Arquivo de Outubro de 2008
Lei e Risco:
Cadastro de inadimplência já tem mais de 43 mil alunos. O Cadastro de Informações dos Estudantes Brasileiros, que começou a funcionar na quarta e serve como lista de inadimplentes para escolas, já tem 43,5 mil alunos. O Procon considera a prática abusiva e disse que punirá a escola que usar o cadastro para inibir matrículas.
Sem comentários »DROPS Economia:
- Bancos dos EUA devem bilhões a executivos. Os gigantes financeiros americanos que estão recebendo injeção de dinheiro público devem a seus executivos mais de US$ 40 bilhões por salários e pensões de anos anteriores, ainda que o governo esteja tentando restringir a remuneração futura dessas firmas.
- Governo reduz o superávit de 2009 para 3,8%.
- IGP-M acelera e fecha outubro com alta de 0,98%. O Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M), usado para o reajuste de contratos de aluguel, tarifas públicas e planos de saúde mais antigos, acelerou mais que o esperado em outubro, refletindo, em boa medida, um reajuste mais forte dos preços no atacado. O indicador teve alta de 0,98% neste mês, ante avanço de 0,11% em setembro, informou a Fundação Getúlio Vargas (FGV) nesta quinta-feira. No ano, o índice acumula alta de 9,53%. Nos últimos 12 meses, o ganho foi de 12,23%.
- Cotação do petróleo tem outro dia de baixa. Os contratos futuros de petróleo recuaram, em razão das insistentes preocupações com a queda da demanda mundial pelo produto. Na New York Mercantile Exchange (Nymex), os contratos de petróleo bruto para dezembro caíram 2,28%, para US$ 65,96 o barril. No caso do petróleo tipo Brent, a queda foi de 3,16%, para US$ 65,47 no pregão eletrônico da ICE Futures.
- Instituições reduzem pessoal. Os bancos médios estão fazendo cortes para ajustarem os quadros às mudanças de estratégia causadas ou não pela crise global de liquidez.
- Balanços de bancos médios já mostram marcas da crise. Os cinco primeiros bancos médios que divulgaram balanço do terceiro trimestre mostraram uma característica semelhante: os depósitos encolheram, o crédito desacelerou e os lucros caíram. Os números de Daycoval, Paranabanco, Pine, Sofisa e ABC Brasil exibem as primeiras marcas da crise internacional.
- Montadoras e governo discutem pacote de crédito. GM alega queda nas vendas e anuncia novas férias coletivas para 10 mil funcionários no ABC e Gravataí.
DROPS Empresas:
- Nissan anuncia 3,5 mil demissões na Espanha, Japão e EUA. Serão 1 mil vagas cortadas no Japão e o restante nos outros dois países. Montadora teve uma queda de 40,5% no lucro líquido no primeiro semestre.
- Alcatel-Lucent fecha trimestre com prejuízo de 40 milhões de euros. A empresa anunciou ter registrado um prejuízo de 40 milhões de euros no terceiro trimestre. O resultado, apesar de negativo, ainda é melhor que o obtido em igual período do ano passado, quando a empresa perdeu 345 milhões de euros. Segundo a empresa, o prejuízo entre julho e setembro deste ano foi causado pela retração nas vendas para operadoras de telefonia.
- Lucro da Oi cai 61% por conta do dólar. A Oi (Tele Norte Leste Participações) registrou lucro líquido de R$ 246 milhões no terceiro trimestre, com queda de 61,4% em relação ao mesmo intervalo de 2007.
- Souza Cruz tem receita recorde. As campanhas antifumo, que se intensificaram nos últimos anos, ainda passam longe dos balanços da Souza Cruz, maior fabricante de cigarros do país. A empresa registrou no terceiro trimestre o maior faturamento dos últimos dez anos, em termos reais, ou seja, numa base corrigida pela inflação.
- Vendas da Renner desaceleram no terceiro trimestre.
- Natura faz novas demissões. Depois de demitir três profissionais de alto escalão, empresa de cosméticos reduz quadro de gerentes. Embora não confirme oficialmente, a Natura promoveu novas demissões nesta semana. Segundo fontes do mercado, foram demitidos 26 gerentes. No mês passado foram desligados da companhia de cosméticos três profissionais de alto escalão, cujos nomes não foram divulgados. Seriam eles o diretor do jurídico, a diretora do núcleo de fragrâncias e o diretor de marketing. Em meio a esse processo, a empresa anunciou, na semana passada, a suspensão do projeto de entrada no mercado norte-americano. Em nota oficial, empresa informa que as demissões e a suspensão do processo não são reflexos da atual crise econômica mundial, e sim resultado da revisão de processos e de um plano de negócios pouco atraente.
- Basf lucrará menos. Basf deve reportar a primeira queda nos lucros em sete anos por causa da menor demanda por plásticos e resinas. Os lucros da empresa caíram 8% no terceiro trimestre para 1,57 bilhão de euros, e a perspectiva é que sejam menores do que os ganhos de 2007.
- GM pára duas fábricas. A General Motors anunciou mais férias coletivas, envolvendo agora mais operários, incluindo os de fornecedores. Cinco mil empregados de São Caetano (SP) terão 10 dias de férias a partir de segunda-feira. No mesmo dia, 5,2 mil metalúrgicos da GM e dos fornecedores instalados dentro do complexo de Gravataí (RS) vão para casa por 16 dias, seja por meio de férias ou licença remunerada.
- Kodak estuda demissões e projeta declínio nas vendas. A Eastman Kodak anunciou ontem planos para cortar mais empregos e previu o terceiro declínio anual consecutivo das vendas, enquanto o executivo-chefe Antonio Perez reformula a empresa fotográfica de 128 anos em meio a uma economia “cada vez mais difícil”.
- A seguradora americana Hartford, que opera no Brasil por meio de joint venture com a Icatu, anunciou ontem prejuízo de US$ 2,6 bilhões no terceiro trimestre. No mesmo período do ano passado, teve ganho de US$ 851 milhões. Já a MetLife, que em meio a crise teve que se recapitalizar com oferta de ações, lucrou US$ 600 milhões, abaixo dos US$ 985 milhões do terceiro trimestre de 2007. As receitas totais subiram 16% e ficaram em US$ 8,6 bilhões.
- Mapfre lucra mais. A seguradora espanhola Mapfre anunciou aumento de 41% no lucro líquido, para 815,6 milhões de euros. As receitas somaram13 bilhões de euros, dos quais 2,6 bilhões de euros vieram das operações da Mapfre Americas.
- Amex vai cortar 7 mil empregos. A American Express (Amex), a maior empresa de cartões de crédito dos Estados Unidos em termos de compras, deverá fechar 7.000 postos de trabalho, ou cerca de 10% de seu quadro de funcionários, e assumir uma provisão de até US$ 290 milhões no quarto trimestre vinculada aos cortes.
- A Exxon Mobil, dona da marca Esso no Brasil e maior petrolífera do mundo, anunciou lucro recorde de US$ 14,8 bilhões no terceiro trimestre, uma alta de 58% em relação ao mesmo período do ano passado.
- A Unilever, dona das marcas Knorr e Omo, entre outras, anunciou lucro de US$ 2,1 bilhões no terceiro trimestre, um salto de 63% em relação ao ano passado. A empresa anglo-holandesa atribuiu o ganho à venda de algumas operações, ao corte de empregados e a uma revisão do portfólio de produtos.
- A Motorola anunciou que vai demitir mais 3.000 empregados, suspender o plano de vender a divisão de celulares e cancelar o lançamento de novos produtos em 2009. A empresa planeja cortar US$ 600 milhões em custos na unidade de celulares e mais US$ 200 milhões no resto da companhia.
- Temor de insolvência cerca GM e Chrysler. Enquanto a General Motors Corp. e sua velha rival Chrysler LLC continuam a negociar uma possível fusão, uma dura realidade está ficando evidente: sem uma fusão e uma possível ajuda do governo americano, duas das três grandes montadoras de Detroit podem ficar sem caixa dentro de uma ano.
- Ulbra tenta escapar do colapso. Em meio a uma batalha jurídica sobre sua condição de entidade beneficente – cassada liminarmente pela Justiça Federal -, a universidade Luterana do Brasil (Ulbra) busca uma ampla reestruturação financeira e administrativa para evitar colapso.
- Sócios da Abyara desfazem parcerias. As incorporadoras que são sócias da Abyara em terrenos e empreendimentos estão comprando a parte da empresa nas parcerias e assumindo os investimentos. Diante das dificuldades da Abyara e da falta de aporte nos projetos conjuntos, a BN Corp, joint venture entre a incorporadora Bueno Netto e Merrill Lynch, e a Agra estão desfazendo os acordos.
Sem comentários »Preço de ativos perde referências
Levantamento feito pelo Valor Data a partir de uma amostra de 282 companhias mostra que 31 delas estão com valor de mercado abaixo da soma dos recursos que têm em caixa mais os estoques, subtraída a dívida.
Sem comentários »DROPS Economia:
- US$ 30 bilhões do Fed vão reforçar política cambial.
- Jornal centenário dos EUA migra para web. A partir de abril, o Christian Science Monitor, jornal sem fins lucrativos, deixa de ter edições impressas e só poderá ser lido na internet.
- Confiança na indústria cai 11,7% em outubro. O Índice de Confiança da Indústria, divulgado pela FGV, caiu 11,7% em outubro sobre o mesmo mês de 2007. A queda foi muito forte para um mês só, segundo entidade.
- Brasil decide manter juros e Estados Unidos cortam a taxa para 1%.
- Varejo prevê queda nas áreas de eletro e vestuário. O segmento de não-alimentos (vestuário, móveis e eletroeletrônicos), considerado este ano, até o momento, a menina-dos-olhos de redes como os líderes Carrefour, Grupo Pão de Açúcar, Wal-Mart, além da GBarbosa e da Y.Yamada, começa a preocupar o setor supermercadista, temeroso do desdobramento da crise financeira internacional, pelo fato de os produtos estarem, na maioria dos casos, atrelados ao dólar.
- Marca própria no topo. O número de mercadorias disponíveis no varejo com marcas próprias (a marca do produto é a da loja) cresceu este ano 31% em relação a 2007, segundo uma pesquisa da Nielsen feita com 479 supermercados e 105 farmácias, de janeiro até agora.
- Reação das commodities. A redução dos juros nos EUA animou os mercados de commodities agrícolas. Em Chicago, contratos futuros de milho e trigo chegaram a atingir as maiores valorizações diárias permitidas para alguns vencimentos. A soja chegou perto disso.
- Construtoras ganham até R$ 11 bi para aumentar o capital de giro. Dinheiro sairá da liberação de 5% dos depósitos da caderneta de poupança, só Caixa já garantiu R$ 3 bi.
- Disputa por leilão de rodovias foi de R$ 11,5 bi. Os cinco lotes de rodovias paulistas leiloados ontem envolverão R$ 11,5 bilhões entre outorgas e investimentos.
- Governo discute ajuda extra às montadoras.
- Executivos trocam MBA no exterior por curso no País. Argumentos são não se afastar da empresa e evitar gasto em dólares.
DROPS Empresas:
- Oi pretende fechar capital da BrT, mas novo plano proíbe. Luiz Eduardo Falco, presidente da Oi, diz estar atento ao novo Plano Geral de Outorgas (PGO), pois não descarta fechar o capital da Brasil Telecom (BrT), assim que a fusão for oficializada.
- Oi admite renegociar acordo de compra da BrT.
- Nova América busca sócio. O grupo sucroalcooleiro Nova América, líder do mercado brasileiro de açúcar com a marca União, contratou o banco Itaú BBA como consultor para a escolha de um futuro parceiro.
- Petroquímica Quattor confirma demissão de 80. A Quattor iniciou o processo de demissão de 80 funcionários, sendo 20 no Pólo Petroquímico do ABC, como parte de reestruturação, com a necessidade de redução de pessoal.
- P&G sobe preços. A Procter & Gamble, dona das marcas Oral B, Pantene, Wella, Eukanuba e Gillette, entre outras, anunciou que irá “reposicionar” seus preços devido à volatilidade de moedas em países emergentes.
- Venda ajuda Kraft. A Kraft Foods anunciou ontem, nos EUA, que seu lucro no terceiro trimestre do ano mais que dobrou em comparação com o mesmo período do ano passado em função da entrada em caixa de US$ 2,6 bilhões provenientes da venda da divisão de cereais da companhia.
- Sadia tem o maior prejuízo da história depois de derivativos. Exposição a contratos cambiais “tóxicos” chegou a US$ 8,4 bilhões.
Sem comentários »Governos já gastaram 11% do PIB global para salvar bancos
Relatório do BC britânico prevê mais perdas com a contaminação dos mercados emergentes. Os governos já gastaram mais de 11% do Produto Interno Bruto (PIB) global para dar liquidez e salvar os bancos desde abril, o equivalente a mais de quatro vezes o tamanho da economia brasileira.
Sem comentários »DROPS Economia:
- Petróleo em baixa. US$ 62,73 foi o preço do barril de petróleo negociado ontem em Nova York nos contratos para dezembro – o valor mais baixo desde 16 de maio do ano passado. 8% foi o recuo no consumo de gasolina nos Estados Unidos nas quatro semanas encerradas no dia 24 na comparação com o mesmo período de 2007.
- Governo adia marco regulatório do pré-sal. Proposta de novas regras para o setor só deve sair em novembro.
- Usinas pedem socorro ao governo. Os usineiros do país devem se reunir, nos próximos dias, com a equipe econômica do governo, em Brasília, para discutir medidas de apoio ao setor, que está com fluxo de caixa baixo e enfrenta limitação de crédito, por conta da crise financeira global.
- Safra encolhe na Bahia. Ameaça crescente a um novo recorde na produção de grãos, a combinação de custos elevados e escassez de crédito já provoca perdas no oeste Bahia, que deverá ter redução nas colheitas de soja, milho e algodão na safra 2008/09.
- Argentina manda fundos deixar o Brasil. O governo argentino provocou surpresa ao determinar que os fundos de pensão privados do país vendam todos os investimentos que possuem no Brasil em três dias e mandem o dinheiro de volta.
- Em dia de euforia, bolsa sobe 13%. Mesmo com indicadores negativos divulgados nos Estados Unidos, mercados fecharam em alta em todo o mundo.
- Balança comercial tem déficit de US$ 98 milhões. Resultado da quarta semana de outubro já é afetado pela crise internacional.
- CNI quer dobrar prazo para pagamento de impostos. Efeitos da crise fazem empresários pedir ao governo para elevar período de 30 para 60 dias.
- Vendas no varejo caem 4,5% em SP. Comércio não registrava freada tão abrupta desde 2003, diz ACSP.
- Sindicalistas dominam postos-chave da Receita.
DROPS Empresas:
- Credit Suisse anuncia corte de 500 funcionários. O banco Credit Suisse vai demitir 500 funcionários em banco de investimentos e serviços auxiliares, por causa da falta de demanda provocada pela crise. “Em razão das condições do mercado e da quantidade de funcionários necessários para atender os clientes, estamos reduzindo nossa força de trabalho em aproximadamente 500 vagas na divisão de banco de investimentos e em funções auxiliares”, informou o banco, que teve prejuízo no terceiro trimestre.
- Sem Varig, Sata começa a demitir. Companhia aérea representava metade do faturamento da empresa.
- Wal-Mart inova para atrair classes D e E. Grupo cria novo tipo de loja, com serviços como consultas médicas.
- Perdigão tem prejuízo e reduz investimentos.
- A Motorola está numa situação pior do que esperava Sanjay Jha, novo diretor da divisão de celulares que, agora, planeja diminuir o número de plataformas de celulares para agilizar o desenvolvimento de novos aparelhos e cortar custos, segundo pessoas a par da situação.
- A Whirlpool, americana dona das marcas Brastemp e Consul, anunciou que pretende demitir 5.000, ou 7,3% do total de funcionários, devido à queda na demanda da América do Norte e Europa.
- A ação da Volkswagen fechou ontem em alta de 20% na Bolsa de Frankfurt, a 621,33 euros, depois de chegar a 1.005 euros. Ela subiu 150% segunda-feira. No domingo, a Porsche anunciou que tinha garantido acesso a quase 75% da Volks, forçando investidores que haviam vendido a ação a descoberto a comprá-la para cobrir suas apostas.
- O Santander divulgou lucro de US$ 2,8 bilhões no terceiro trimestre, alta de 4,4% ante o mesmo período de 2007, devido à aquisição do Banco Real, que teria compensando perdas com provisões para cobrir créditos de recebimento duvidoso.
- GM e Renault cortam 550 empregos na Argentina. As montadoras começaram a demitir trabalhadores na Argentina. Somente a General Motors e a Renault já decidiram, juntas, dispensar 550 operários que estavam em suas fábricas em regime temporário.
- Danone quer duplicar o mercado de águas no Brasil. Há 40 anos no mercado de águas em 22 países, finalmente a Danone entra com o produto no Brasil. A multinacional francesa oficializou ontem o lançamento da água BonaFont, que a princípio deve ser comercializada apenas no estado de São Paulo.
- Natura demite em processo de reorganização das operações. A Natura, maior empresa de venda diretas de cosméticos do Brasil, iniciou esta semana um processo de demissões, até agora concentrado entre funcionários do setor administrativo e gerencial.
- Aurora dá férias coletivas em unidade de SC. O presidente da Coopercentral Aurora, Mário Lanznáster, decidiu dar férias coletivas em novembro para os 300 funcionários da cooperativa em sua unidade de Joaçaba, meio-oeste catarinense, em virtude da crise econômica mundial.
- Gávea na previdência. Em parceria com a seguradora Unibanco AIG, a Gávea Investimentos, empresa que tem como sócio o ex-presidente do BC Armínio Fraga, ingressa no mercado de previdência privada em meados de novembro com planos a partir de R$ 100 mil.
- Provinil aumenta produção. Menos de um mês depois de comprar a fabricante de tubos e conexões Provinil, a companhia belga Aliaxis inicia os investimentos para triplicar a capacidade de produção da empresa. A meta é disputar mercado com as líderes Tigre e Amanco e chegar a 20% de participação em dois anos.
Sem comentários »EUA desmantelam plano para assassinar Obama
O governo americano informou ontem que desarticulou conspiração para assassinar o candidato democrata à Presidência, Barack Obama, que lidera pesquisas de intenção de voto.
Sem comentários »DROPS Economia:
- Novo pacote bilionário tenta conter a crise global. Estados Unidos, Europa, Ásia e Oriente Médio lançaram ontem novos pacotes para reverter os efeitos da crise financeira e da desaceleração econômica mundial.
- Sinais de recessão voltam a derrubar as bolsas européias. Das 18 bolsas da região, 17 fecharam em queda pelo 5.º dia seguido; perda é de 23,8% no mês.
- FMI avalia crédito de até US$ 255 bi para emergentes. Dinheiro seria para países que têm boa situação macroeconômica, mas sofrem com contágio da crise.
- Temor derruba bolsas ao menor nível em 5 anos. As bolsas de valores americanas fecharam no menor nível em 5 anos e meio, dando seqüência ao processo de vendas de ações detonado pelas preocupações com a gravidade de uma recessão global.
- Usineiros atrasam salários e projetos. 75% do setor não têm conseguido pagar em dia os funcionários.
- Usinas já admitem trocar construção por aquisição. Setor está com dificuldades para conseguir crédito de ACC.
- China vira o jogo na guerra dos chips. Em oito anos, país conseguiu desenvolver indústria de semicondutores com uma série de incentivos para o setor.
- Licitação para a compra de super-computador de R$ 50 milhões colocará o país entre os seis maiores centros mundiais de previsão climática. Estudo mostra que aquecimento global deverá causar perdas de R$ 7,4 bilhões à produção de alimentos em 2020.
- Governo reafirma: não cobre prejuízos com derivativos. Mantega afirma que rombo de empresas com operações cambiais pode chegar a US$ 20 bilhões.
- Dólar cai 3,57% com leilões do BC. Apesar do novo tombo das bolsas, a moeda dos EUA oscilou em baixa na sessão graças à oferta de recursos.
- Fabricantes de celular prevêem tempos difíceis. Nos últimos anos, as vendas de celulares no Brasil bateram recordes sucessivos e superaram as projeções mais otimistas dos fabricantes de aparelhos. Agora, contudo, eles próprios já prevêem tempos mais difíceis.
- No Salão do Automóvel, nem queda nas vendas desanima montadoras. Apesar do discurso otimista dos empresários, projeções de vendas foram reduzidas em 200 mil unidades este ano.
DROPS Empresas:
- Bradesco e Itaú têm baixa exposição a risco. A divulgação dos balanços dos dois maiores bancos privados nacionais, Bradesco e Itaú (que antecipou seus resultados), serviu para acalmar o mercado quanto ao grau de exposição das instituições a eventual inadimplência de empresas que realizaram operações arriscadas com derivativos.
- Aracruz aceita travar suas perdas pelo câmbio atual. Bancos deram prazo de três dias para voltar a negociar a dívida.
- A Gafisa e a Odebrecht estão negociando o fim da sociedade na construtora Bairro Novo, joint venture dedicada à baixa renda.
- A companhia FCC, com sede em Campo Bom, na região metropolitana de Porto Alegre, vai exportar tecnologia para a produção de componentes de calçados para o grupo Tata, da Índia.
- Itaqui é a aposta para impulsionar Maranhão. Governo maranhense planeja transformar São Luís na principal rota de exportação de minérios e grãos do país.
- Montadoras estimam seis meses de queda nas vendas internas. GM e Honda já tiveram de parar a produção para ajustar estoques à nova realidade do mercado.
- Presidente da Peugeot prevê período de alianças no setor. Christian Streiff, diretor-presidente da PSA Peugeot Citröen, acredita que o agravamento da crise econômica mundial vai levar novas alianças entre os fabricantes de automóveis, que lutam para reduzir seus custos.
- Presidente da Peugeot prevê período de alianças no setor. Christian Streiff, diretor-presidente da PSA Peugeot Citröen, acredita que o agravamento da crise econômica mundial vai levar novas alianças entre os fabricantes de automóveis, que lutam para reduzir seus custos.
- Boeing 747-8 tem custo acima do estimado. A Boeing reconheceu que os custos de desenvolvimento do programa do 747-8 estão crescendo acima do esperado.
- Renner cancela compra de Leader Magazine. Negócio de R$ 670 milhões foi desfeito, segundo a Renner, por causa das alterações no cenário econômico-financeiro brasileiro e mundial.
Sem comentários »Crise derruba CEOs
Por conta do enfraquecimento da economia, o número de CEOs que deixaram o cargo nos Estados Unidos nos três primeiros trimestres deste ano já supera a média histórica e o total está perto de bater o recorde de 2006, segundo a consultoria Challenger, Gray & Christmas.
Sem comentários »DROPS Economia:
- China lança pacote de US$ 292 bi para combater crise. Recursos serão destinados à construção de ferrovias, com objetivo de incentivar a demanda interna.
- FMI empresta US$ 16,5 bi à Ucrânia. Acordo preliminar prevê liberação de crédito para socorrer o sistema financeiro e conter a inflação no país.
- Setor de açúcar e álcool vai apelar ao governo.
- Fazendas de cafés especiais atraem capital estrangeiro. Grupo norueguês Friele negocia maior fatia na Ipanema Coffees para participar da produção.
- Ações já perderam 50% do PIB. Desde maio, quando o Brasil obteve o grau de investimento pelas agências de classificação de risco, as companhias abertas do país perderam R$ 1,3 trilhão em valor de mercado, o equivalente à metade do Produto Interno Bruto (PIB).
- O País se prepara para a tecnologia do rádio digital. Tão logo o Ministério das Comunicações defina a escolha do padrão para a implantação do rádio digital no Brasil, garantem as empresas japonesas fabricantes dos receptores, os aparelhos serão comercializados em poucos meses.
- Apesar da crise, teles mantêm projetos. Investimentos no Brasil terão continuidade, afirmam executivos dos grupos Telmex, Oi e Telefónica.
- Com novos formatos de lojas, varejistas crescem no interior. Cidades de médio porte passaram a ser alternativa à concorrência acirrada nas metrópoles.
- Vendas em outubro seguem ritmo de 2007. Acumulado do mês mostra volume igual ao do ano passado.
DROPS Empresas:
- Porche fica com 42,6% da Volkswagen. A Porsche anunciou ontem o aumento de sua participação na Volkswagen para 42,6%. A empresa quer se tornar sócia majoritária da maior fabricante de automóveis da Europa até o fim do ano.
- Rússia impede Google de comprar empresa. Os reguladores russos decidiram impedir o Google de comprar a Zao Begun, empresa local de anúncios na internet.
- Unibanco antecipa balanço e quer AIG. O Unibanco resolveu antecipar em mais de dez dias a divulgação de seu balanço e anunciou lucro de R$ 704 milhões no terceiro trimestre, alta de 5,6%, e de R$ 2,2 bilhões nos primeiros nove meses do ano, 17% maior que em igual período de 2007. O banco também dobrou seu programa de recompra de ações e afirmou ter proposto ao governo americano a compra da participação da AIG na seguradora Unibanco AIG.
- A Samsung Electronics anunciou queda de 44% em seu lucro líquido trimestral, depois de declínios acentuados nos preços dos televisores de tela plana e chips de memória.
- Redecard anuncia lucro 57% maior, de R$ 281 mi. A Redecard anunciou lucro líquido recorrente de R$ 281,8 milhões no terceiro trimestre do ano, crescimento de 56,8% em relação ao mesmo período de 2007, de R$ 179,6 milhões.
- Oi prevê negócio rentável em SP já no ano que vem. A Oi tem objetivos ambiciosos para sua operação de telefonia móvel em São Paulo, mercado em que estreou oficialmente na sexta-feira, dia 24.
- Calorias na embalagem. A quantidade de calorias vai ganhar destaque nas embalagens de todos os produtos da Coca-Cola, nos Estados Unidos. Diferente do que muitos fabricantes fazem, divulgando um montante de calorias por certa porção, a Coca vai divulgar com letras bem maiores e coloridas o total contido em cada produto, na quantidade em que é oferecido.
- Por US$ 84 milhões, SP Alpargatas leva empresa argentina.
- Danone entra no mercado de água mineral no Brasil. Companhia, que lidera segmento no exterior, compra fabricante em MG.
- Chrysler anuncia demissão de 5 mil pessoas nos EUA.
- John Deere demite 200 em fábrica de máquinas no RS.
- Varejo de franquias. O Grupo Cherto inaugura em novembro a Franchise Store, uma loja na avenida Nove de Julho, em São Paulo, para vender franquias, modelo inédito no país. Mais cinco deverão ser abertas em 2009, também por franchise, diz Filomena Garcia.
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