DROPS Economia:
- Falta de crédito prejudica venda de fertilizantes para soja em MT.
- Cautela dos bancos estanca crédito rural. Ritmo de liberação de empréstimos para financiar plantio cai 3,3%, mesmo com demanda firme.
- Pecuarista gaúcho já teme que crise de 2004 se repita.
- Dívida pública avança para R$ 1,319 trilhão. A dívida pública mobiliária apresentou alta de 1,66% em agosto, atingindo R$ 1,319 trilhão.
- Fundo de risco é a primeira vítima no País da crise global. Os fundos de investimentos de maior risco foram os primeiros a sucumbir no Brasil à crise financeira global. Essas aplicações, que permitem aportes de valor superior a seu patrimônio (conhecidos como alavancados), registram perdas superiores a 50% no acumulado do ano.
- Bancários ameaçam greve na terça-feira. Os bancários rejeitaram a proposta de reajuste salarial apresentada pela Federação Nacional dos Bancos. Os sindicatos podem aprovar greve de 24 horas no dia 30, terça-feira.
- Oferta pressiona preços em leilões de energia. Estudo mostra que distorções no mercado livre estão pressionando os preços dos leilões de energia elétrica. Grandes consumidores estão voltando para o mercado regulado.
- Consumo nos EUA derruba o preço do barril. Queda na demanda americana por combustível fez as cotações caírem ontem em Nova York e Londres. O contrato de WTI negociado para o mês de novembro em Nova York fechou valendo US$ 105,73, com queda de 88 centavos de dólar. O contrato para o mês seguinte caiu 45 centavos de dólar, para US$ 105,02. O barril de Brent para o mês de novembro encerrou cotado a US$ 102,45, com recuo de 63 centavos de dólar, e o vencimento de novembro caiu 47 centavos de dólar, para US$ 103,30.
- Franquias de alimentos mantêm sua expansão. As redes de franquias de alimentação mantêm, pelo menos por enquanto, agressivos planos de expansão até 2009.
- Grandes redes apostam no ‘atacarejo’. As três grandes varejistas - Carrefour, Wal-Mart e Pão de Açúcar - estão convertendo hipermercados convencionais para as suas marcas de “atacarejo”.
- Metrô de São Paulo vai licitar estações de esgoto. O Metrô de São Paulo se prepara para licitar, até maio do ano que vem, a construção de duas centrais de tratamento de esgotos nos pátios das estações Jabaquara e Itaquera (Linhas 1 e 3). As obras estão orçadas entre R$ 5 milhões e R$ 6 milhões.
- Publicidade em baixa. Os gastos com publicidade caíram 3,7% nos Estados Unidos no segundo trimestre, em comparação com o mesmo período do ano passado.
DROPS Empresas:
- Odebrecht diz que seus sócios no Equador recusaram acordo.
- IBM amplia sua produção no Brasil. A IBM vai investir US$ 2 milhões em novas linhas de produção para começar a fabricar equipamentos de armazenamentos de dados para pequenas e médias empresas no Brasil. A produção será na cidade de Sorocaba, interior de São Paulo, no complexo da Flextronics, especializada em fabricação terceirizada, com a criação de cem postos de trabalho.
- Wunderman entra na publicidade de massa com a Dell.
- EDF compra inglesa. A Électricité de France SA (EDF), a maior central elétrica nuclear do mundo, concordou em comprar a britânica British Energy por 12,5 bilhões de libras esterlinas (US$ 23 bilhões).
- Claro e Vivo correm para lançar iPhone.
- Binda compra GWG e fica entre 10 maiores do mundo. Grupo italiano terá duas lojas no Brasil até o fim de 2009. O grupo italiano Binda, fabricante de relógios e jóias das grifes Breil Milano, Moschino e D&G, entre outras, comprou neste mês a empresa americana Geneva Watch Group (GWG).
- Yahoo lança novo sistema de propaganda on-line.
- Dia abre mais lojas. O Dia, bandeira de pequenos supermercados de desconto do grupo Carrefour, inaugurou a sua sexta unidade em Ribeirão Preto (SP). Com a abertura, a bandeira chega a 304 lojas no Brasil, onde está presente desde 2001.
- Parmalat adia pagamento de leite a produtores do RS e leiloa veículos.
- Cai autuação da Receita contra a CSN. Em 2001, a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) distribuiu R$ 589 milhões em juros sobre capital próprio que foram deduzidos do Imposto de Renda (IR), como permite a legislação.
- Estrangeiros garantem os projetos de shopping. Há dinheiro em caixa para garantir o crescimento do setor de shopping centers no País e levar adiante as construções e expansões anunciadas pelas empresas até 2010. Pelo menos é o que dizem Multiplan e ADShopping.
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