Arquivo de Outubro de 2007

- Tata; A Tata Consultancy Services (TCS) Brasil, braço de tecnologia de informação do gigante indiano Tata, que vinha mantendo uma estrutura enxuta no país, planeja chegar a 2010 com 5 mil profissionais e acaba de criar um novo centro de serviços em Alphaville.

- Têxteis; Levantamento do Sindicato do Comércio Atacadista de Tecidos, Vestuário e Armarinhos do Estado de SP aponta alta de 4% nas vendas da primeira quinzena de outubro sobre setembro.

- InterContinental Hotels Group; Depois de três anos de expansão, a rede IHG (InterContinental Hotels Group) abre seu 150º hotel, em novembro, o InterContinental Dubai Festival City, nos Emirados Árabes.

- Casino; A supermercadista francesa que no Brasil é sócia do Pão de Açúcar, disse que planeja vender, e subseqüentemente arrendar, vários imóveis avaliados em quase US$ 930 milhões, como parte da reestruturação de seus ativos imobiliários.

- Crescimento na AL; A América Latina deve desacelerar seu crescimento econômico como resultado da recente turbulência nos mercados globais de crédito, mas o cenário de médio prazo continua positivo, disse Anoop Singh, diretor do FMI para as Américas. O Fundo prevê crescimento de 5% para a região este ano, e 4,3% em 2008.

- Crimes Virtuais; Crescimento da internet no país faz disparar as ocorrências de crimes virtuais. Processos com sentenças definitivas passaram de 7 mil no ano passado para 15 mil em 2007.

- Bancos e a Justiça; Justiça do Estado de São Paulo firma parcerias com Febraban e Sebrae para criar setores de conciliação extraconjugal em litígios contra bancos e pequenas empresas.

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- Licença-maternidade I; O Senado Federal aprovou ontem um projeto de lei que permite a prorrogação do período de licença-maternidade para as mães – biológicas ou adotantes – dos atuais 120 dias previstos, para 180 dias. A concessão desse prazo maior para que a mãe fique afastada do trabalho recebendo remuneração integral é vountária.

- Licença-maternidade II; A ampliação do período de licença-maternidade divide a opinião dos responsáveis pela gestão de pessoas nas companhias instaladas no país. Algumas, como a Nestlé, apóiam a medida e adotam o afastamento mais prolongado. Outros gestores consideram esse período longo demais e prejudicial tanto para a empresa como para a carreira da mulher, principalmente executivas.

- Licença-maternidade III; Como funciona a licença-maternidade nos outros países:

Argentina: licença de 90 dias remunerada pelo governo; opcional, mais 90 dias, sem remuneração.
Austrália: 52 semanas não remuneradas.
Cuba: 18 semanas pagas pelo governo.
China: licença de 90 dias não remunerada.
Espanha: licença de 16 semanas paga pelo governo.
Itália: cinco meses de licença. Governo paga à funcionária 80% do salário.
Japão: licença de até 14 semanas. Dependendo da empresa, 60% da remuneração é coberta por seguradoras de saúde ou pelo governo.
Portugal: 120 dias de licença remunerada integralmente pelo governo.
Uruguai: licença de 12 semanas paga pelo governo.
EUA: até 12 semanas não remuneradas
França: 3 meses, em caso de parto normal, e 4 meses, se cesariana, remunerados.
Índia: para o setor privado, não há previsão legal específica, e licença depende de acordo com a empresa. Funcionários públicos têm 4 meses e meio.

- Indústria Química; As empresas que atuam no segmento de produtos químicos para uso industrial planejam investir, até 2012, US$ 18,2 bilhões no Brasil, valor 16,6% superior ao levantamento realizado pela Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim) no ano passado

- Perdigão; A Perdigão e a Eleva Alimentos, antiga Avipal/Elege, anunciaram ontem uma eventual fusão das operações das duas empresas. Na prática, segundo analistas de mercado, a Perdigão deverá adquirir a Eleva por um valor entre R$ 1,5 bilhão e R$ 2 bilhões.

- Imposto Sindical; A Força Sindical , comandada pelo deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), vai promover uma campanha nacional contra os deputados que ajudaram a aprovar o fim da obrigatoriedade do pagamento do imposto sindical pelos trabalhadores na sessão de quarta-feira à noite da Câmara dos Deputados.

- Arrecadação tributária; A arrecadação de tributos pela Receita Federal somou R$ 417,1 bilhões no período janeiro-setembro, o que representa um expressivo crescimento de 11,14% em relação ao mesmo período de 2006. A cifra sobe para R$ 429,9 bilhões, valor 9,94% maior que o do mesmo período do ano passado, quando consideradas todas as demais receitas federais. Em setembro, a arrecadação total bateu novamente o recorde para o mês, chegando a R$ 48,48 bilhões, com variação real de 4,14%. Faltando apenas três meses para o encerramento de 2007, a Receita já obteve 73,5% dos recursos previstos no último decreto de execução orçamentária.

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Artigo do Dia

A loucura do mercado: fazer carreira

Existe, hoje em dia, um conceito muito forte, quase dogmático, segundo o qual, fazer carreira é conquistar ascensão hierárquica e ganhar dinheiro, ou seja, ter poder e um bom salário. E melhor ainda se for conseguido em grandes empresas. É o que tem feito a cabeça de uma grande parte dos profissionais, para os quais isto acabou se transformando em meta e objetivo de vida. Esta busca desenfreada por cargos e salários acaba se transformando em um processo angustiante e enlouquecido, pois as chances de conquista de uma destas raras oportunidades dependem muito mais das avaliações subjetivas de recrutadores do que das reais competências dos candidatos. Os recrutadores, por sua vez, com medo de errar na avaliação, procuram escolher candidatos com currículo recheado de siglas e títulos acadêmicos e profissionais, e acabam por criar uma verdadeira ditadura de padrões de requisitos. Nela, o perfil adequado para uma carreira de sucesso exige, por um lado, um candidato jovem, com muito tempo nos bancos escolares e MBA, dominando pelo menos dois idiomas, e, paradoxalmente, com muita experiência e tempo de trabalho para poder apresentar realizações, competências, habilidade para trabalhar em equipe, boa facilidade de comunicação,etc … Difícil. Os limites de idade são ainda mais paradoxais. Quando a empresa busca um “jovem experiente”, por exemplo, ela está esquecendo que só o tempo e a vivência trazem experiência.
Será isso mesmo?… Será mesmo que é imprescindível reunir todos estes cursos e títulos para alçar vôos mais altos?. Tem que ser jovem? Provavelmente, não.
Estatísticas mundiais apontam que 85% dos profissionais contratados por empresas não são selecionados por meio de anúncios abertos ou empresas de recrutamento. São escolhidos por meio de indicações, por aval de conhecidos. Isto é mais forte ainda no Brasil, onde 98% das empresas são micro ou pequenas (até 50 funcionários) que fazem 100% das contratações por indicações, pois nem possuem RH ou serviço de recrutamento e seleção.
É preciso modificar este paradigma atual de carreira. Ele cria angústia nos mais jovens e desespero nos mais velhos. No afã de conseguir o tal sucesso na carreira os profissionais acabam agindo impensadamente, na base do “o-que-der-deu”. Um exemplo claro disto são os programas de trainees. Os “jovens formandos” se inscrevem em todas as oportunidades, nos mais diversos setores, nas mais diversas empresas e funções, e vão trabalhar na primeira que os escolhem, pouco importa. Isto é um contra-senso, uma pessoa não pode ter preferências, competências e dons naturais para áreas e tarefas tão distintas. Ele com certeza não poderá ser eficaz e competente em todas. Isto é como escolher a viagem de férias, indo a rodoviária e pegando o primeiro ônibus que passar… não importando o destino…. Ninguém faria isto, mas estão fazendo com a carreira. A situação é ainda pior quando as pessoas ficam desempregadas. Neste momento, para melhorar o CV, a pessoa aplica todo seu tempo e o pouco de recurso disponível nos cursos da moda, desde informática, idiomas, até oratória, sem ao menos refletir se de fato tem vocação ou se algumas destas opções podem facilitar sua evolução na carreira. Não adianta fazer um curso daquilo que você não gosta. Pouco ou nada vai mudar com aulas para aprender a falar em público se você é tímido, ou cursos de liderança se você prefere trabalhar sozinho. É preciso ter foco. Cursos e treinamentos são válidos quando estão diretamente relacionados com o projeto, e ampliam as preferências e competências.
As pessoas não se dão conta da confusão que fazem entre o objetivo e os meios para consegui-lo. A carreira é apenas um meio, um caminho para chegar ao sucesso (ganhar dinheiro, ou poder ou…seja lá o que sucesso signifique para o profissional…) e não o destino, o objetivo. E, o pior de tudo é que, caso o objetivo seja ganhar muito dinheiro, provavelmente o caminho para chegar lá não deveria ser o emprego assalariado. Menos de 2% dos empregados ganham salários superiores a 20 salários mínimos e, na verdade, os “muito ricos” no Brasil, e no mundo, representam menos de 1% da população e destes apenas 8 % trabalham como empregado. Os outros 92% dos “milionários” tem outra forma de ganhar a vida que não seja vendendo a disponibilidade e seu tempo.
Se fizermos um levantamento entre os profissionais de sucesso, tanto empresários como executivos, vamos constatar que existe muito poucos entre eles cheios de MBAs, PHDs, e que tenham sido tão precoces. Estes líderes são, normalmente, pessoas que dedicaram muito mais tempo ao desenvolvimento de seus projetos ou às suas empresas e que não “tiveram muito tempo para fazer cursos”. E mesmo poucos falam outras línguas fluentemente. Conquistaram o sucesso, trabalhando muito, valendo-se de outros diferenciais e competências. Na grande maioria das vezes, a razão deste sucesso é ter tido um projeto de vida muito claro e coerente com suas características, seus dons naturais, ou seja, trabalhando fazendo aquilo que mais gostam de fazer e, o que mais sabem fazer.
Por isso, antes de se apresentar ao mercado de trabalho ou assumir sua veia empreendedora defina claramente seu projeto de vida. Qual é seu objetivo?, você quer Poder, Dinheiro, Status, Qualidade de vida? Enfim, defina. Cursos ajudam, é verdade, desde que estejam em sintonia com suas aspirações profissionais. Só assim, com muito foco, o profissional conseguirá ir além dos paradigmas do mercado e provar que o conceito de carreira é pessoal e intransferível. Escolha seu alvo e faça acontecer.

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- Mão-de-obra especializada; Enquanto crescem as queixas sobre falta de mão-de-obra especializada na indústria e na construção civil, os vetos à importação de gente para trabalhar no país dobram. O Ministério do Trabalho alega que há mão-de-obra similar no Brasil. Empresas, como a Petrobrás, discordam.

- Celulares 3G; A Anatel marcou finalmente a data para o esperado leilão de terceira geração (3G) de telefonia celular: 18 de dezembro, em Brasília. O mercado terá onze áreas e as teles investirão R$ 4,8 bilhões, sendo R$ 2,8 bilhões na compra de licenças e R$ 2 bilhões em obrigações de cobertura.

- Gastos com Desemprego; As contas do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) estão se deteriorando e as projeções do próprio Conselho Deliberativo do FAT (Codefat) sinalizam déficit operacional já em 2009.

- Inflação; Após vários anos sob controle em quase todos os cantos do mundo, a inflação volta a ser ameaça para os emergentes. O aumento da demanda por alimentos no últimos 30 anos causam impactos maiores nos países mais pobres, onde grande parte da renda é gasta em comida.

- Profissionais Virtuais; A idéia do home office, o trabalho remoto, que começou a ser utilizado nos anos 90 por profissionais liberais e trabalhadores free-lancers, hoje está incorporada ao organograma de muitas empresas, especialmente globais.

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- Hotelaria I; Há um ano, o grupo português Espírito Santo comprou o ecoresort Praia do Fort, na Bahia. Estava de olho em vários atrativos. O hotel tem uma ocupação média de 55% de clientes antigos. Metade do público é de estrangeiros e, entre eles, os portugueses são os primeiros da lista.

- Hotelaria II; Eles fecham até o fim do ano o arrendamento de um hotel urbano e a compra de um hotel de praia, ambos no sudeste, sempre dentro do padrão cinco estrelas. Com isso, o grupo passa a ter um escritório em São Paulo no próximo ano.

- Hotelaria III; O grupo acaba de fechar uma parceria com a rede tailandesa de sopas Banyan Tree, uma das mais sofisticadas do mundo e muito poderosa na Ásia. A estratégia é que os hotéis Tivoli passem a ser destino como spas, e isto inclui o Brasil.

- MBA no exterior; De hoje até 22 de outubro, acontece o MBA Tour, evento que reúne representantes dos melhores cursos do mundo, em São Paulo e no Rio de Janeiro. É uma oportunidade para quem pretende fazer uma especialização no exterior e conversar pessoalmente com os representantes das escolas. No evento também acontecem palestras e debates gratuitos. Em São Paulo, ele será no Hotel Inter-Continental e no Rio, no Pestana Rio Atlântica. Mais informações no site: www.thembatur.com.br.

- Bônus e extras; Ao contrário do que acontece no mercado financeiro, os bônus concedidos pela indústria no país deverão cair no próximo ano. É o que revela pesquisa feita pela Hewitt Consulting, com 129 empresas no Brasil. Para se ter uma idéia, já em 2007 houve uma queda de 3% no número de companhias que pagaram salários extras aos executivos em relação a 2006. Enquanto a concessão PLR (Participação nos Lucros e Resultados) aumentou cerca de 4%.

- Endividamento brasileiro; Ray Young, presidente da GM e economista, teme a forma como os brasileiros estão se endividando para comprar bens de consumo, como carros, a prazos muitos longos. A situação o remete ao problema enfrentado nos Estados Unidos, onde “até desempregados conseguem hipoteca”. O crédito fácil deixou a maior economia do plante na berlinda.

- Johnson & Johnson; A maior empresa mundial de produtos da área de saúde, disse que seus lucros do terceiro trimestre caíram 7,7% devido aos custos decorrentes do fechamento de postos de trabalho e à desaceleração das vendas de dispositivos cardíacos e de medicamentos de combate à anemia.

- Altec; Lançou um software especializado na organização de restaurantes e fast foods. O sistema ajuda a gerenciar o fluxo de caixa, estoque e delivery. O fato da Altec ter sido fundada por profissionais que vieram da área gastronômica, garantem os sócios, é um diferencial. Entre os clientes estão Rubaiyat, Arábia e TGI Friday’s.

- Gigantes das Bebidas; O café se tornou o novo campo de batalha entre a Coca-Cola e a PepsiCo, que, juntos com a Nestlé, já são os maiores players do mercado de água mineral. Com o mercado em queda para as bebidas com gás, as duas gigantes passaram a olhar para o café com o intuito de impulsionar as vendas. No entanto, a aposta dos dois grupos não é no tradicional espresso, mas no “café pronto para beber” – uma mistura de café com leite frio vendida, geralmente, em lata ou garrafa PET em mercearias ou máquinas.

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Artigo do Dia

Ir além da incompetência

Vocês lembram do princípio de Peter apresentado no livro “Todo Mundo é Incompetente, Inclusive Você”. Ele afirma que as pessoas são promovidas até alcançarem o seu nível de incompetência. A idéia é que enquanto você está sendo promovido, produzindo resultados, o sistema o empurra para cima. Quando começa a revelar sinais de incompetência, você estaciona. Isso significa que uma empresa estabilizada todo mundo é incompetente, porque atingiu seu limite de competência. Como sair desse círculo vicioso? A moda atual é o Coaching.
A palavra “coach” tem origem francesa: “cocher” ou melhor, “coche”, diligência, carruagem, a partir de Kocs, cidade húngara, onde se construíam as diligências que conduziam pessoas e malas postais. Coach é, portanto, conduzir pessoas, e que no sentido figurado passa a ser, “fazer com que alguém atinja resultados e objetivos superiores a aqueles que já obtinha”. O conceito de “coach” no mundo esportivo significa acompanhar e apoiar um profissional, agregando competências, auto-confiança e adequação comportamental com o objetivo de atingir resultados superiores, além dos que já atingia, saltar mais alto, correr mais rápido, ser campeão. Mas, para conseguir isso o “coach”, precisa ir além da utilização das técnicas de motivação e indução psicológica. Ele precisa conseguir melhorar técnicas e fundamentos, ou seja, fazer o profissional além de perceber os freios psicológicos de sua atuação, as trincas de inadequação, ele precisa passar as técnicas e métodos adequados, os truques de como fazer melhor. Ensinar truques e técnicas é chamado de “Mentoring”. Nós acreditamos que a solução empresarial, tal como, a solução esportiva passa por “coach” e “mentoring” simultâneos, ou seja, um “Coachering”.
O “Coachering” é importante nos momentos em que se necessita de, em curto prazo, obter resultados superiores ou um outro modo de atuar. O leque de possibilidades é amplo. De maneira simplificada, podemos considerar três tipos clássicos de programas de Coaching.
Coaching de Integração. Na hora de contratar ou promover executivos para cargos de importância, muitas empresas buscam utilizar técnicas e serviços especializados em avaliação e seleção dos melhores profissionais. Mas o que poucas empresas se preocupam é com o processo de integração deste executivo contratado ou promovido num novo cargo ou cultura. Geralmente é preciso um certo tempo de adequação e adaptação, que varia em função da cultura organizacional da empresa, do perfil do executivo, do chefe, da equipe, das condições internas de trabalho, entre outros fatores.
Coaching de Carreira. Uma carreira profissional de sucesso é construída a partir de um projeto estruturado sobre três diretrizes básicas: atendimento das necessidades do mercado (o que as empresas precisam), utilização das competências e habilidades (o que se sabe fazer) e satisfação das preferências pessoais de comportamento profissional (o que gosta de fazer).
O processo de Coaching de Carreira é basicamente uma avaliação das características e competências pessoais, e da definição de um projeto de vida e de carreira que aproveite e amplifique estas características.
As vantagens para o executivo é poder redefinir sua trajetória profissional em busca de performance e satisfação, características fundamentais para o sucesso.
Coaching Executivo. O objetivo do Coaching Executivo é prover o profissional com meios, técnicas e comportamento adequado para atingir resultados excepcionais. É um processo pragmático de acompanhamento por um “coach”, com o objetivo de maximizar sua performance, desenvolvendo suas competências (indivíduos ou equipes), técnicas e comportamentos.
Concluindo, assim como no mundo esportivo, para ir além dos seus limites, fugir do princípio de Peter, você precisa perceber e adotar novos esquemas, novas formas, novos comportamentos, o que é praticamente impossível de se fazer sozinho.

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- Vagas de fim de ano; De vendedores ao indispensável Papai Noel, as festas de fim de ano devem demandar cerca de 101 mil trabalhadores temporários no comércio do País. A expectativa da Associação Brasileira nas Empresas de Serviços Terceirizáveis e de Trabalho Temporário (Asserttem) é de crescimento de 10% em relação ao número de vagas abertas no mesmo período do ano passado.

- Michelin; Uma segunda revolução está em curso na indústria de pneumáticos após a invenção do pneu radial. As melhorias, resultantes de anos de estudos, vêm sendo incorporadas pela Michelin às famílias de pneus para transporte de carga e passageiros, inclusive no Brasil. As inovações são conhecidas internamente, na multinacional francesa, pela sigla MDT (Michelin Durable Technologies). Trata-se de um leque de tecnologias que permitem redução de custos para os usuários.

- Lacoste; Depois de romper recentemente um contrato de 26 anos com a Paramount Têxteis, a marca Lacoste no Brasil será administrada por uma joint-venture formada pela Devanlay Ventures do Brasil e Vesúvio, empresa Argentina que licencia as grifes Lacoste e Armani no país vizinho. Para tocar o negócio no Brasil, a Devanlay Ventures acaba de contratar um executivo, cujo nome é guardado a sete chaves. Sabe-se apenas de que se trata de um brasileiro da área de vestuário e que tomará posse no final desse mês. A movimentação é intensa no escritório da Lacoste, que até então contava com um pequeno grupo de pessoas. Além do novo executivo, outros 20 profissionais foram contratados em apenas uma semana.

- Telecom Italia; O grupo de acionistas prestes a assumir o controle da Telecom Italia intensificou os esforços para encontrar substitutos para a diretoria, inclusive o executivo-chefe. A Telefónica, da Espanha, e o consórcio de investidores italianos que inclui os bancos Intesa, Sanpaolo e Mediobanca, fecharam em abril a compra da Telecom Italia por € 3,3 bilhões.

- Auditoria em Tempo Real; Bancos nacionais como Unibanco e Itaú estão implementando sistemas de monitoramento de riscos em tempo real: a chamada auditoria contínua. Se uma operação anormal ocorre numa agência, o auditor contata o gerente imediatamente para conferir o que ocorre.

- Telecomunicações; A Nokia-Siemens criou uma forma de implantar telefonia celular nas cidades pequenas e que estão fora do mapa das operadoras, por não garantirem retorno ao capital. Há 2 mil delas nessa situação. O modelo está em teste na Índia e conta com o empresariado local e banco de fomento.

- Turismo no Nordeste; O resort Starfish Ilha de Santa Luzia , do jamaicano Super Clubs, que será inaugurado no próximo dia 23, é o primeiro de quatro novos projetos hoteleiros em Sergipe que somam investimentos de R$ 395 milhões. Ao lado dele, a européia In-Vi Investment Vision coordenará a implantação do Brisa de Atalaia, mix de hotelaria com 250 apartamentos, 109 casas de alto luxo e 18 edifícios residenciais. O estado que viu seu parque hoteleiro crescer 40% em dois anos, no boom turístico do Nordeste, investe em infra-estrutura para receber mais turistas estrangeiros.

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Artigo do Dia

A origem de mitos ou o que a sexta feira 13 tem a ver com o banco suiço

Sexta feira 13. Há exatos 1.700 anos, numa sexta feira, 13 de outubro de 1.307, Felipe IV, o Belo, rei de França, manda prender os líderes dos Templários, os cavaleiros do templo de Salomão. Mancomunado com seu amigo de infância, o papa Clemente V, que ele havia imposto a Igreja e que vivia em França, no Chateauneuf du pape, aventou terríveis acusações de heresia e sodomia, de ofensas e sacrilégios. Felipe devia fortunas aos Templários. Com a prisão e o julgamento deles, não só não pagaria as dívidas como também se apropriaria de suas riquezas e propriedades.
A ordem dos Templários havia sido criada em 1.119, depois da primeira cruzada de 1.095, para retomar e proteger as terras santas. Com esse objetivo, nos quase duzentos anos de sua existência, recebeu e acumulou riquezas, lendas e relíquias imensas, da cabeça de João Batista ao santo graal. Criara um modelo de financiamento que acabou gerando o conceito do moderno banco. Criou até mesmo o “cheque de viagem” e, como cobrar juros era pecado, criou o aluguel de dinheiro emprestado. Foi a primeira “empresa” multinacional. Tinha “filiais” espalhadas pelo mundo todo, pelo menos no mundo daqueles tempos. Tinha isenções fiscais e tributárias em vários países e facilidades e liberdades papais. Mandava e desmandava. Quando Saladino retomou a Terra Santa e expulsou os cristãos, 16 anos antes da ordem de prisão, os Templários perderam a razão de conseguir arrecadar fundos. Foi o começo do fim. Presos, os apenas poucos líderes e em particular da França, torturados pela inquisição, inicialmente confessam e depois desmentem. Mas são julgados, condenados e mortos em 1.314, não sem antes Jacques de Molay, então o grão-mestre da ordem, antes de morrer rogar a praga que tanto Felipe IV como Clemente V iriam, junto com ele, estar diante de Deus antes do fim do ano. O que de fato ocorreu, o papa morreu menos de um mês depois e Felipe, apesar de muito jovem, morreu por ferimentos de caçada. O mito estava criado.
Cadê o banco?
Os Templários haviam sido avisados da prisão e muitos conseguiram escapar. Fora da França fora ainda mais fácil a fuga. Foram para vários lugares. Os Ingleses e escoceses ficaram na Escócia, então em guerra contra o papa. Em Portugal criaram nova ordem. Alguns, no entanto, subiram os Alpes e se ocultaram entre as tribos de antigos agricultores. Incrível foi que relatos históricos mostram que aquelas tribos de gentis agricultores se transformaram em poucos anos num organizado exercito de cavaleiros vestidos de branco com uma cruz vermelha bordada no peito, e que este exercito bloqueou as passagens pelos Alpes. Surgia a Suíça. Surgia o mesmo modelo Templário de financiamento e cobrança de aluguel. Surgia o moderno conceito do banco.
Tudo isto apenas porque hoje é 13 de outubro.

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- Alpargatas; Após quase seis meses de negociação, a calçadista São Paulo Alpargatas, controlada pelo grupo Camargo Corrêa, anunciou que fechou um contrato com um grupo de acionistas da Alpargatas Argentina para comprar 34,49% do capital social da empresa, a maior do setor no país vizinho.

- Hotéis Othon; O forte rumor de mercado sobre a venda de participação majoritária a um grupo de acionistas internacional, tem rendido à Hotéis Othon uma liquidez inédita. Em prejuízo há quatro anos, a empresa registra alta de 5,471% nas ações no acumulado de 2007.

- Seguradora Liberty; O grupo Liberty anunciou ontem que sua subsidiária no Brasil, a Liberty International Brasil, assinou um acordo de compra de 100% da Indiana Seguros.

- Estabilidade; O Sindicato dos Bancários de São Paulo (CUT) deve iniciar na próxima semana negociação com o banco Santander para pedir garantia de emprego por um período de pelo menos um ano para os funcionários da instituição e do ABN Real.

- Economia aquecida; As fusões e aquisições realizadas no Brasil entre janeiro e setembro deste ano somaram 531, número que já supera em 12% o total registrado no ano todo de 2006, quando foram fechados 473 negócios, conforme dados divulgados ontem pela KPMG.

- Agropecuária I; Com o fim da greve dos fiscais agropecuários, as empresas começaram a calcular os prejuízos registrados com a paralisação. Os números indicam que as perdas superam os US$ 100 milhões.

- Agropecuária II; Os cafés especiais ganharam mais um investidor: a Unimesp Agropecuária, que quer transformar Piraju (SP) em novo pólo produtor. Ao mesmo tempo a Alta Mogiana se reestrututra.

- Perfumes; A multinacional Cargill vendeu para a Carlos Cramer Produtos Aromáticos, que pertence ao grupo chileno Cramer, todos os ativos da sua linha de fragrâncias, a LF, localizada no município de Cosmópolis (SP).

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- TI x PIB; O uso da tecnologia da informação tem efeito direto sobre o PIB de um país. Segundo estudo da associação do setor, a CompTIA, 10% de capital a mais aplicados em TI geram aumento de 1,6% no PIB em países com baixo uso de tecnologia. Onde a adoção é alta, o percentual salta para 3,6%.

- Vagas para executivos; O ritmo do varejo no natal deste ano se refletirá entre executivos. Até o fim de outubro, as vagas para esses profissionais vão superar em 53% o disponível em igual período de 2006. Algumas redes querem gerentes com graduação superior.

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