O que é dar certo?
Jim McNerney, o presidente da Boeing, quebrou recordes de lucro durante três anos no emprego. No entanto, as ações despencaram.
McNerney vai ter que encarar a assembléia geral ordinária da empresa, a primeira desde que a Boeing começou a enfrentar turbulências.
Normalmente, investidores preferem valorização das ações. “ Viúvas e aposentados ” é que preferem dividendos.
Dar certo é dar lucro e conseguir valorizar a empresa.
DROPS Empresas:
- Avon: As vendas da fabricante de cosméticos Avon deram um salto de quase 60% no Brasil no primeiro trimestre, em relação a igual período do ano passado. Foi a maior taxa de crescimento nas operações internacionais da companhia, segundo dados do relatório de resultados trimestrais divulgado ontem pela matriz, nos Estados Unidos.
- MasterCard: A MasterCard atribuiu a valorização do real ante o dólar como uma das razões para a alta de mais de 100% no lucro do primeiro trimestre.
- Bimbo: A mexicana Bimbo, grupo que tem 80 fábricas e fatura 5,8 bilhões, negocia compra da gaúcha Nutrella.
- Matsushita Electric Industrial, dona da marca Panasonic, informou que o lucro operacional no ano fiscal de 2008 (encerrado em 31 de março) aumentou 13%, atingindo 19,5 bilhões de ienes (US$ 5 bilhões), em comparação ao ano fiscal de 2007.
- SulAmerica: A SulAmerica concluiu ontem a operação de fechamento de capital da Sul América Companhia Nacional de Seguros, sua subsidiária que tinha o capital aberto desde 1979, mas sem liquidez atualmente.
- Cadastra: Os investimentos dos anunciantes de mídia on-line, que deverá chegar a R$ 712 milhões neste ano, impulsionam os negócios de empresas como Cadastra, que projeta um faturamento 200% maior.
- Santander: Lucro do Santander recua 31%, mas tem alta pela regra externa.
- Deutsche Bank: O maior banco alemão, teve um prejuízo de 141 milhões nos primeiros três meses deste ano, a primeira perda trimestral da instituição desde 2003.
- Selecta: Perdas de US$ 160 milhões com contratos de “hedge” na bolsa de Chicago obrigaram a Sementes Selecta, de Goiás, a entrar com pedido de recuperação judicial.
- VarigLog demitirá 962 empregados. Em crise, empresa pretende reduzir pela metade suas operações.
DROPS Economia:
- Seria o feijão manteiga ou o chumbo? IGP-M em 12 meses chega a 9,81%, maior alta desde abril de 2005. Puxado pelos alimentos, índice que serve para o reajuste dos aluguéis sobe 0,69% em abril. “A culpa é do ‘feijãozinho’.” Garante Mantega.
- Combustíveis I: Lula adia decisão de elevar preço da gasolina. Depois de mais de três horas de reunião com Gabrielli, Dilma, Lobão e Mantega, presidente não define reajuste temendo alta da inflação.
- Combustíveis II: As companhias petrolíferas Shell e British Petroleum (BP) tiveram aumentos expressivos nos seus lucros no primeiro trimestre deste ano, ajudadas pela alta nos preços do petróleo -que bateu vários recordes nos últimos meses- e superando a expectativa de analistas.
- Combustíveis III: A Petrobras reajustará o preço do querosene de aviação (QAV) em 6,06% no mês de maio, depois de já ter elevado o preço do combustível em 10,4% em abril. A alta do QAV vendido no Brasil já chega a 19,9% no acumulado deste ano, em linha com as cotações do petróleo.
- Crise dos alimentos: Cana avança em áreas de alimentos. Estudo da Conab confirma o que o governo negava, mas substituição ainda é pequena.
- Leasing dispara no início do ano. O leasing voltou ao centro das atenções dos compradores de veículos. No primeiro trimestre, enquanto o saldo das operações de crédito direto ao consumidor (CDC) apresentou crescimento de 3%, subindo para R$ 83,7 bilhões, o arrendamento mercantil para pessoas físicas avançou 20%, para R$ 36,3 bilhões, segundo dados do Banco Central (BC).
- Crédito: O crédito para empresa teve o maior salto entre os empréstimos no período de 12 meses encerrado em março, superando pela primeira vez R$ 300 bilhões. A elevação foi de 35,8% para R$ 304,8 bilhões, com alta de 7,5% no primeiro trimestre.
- Licitações: Pequenos empresários voltam suas atenções para licitações públicas e já são responsáveis por 17% das compras governamentais no país, diz William Rodrigues Brito, do Sebrae.
- Cultura: O acirramento da competição entre as editoras brasileiras, o maior poder de compra dos consumidores e a valorização do real têm inflacionado os preços dos direitos autorais de títulos internacionais. Na hora de adquirir uma obra - geralmente de apelo mais comercial e de auto-ajuda -, os valores ofertados chegam a ser dez vezes maiores do que há dois anos.
- Turismo: As agências de viagens vêem a venda de pacotes internacionais da próxima temporada crescer com a desvalorização do dólar, enquanto os gastos dos brasileiros batem recordes no exterior.
- Impostos: Carga tributária deve subir este ano, mesmo sem CPMF. Projeção com base na arrecadação da Receita indica crescimento para 36,8% do PIB, de 35,9% em 2007.
- Varejo: As vendas de produtos importados para o Dia das Mães em categorias como bazar podem ter alta de 50% em comparação às do ano passado, em redes como Carrefour.
- Carcinicultura: Proibição à cultura de camarão em áreas de conservação ambiental e manguezais ameaça a atividade no país e opõe o Ministério do Meio Ambiente à Secretaria de Aqüicultura. A disputa será levada à Casa Civil.
- Evento: A Fecomercio SP, em parceria com a OEB (Ordem dos Economistas do Brasil), realiza no dia 5 de maio, em sua sede, o seminário “Repensando o Futuro”. O evento, que vai abordar a história econômica do Brasil dos últimos 40 anos, terá nomes como os ex-ministros Delfim Neto e Luiz Carlos Bresser-Pereira, professores da FGV-SP e da UFRJ, entre outros.
- O 1º de Maio, Dia do Trabalho, das centrais sindicais deve mobilizar, no país, em diversos atos, mais de 8 milhões de pessoas. CUT e Força vão gastar juntas R$ 5 milhões, em São Paulo.
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