congresso Nacional um projeto de lei para mudar a legislação que regula a publicidade de cigarros e bebidas, que reduz o grau do teor alcoólico das bebidas sob o raio de controle do Estado. O projeto dá poderes à Anvisa para praticamente banir da mídia a publicidade de cerveja.
- CPMF; O governo conseguiu aprovar no fim da noite desta quarta-feira o texto base da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) que prorroga a cobrança da CPMF até 2011 e mantém a alíquota em 0,38%. A proposta, que foi aprovada na Câmara dos Deputados, com 338 votos favoráveis, 117 contrários e 2 abstenções, precisa passar por dois turnos - com 308 votos favoráveis, no mínimo, em cada etapa. O segundo turno deve ocorrer na próxima semana.
- Contratações; Devido a alta demanda por caminhões de grande porte, a Mercedes-Benz (do grupo alemão Daimler) anunciou mais 200 contratações de funcionários para a fábrica de São Bernardo do Campo, no ABC paulista. O contrato de trabalho é temporário (até junho de 2008), mas há grandes chances de efetivação, afirma o secretário-geral da comissão de fábrica da Mercedes, Moisés Selerges. A montadora passará a empregar 12 mil funcionários.
- Contratações; O governo anunciou ontem em caráter de urgência um Projeto de Lei para conceder benefícios aos setores produtivos prejudicados pela valorização do real.
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