DROPS Economia:

- O Goldman Sachs e o Morgan Stanley, os últimos grandes bancos de investimentos independentes em Wall Street, irão se transformar em holdings, sujeitas a uma maior regulamentação. A informação partiu ontem à noite do Federal Reserve (Fed). Com a alteração, as entidades poderão aceitar depósitos de investidores.

- Governo contesta indicador do Bird. Até executivos do banco vêem falhas no “Doing Business”, em que o Brasil está mal colocado.

- Europa quer mais competição entre teles. Parlamento Europeu deve votar na quarta-feira proposta de reforma nas telecomunicações.

- A Petroecuador vai ficar com a jazida bloco 31, concedida à Petrobras em 1995, segundo Rafael Correa. Um assessor do Ministério do Petróleo equatoriano disse que a petrolífera brasileira não terá de volta os US$ 200 milhões investidos.

- Otimismo econômico puxa preço e barril passa dos US$ 100 nos EUA.

- Demanda por asfalto no Brasil é a maior dos últimos 10 anos. Ano eleitoral e obras do PAC puxam consumo para 1,85 milhões de toneladas.

- Otimismo cauteloso volta às bolsas e dólar pode perder força.

- Empresas investem só 0,65% do faturamento em inovação.

- Sem caminhões, São Paulo renova sua frota. Com as restrições ao trânsito de caminhões, as vendas de pequenos veículos de carga disparam.

- Dia da criança anima redes de varejo.

- Incerteza aumenta busca por seguro de crédito. Pouco explorado no País, mercado de seguro de crédito doméstico cresceu 83% de janeiro a maio; valores segurados ultrapassam R$ 30 bi.

- Turismo de alto padrão. O GSP (Grupo Santa Paula), de Ourinhos (SP), anunciou investimentos de US$ 120 milhões na construção de um resort de alto padrão no entorno do Parque Nacional da Chapada dos Guimarães (a 60 Km de Cuiabá, MT).

DROPS Empresas:

- A GM anunciou que vai usar os US$ 3,5 bilhões restantes de uma linha de crédito rotativo de US$ 4,5 bilhões para aumentar a liquidez, diante da escassez geral de dinheiro.

- A Chrsyler vai mostrar aos revendedores, amanhã, o protótipo de um carro elétrico com que espera dar novo ânimo às concessionárias.

- Odebrecht fica. A Odebrecht, que foi ameaçada de expulsão do Equador por erros na operação de uma central hidrelétrica, permanecerá no país, após as negociações com o governo equatoriano nas quais aceitou grande parte das condições.

- Navegador do Google foca desempenho em programas. Chrome oferece muitas funções de um sistema operacional.

- Graac investe R$ 20 milhões para ampliar atendimento. Hospital terá orçamento de R$ 100 milhões em 5 anos.

- Starbucks negocia instalar cafés no Pão de Açúcar.

- Amil compra. Amil informou na sexta-feira que comprou 100% da Casa de Saúde Santa Lúcia, hospital com 75 leitos situado em São Gonçalo, no Rio de Janeiro.

- Chiclete da Cadbury recebe R$ 30 milhões.

- Apple faz recall. A Apple iniciou na sexta-feira o recall do cabo de energia do iPhone 3G, ao constatar que o equipamento pode causar choques.

- Com campanha de R$ 6 milhões, “O Globo” fortalece marca na internet.

- BAA vai vender aeroportos em Londres. A British Airport Administration (BAA), que administra os principais aeroportos do Reino Unido, anunciou que colocou à venda o aeroporto de Gatwick, em Londres.

- JBS demite nos EUA. A brasileira JBS voltou a demitir funcionários muçulmanos na semana passada nos Estados Unidos.

- Ao gosto do freguês. Em outubro, a Panasonic inaugura no shopping Morumbi, em São Paulo, um showroom com produtos que ainda não estão disponíveis no mercado brasileiro. A idéia é testar a aceitação dos consumidores para iniciar a importação.

- Reforço na distribuição. Cabreúva, a 70 km de São Paulo, vai abrigar o maior centro de distribuições da Avon no mundo.

- “Hotelaria offshore”. Atraída pelo pré-sal, a empresa escocesa Trident iniciou contatos com petroleiras no Brasil, inclusive a Petrobras, para oferecer um navio-hotel de apoio a plataforma de petróleo.

- Prêmio do Lehman causa reação. Empregados londrinos se revoltam contra bônus para nova-iorquinos.

- Vale avança nos bairros de Itabira, onde nasceu. Mineradora desapropria casas na Vila Paciência e na Vila Cisne, vizinhas das minas onde está investindo R$ 1,2 bi.



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