Carrefour; O Carrefour, da França, anunciou que planeja registrar até junho seu portfólio de imóveis como uma nova empresa com ações negociadas em bolsa. Terá 60% dos ativos imobiliários do grupo, avaliados em até US$ 35 bilhões.
Crise; A crise no mercado americano de crédito imobiliário de alto risco, ou “subprime”, pode piorar no ano que vem, quando cerca de US$ 362 bilhões em financiamentos imobiliários com juros variáveis estarão sujeitos a aumento nas prestações.
Aviação; A Airbus enfrenta um sério problema por causa da fraqueza do dólar e pode ter que aumentar sua meta de economia de custos para manter-se competitiva em relação à rival americana Boeing.
Energia Nuclear; A Areva, estatal francesa de energia nuclear, deve fechar hoje contratos avaliados em US$ 10,4 bilhões para fornecer dois reatores nucleares à energética estatal chinesa CGNPC, bem como o combustível para alimentá-las por 15 anos e mais urânio para outras usinas, segundo autoridades chinesas e executivos franceses.
Construção; A construtora e incorporadora Rossi Residencial, com ações listadas na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), tem planos de crescer na baixa renda, segmento econômico no qual se especializou.
Xerox; Após uma ausência de seis anos, a Xerox voltou ao grande varejo. A estratégia começou no sábado, na quinta edição da Super Casas Bahia, no Pavilhão de Exposições Anhembi, que funcionará até 23 de dezembro. Em janeiro, os produtos chegam às prateleiras da rede e, no início de 2008, a outros grandes varejistas, como supermercados.
Santander; A companhia britânica de investimentos Sun Capital Partners está pronta para comprar a rede de 1,2 mil agências bancárias de varejo do espanhol Santander por 2 bilhões de euros. O Santander continuará ocupando todas as agências e pagará aluguel ao Sun Capital. O Santander colocou quase todos os seus ativos imobiliários à venda para ajudar a financiar sua parte na compra do holandês ABN Amro, feita em conjunto com o Royal Bank of Scotland e o Fortis.
Fusão e os bancários; Bancários do Brasil, Argentina, Paraguai, Chile, Uruguai, Colômbia, Peru e Espanha decidiram, sexta-feira, na 3a reunião conjunta fazer uma ofensiva unificada junto aos governos destes países e à direção mundial do Santander para exigir que os empregos e os direitos trabalhistas e sindicais dos funcionários do ABN e do Santander sejam respeitados durante o processo de incorporação.
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