DROPS Economia:
- Europa insiste em Bretton Woods 2. Proposta do presidente francês Nicolas Sarkozy é refundar sistema financeiro mundial, com apoio dos emergentes.
- Fed anuncia mais US$ 540 bi para ajudar fundos. Nova injeção de recursos vai socorrer instituições que aplicam em renda fixa e em papéis de baixo risco.
- China fecha fábricas de brinquedos. Produtos de baixo valor agregado dão lugar aos de alta tecnologia.
- BC injeta US$ 22,9 bi para conter o dólar.
- Leilões do BC não evitam alta do dólar. Moeda sobe 5,6% e vai a R$ 2,236; no ano, ganha 26%.
- Dólar e inflação elevam conta de luz em 15% em SP. Aumento passa a valer a partir de amanhã; para consumidores industriais, reajuste será de 16,36%.
- Dinheiro para safra não ajuda produtor de soja, afirma Maggi. Para governador do MT, produção do Estado deve cair de 5% a 10%.
- Executivos financeiros tiveram 20% de aumento no salário. Pesquisa mostra como cresceu a remuneração no Brasil nos últimos três anos, sem contar os bônus generosos.
- Selo “pegada de carbono” já é usado por 30 empresas. Britânica Carbon Trust certifica de salgadinho a sabão.
DROPS Empresas:
- Fundo dos EUA amplia fatia na Gafisa para 18,7%. Operação de compra de ações na Bolsa de NY movimenta US$ 50 mi.
- Ações caem e Vale ganha R$ 3,3 bi. Empresa vai gastar R$ 6,7 bilhões para recomprar papéis vendidos em julho pelo equivalente a R$ 10 bilhões.
- Receita da Randon cresce 46% em setembro, para R$ 305 milhões.
- TIM Brasil muda e tenta deixar problemas para trás. Empresa perdeu o segundo lugar do mercado e registrou prejuízo nos primeiros semestres.
- Net tem perda de R$ 64 milhões. Empresa, porém, fala em elevar investimentos.
- Com prejuízo Yahoo anuncia demissões.
- Bilionário desiste de investir na Ford. Kirk Kerkorian perdeu mais de 60% do que investiu na montadora.
- Gol perde R$ 48 milhões com operações de hedge.
- Controladora socorre a Açúcar Guarani. Tereos empresta US$ 220 milhões à empresa para pagar dívidas.
- A novata INQ aposta em celular avançado, mas com preço baixo. Plano é entrar na disputa com fabricantes como Nokia, Motorola e Apple.
- Dasa volta às compras. Passado mais de um ano desde sua última aquisição, a Diagnósticos da América (Dasa) anunciou ontem a compra da Maximagem – empresa de diagnósticos por imagem com sete unidades na capital paulista – por R$ 36,2 milhões.
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