Arquivo de Novembro de 2008

Direto de Paris:

- As vendas de champagne recuam num mercado cada vez mais difícil;
- Euro em alta frente ao dólar. Os mercados recuperam um pouco de confiança;
- Baixa sem precedentes nas compras através da Internet nos Estados Unidos e Europa;
- Fujitsu Siemens vai eliminar pelo menos 700 empregos na Alemanha.

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DROPS Economia:

- Espanha lança pacote de US$ 14,17 bilhões. A Espanha lançou ontem um novo pacote de estímulo de 11 bilhões de euros (US$ 14,17 bilhões) para compensar a rápida deterioração da economia do país. O plano equivale a 1,1% do Produto Interno Bruto (PIB).

- Metais e petróleo acentuam perdas. Os metais básicos recuaram de forma generalizada ontem, afetados pelos receios de declínio na demanda, que foram suficientes para ofuscar as medidas de estímulo à atividade econômica anunciada por China e Europa.

DROPS Empresas:

- Acionistas do UBS aprovaram os planos do banco de pedir socorro ao governo suíço, mas exigiram que ex-executivos sejam investigados por causa de maus investimentos nos EUA, responsáveis por um total de US$ 40 bilhões em baixas contábeis.

- Ex-executivos do UBS restituem US$ 58,3 milhões em gratificações.

- Sadia e Petrobras provocam expectativas no mercado de ações. Duas das maiores empresas do País provocaram ontem um clima de expectativa no mercado. A Sadia negou que esteja em negociação com a Nestlé para vender a companhia, mas há um forte rumor no mercado sobre a venda de uma participação ao redor de 20% da empresa para um fundo de investimento de risco.

- Estratégias de recuperação. Sadia reduz exposição líquida vendida em dólar, em derivativos, para menos de US$ 1,5 bilhões, rejeita negociações de venda e ocorrência de “insider” e prepara alienação de ativos não essências para superar a crise.

- Petrobras precisa de R$ 3 bilhões para rolar dívidas. Redução de recursos foi resultado do programa de pré-pagamento de dívidas e aumento de investimentos.

- Ultragaz retoma espaço com fornecimento a SC.

- Aracruz é alvo de ação pública nos Estados Unidos.

- A Perdigão comunicou ontem que recebeu do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) o valor de R$ 283,689 milhões referentes aos projetos de investimentos de expansão de capacidade já realizados.

- A Nokia informou que vai parar de vender celulares no Japão, exceto o modelo de luxo Vertu, porque o investimento em produtos para o mercado do país “não é sustentável”.

- AGEs do Itaú e do Unibanco avaliam fusão. Os dois bancos já mesclam diretores e Setubal preside a instituição de Moreira Salles.

- Sun busca virada com os sistemas de código aberto. Retração econômica agrava pontos fracos da companhia, que já vinha enfrentado dificuldades.

- Oi conclui financiamento para comprar BrT. A Oi (ex-Telemar) anunciou, ontem, que fechou com bancos nacionais o financiamento dos R$ 2 bilhões que faltavam do total de US$ 10 bilhões necessários para a compra do controle da Brasil Telecom (BrT).

- O Grupo Pão de Açúcar seguiu registrando altas expressivas de vendas em outubro. De acordo com dados divulgados ontem pela companhia, no conceito “mesmas lojas”, as vendas brutas aumentaram 13,9% e as vendas líquidas subiram 17,4%.

- OHL reduz ímpeto e adota cautela no Brasil. Companhia precisa investir R$ 5 bilhões nas cinco estradas federais que controla nos próximos seis anos.

- Frete cai e gigantes unem operações. As duas maiores companhias de transportes de contêineres do mundo anunciaram, no início da semana, grandes reduções nos serviços. Esse é o terceiro grande corte de capacidade do setor, que vem sendo afetado pela recessão, em pouco mais de uma semana. A Grand Alliance (formada pela Hapag-Lloyd da Alemanha, OOCL de Hong Kong e NYK Line do Japão) e a New World Alliance (Neptune Orient Lines de Cingapura, Hyundai Merchant Marine da Coréia do Sul e Mitsui OSK do Japão) anunciaram que estão fundindo seus serviços entre Ásia e a costa leste dos Estados Unidos.

- Crise leva Metagal a iniciar demissões. Sindicato fala em mais de 100 pessoas dispensadas, mas a companhia confirma apenas 31.

- Catupiry amplia linhas. A Catupiry quer ser uma empresa diferente quando completar cem anos em 2011. Acaba de lançar a versão light de seu tradicional requeijão e em meados de 2009 estréia nos segmentos de pratos prontos, molhos e sobremesas.

- Diversificação da Eternit. Eternit reduz sua dependência dos produtos de amianto – responsáveis por mais de dois terços do lucro da companhia – e entra nas áreas de louças sanitárias, telhas coloridas e amplia a linha de placas cimentícias.

- Mittal cortará 9 mil empregados no mundo.

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Sadia busca sócios e espera vender até 20% da empresa:

Crise mundial adia fechamento de aquisições da Nestlé. Desvalorização cambial fez companhia ampliar corte de custos e busca pela eficiência.

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DROPS Economia:

- Meirelles indica que Selic não vai cair. Governo já tomou medidas para restabelecer liquidez, afirma BC.

- Empresas recompram ações e ajudam a bolsa. Desde maio as empresas recompraram em média R$ 1 bilhão de suas próprias ações por mês ajudando a sustentar o fluxo da bolsa. As recompras fazem parte de programas de 53 companhias, que envolvem até R$ 13 bilhões.

- Recuo do aço. Os preços das chapas de aço recuaram 20% nos Estados Unidos em novembro e estão em “queda livre” com a desaceleração da atividade da indústria de transformação.

- Portas abertas para jovens acima da média. Empresas ampliam a busca por jovens com alto potencial de desenvolvimento como executivos, conhecidos como ‘high potencials’.

DROPS Empresas:

- Caixa socorre Petrobrás com empréstimo de R$ 2 bilhões. Direção da estatal confirma ajuda e diz que necessidade é ‘momentânea’.

- Nova suspeita sobre a Sadia chega à CVM. A Comissão de Valores Mobiliários investiga o possível uso de informação privilegiada em negociação com ações da Sadia antes da divulgação, em 25 de setembro, das perdas com derivativos.

- Crise expõe modelo de gestão na Votorantim. A crise sacudiu o grupo Votorantim e colocou em xeque o modelo de gestão adotado pela terceira geração da família Ermírio de Moraes. O conglomerado fez apostas equivocadas com derivativos financeiros, que deram prejuízos de R$2,2 bilhões, complicou-se na negociação para a compra do controle majoritário da Aracruz e negocia a venda de uma participação minoritária em seu braço financeiro.

- Unibanco e AIG desfazem a parceria. A AIG e o Unibanco comunicaram ontem à noite o fim na participação acionária mútua no negócio de seguros, que já durava 11 anos, por meio de um acordo de permuta das participações societárias nas áreas de seguro e previdência.

- Natal do Carrefour. O Carrefour informou hoje que prevê crescimento nominal de 15% do seu faturamento neste Natal sobre o mesmo período do ano passado. A previsão vale para as vendas totais da rede no Brasil.

- Venda da TIM é opção para italianos, mas depende de cenário complexo. Ações da companhia dispararam ontem com expectativa de compra pela Telefónica.

- Toshiba adia fábricas. A Toshiba avalia a possibilidade de adiar a construção de duas novas unidades fabris de chips no Japão, devido ao desaquecimento da demanda e da queda nos preços dos componentes.

- Super Bowl perde anunciantes tradicionais. A maior parte da grade de propaganda a ser veiculada no Super Bowl de 2009 que não foi vendida em setembro continua na mesma, uma grande mudança em relação ao começo do ano, quando a NBC anunciou que o tempo de veiculação estava sendo vendido mais rapidamente que o normal.

- O Goldman Sachs informou ter encerrado negociações para vender seus 41,7% na fabricante japonesa de eletrônicos Sanyo à também japonesa Panasonic. Segundo pessoas a par do assunto, o preço oferecido ficou muito abaixo do esperado pelo Goldman.

- A Porsche, montadora alemã, acha pouco provável que consiga aumentar sua participação na Volkswagen para mais de 50% até o fim do ano, por causa da queda de 18% nas vendas de automóveis de luxo. A Porsche tem 42,6% da Volks e quer chegar a 75%.

- A Fitch tirou da Toyota sua nota AAA, a mais alta da agência de classificação de risco, e rebaixou dois níveis, para AA (ainda grau de investimento). Segundo a agência, além da queda na demanda, a exportação de automóveis vai sofrer com a alta do iene.

- A Deere, fabricante americana de tratores e implementos agrícolas, alertou que o lucro vai cair no ano fiscal iniciado em novembro, por causa da desaceleração econômica.

- Carlos Slim, bilionário mexicano, comprou US$ 150 milhões em ações do Citigroup através de sua firma de investimentos Grupo Financeiro Inbursa, ajudando a sustentar o terceiro dia consecutivo de alta na ação do banco americano.

- Demissões na Arcelor. A ArcelorMittal informou que pode afastar por prazo indefinido 16% de sua força de trabalho nos Estados Unidos, como conseqüência de redução de produção. Ela anunciou recentemente que reduziu sua produção em 40% na América do Norte devido à queda na demanda.

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Leilão à vista:

- Quem vai comprar o Citibank no Brasil?

- E quem vai comprar o Citibank nos EUA?

‘Bradesco não vai fazer movimentos no país ou fora’. Cypriano diz que o banco ainda é líder em depósitos à vista e poupança.

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DROPS Economia:

- Situação do Japão piorou, avalia BOJ. O Banco do Japão (BOJ) demonstrou preocupação com o ambiente para o financiamento corporativo em seu relatório econômico de novembro, afirmando que as condições domésticas se deterioraram.

- Retração americana. O PIB dos EUA caiu 0,5% no terceiro trimestre, segundo dado revisado divulgado ontem. A previsão anterior era de 0,3%.

- Contratações de crédito diminuíram em outubro. A crise financeira internacional desacelerou a contratação de empréstimos e encareceu os custos, mas não chegou a provocar interrupção abrupta do crédito, como se temia.

- Crédito para compra de veículos e para empresas tem forte retração.

- Fundos aproveitam baixa de ações e vão às compras.

- Bancos vendem 30% das carteiras. Pequenas e médias instituições já passaram adiante R$ 22,6 bi em carteiras de crédito para os grandes bancos.

- Menos otimista. 4,2% foi a queda do Índice de Confiança do Consumidor em novembro para 96,9 pontos. É o pior nível da história do indicador, iniciada em setembro de 2005.

- Consumo de energia cai 3,3% por causa da crise. O setor elétrico brasileiro começa a sentir os primeiros efeitos da crise mundial. Em novembro, o País deixou de consumir um volume de energia equivalente ao abastecimento de uma região de 2,2 milhões de habitantes, como o ABC paulista.

- Turismo parisiense. Pela primeira vez, o Escritório de Turismo de Paris traz ao Brasil um grupo de 25 empresários do setor. A intenção é atrair turistas de países emergentes e compensar a redução dos visitantes dos países ricos. “No primeiro semestre, os americanos diminuíram 20%”, diz Paul Roll, diretor do escritório.

DROPS Empresas:

- AIG custará até R$ 2 bi ao Unibanco. Estão praticamente concluídas as negociações para que o Unibanco compre a participação do grupo americano AIG na seguradora do banco

- Gerdau reduz produção. O grupo Gerdau, segundo maior produtor de aços longos do mundo, antecipou de 2010 para este ano a manutenção do alto-forno n°1 da Açominas e também parou a produção da Siderperú, que será retomada apenas em março.

- Volks pára Wolfsburg. A Volkswagen deverá suspender a produção de sua maior fábrica mundial por mais de três semanas, a partir do mês que vem, para enfrentar a retração dos mercados. A fábrica de Wolfsburg, sede da montadora alemã, vai ficar fechada entre 18 de dezembro e 11 de janeiro.

- Google corta terceiros. O Google, gigante das buscas na internet, disse que está reduzindo “significativamente” o número de trabalhadores terceirizados que utiliza, mas não tem planos até o momento de demitir funcionários, informou o “Wall Street Journal”.

- Operação da PF prende dirigentes da Casa&Vídeo.

- Controladores belgas da ABInBev concluem venda de 1,2 bi de euros em ações. A família belga de investidores da Anheuser-Busch InBev (ABInBev) concluiu ontem a venda de 1,2 bilhão de euros (US$ 1,55 bilhão) em ações.

- Com divergências sobre preço, união de Panasonic e Sanyo pode fracassar.

- BR Malls recompra. A BR Malls, que atua no segmento de shopping centers, iniciou ontem uma oferta pública de recompra de seus bônus perpétuos emitidos no exterior até o montante equivalente a US$ 30 milhões de valor de face. A empresa possui uma dívida de US$ 175 milhões com esse instrumento.

- A Philips Electronics, parte do conglomerado industrial holandês, informou que vai cortar 1.600 empregos na unidade de operações de imagens médicas, em resposta à crise econômica global.

- Marcel Ospel, que foi afastado da presidência do conselho do UBS em abril, disse que vai devolver mais de US$ 18,4 milhões, dois terços dos US$ 27,5 milhões que ele e outros dois executivos receberam, depois de críticas dos acionistas aos salários pagos pelo banco suíço.

- A Axa, uma das maiores seguradoras da Europa, reduziu a previsão de ganhos para as operações de seguros em 2008 de US$ 6,3 bilhões para, no máximo, de US$ 4 bilhões.

- A Skanska, construtora sueca, informou que vai cortar 3.400 empregos, por causa do enfraquecimento do mercado de construção civil.

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Em que ponto chegamos:

- GM corta Tiger Woods. A General Motors e o jogador de golfe profissional Tiger Woods anunciaram ontem o encerramento do contrato de patrocínio do campeão americano.

- Coca-Cola aperta a tampa. Os fabricantes de Coca-Cola no Brasil vão reduzir o tamanho das garrafas para economizar PET, a resina usada em sua fabricação. A economia será de aproximadamente R$ 2,5 milhões por ano.

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DROPS Economia:

- Governo dos EUA injeta US$ 20 bi no Citi. Operação para combater desconfiança generalizada em relação ao banco faz ações subirem 58%.

- O governo da Grã-Bretanha anunciou um pacote de estímulo fiscal de US$ 29,7 bilhões para tentar amenizar a crise econômica. As medidas incluem corte de impostos para 22 milhões de pessoas, criação da alíquota de IR de 45% para os salários mais altos e redução de 17,5% para 15% no tributo sobre compras no varejo até o fim de 2009.

- França e Alemanha acertam plano conjunto anticrise. Os governos da França e da Alemanha já definiram quais serão as prioridades do plano de relançamento conjunto que preparam para enfrentar a recessão internacional. Ontem, no Palácio do Eliseu, em Paris, o presidente francês, Nicolas Sarkozy, e a chanceler alemã, Angela Merkel, chegaram a acordos sobre um “pacto pelo emprego” e sobre investimentos maciços em energia, tecnologia, pesquisa e educação. A estratégia não inclui a redução de impostos, adotada pelo Reino Unido.

- Swap faz país voltar a ser devedor líquido. Parcela do débito vinculada ao dólar passou a ser positiva em R$ 16,15 bilhões em outubro.

- Investimento estrangeiro bate recorde. Número positivo se mantém, mesmo com fuga de US$ 7,8 bi.

- Bolsas disparam com ajuda ao Citi e equipe de Obama.

- Dólar cai ante o real, euro e libra. Moeda norte-americana recuou 5,52% no mercado à vista em meio ao salto dos índices acionários e do petróleo.

- Novos computadores buscam reproduzir funções do cérebro. Aplicações incluem desde a melhoria das ligações telefônicas até o monitoramento de tropas.

- Empresário e trabalhadores divergem sobre projeto que regula terceirização.

- Com a crise, investidor foge também do mercado de arte. Casas de leilões vendem lotes abaixo das estimativas; ações da Sotheby´s acumulam queda de 77% no ano.

- UE amplia proposta de cota para etanol brasileiro. Bloco europeu aceita que o País forneça até 6% do consumo interno do combustível, no marco da Rodada Doha.

DROPS Empresas:

- Wal-Mart e Pão de Açúcar fidelizam cliente. Para tentar driblar a crise no País, o Wal-Mart focará ações de fidelização no Sul e Sudeste, enquanto a rede Pão de Açúcar remodela formato de programa de benefícios do cartão Mais.

- ABInBev anuncia subscrição. A Anheuser-Busch InBev (ABInBev) anunciou ontem uma operação de subscrição de ações no valor de US$ 8,2 bilhões, com desconto de 70% sobre o valor do papel. Os recursos vão pagar o empréstimo-ponte usado para bancar parte da compra da cervejaria americana.

- Copa bilionária. A Fifa encerrou na semana passada a venda dos direitos comerciais sobre a Copa de 2010, na África do Sul. Somados patrocínios e direitos de transmissão, a entidade vai faturar US$ 3,4 bilhões. Entre os patrocinadores estão Coca-Cola, McDonald´s e Visa.

- MMX prevê queda na produção este ano. A mineradora MMX revisou suas projeções de produção de minério de ferro para este ano, por causa principalmente da paralisação da unidade de Corumbá, em Mato Grosso do Sul, que responde por 30% da capacidade produtiva da companhia.

- Apple é acusa de infringir patente. A Apple é o alvo de um processo que afirma que a tecnologia usada para que o iPhone possa navegar na internet infringe uma patente registrada por Elliot Gottfurcht e dois co-inventores de Los Angeles.O processo foi registrado pela EMG Technology ontem, no Texas. A EMG foi fundada por Gottfurcht e tem somente um empregado.

- A Nissan, montadora japonesa, anunciou que não vai participar do Salão do Automóvel de Detroit nem do de Chicago, para economizar recursos diante da crise econômica e porque não terá novos produtos a apresentar no futuro próximo.

- A Johnson & Johnson, dos EUA, fez acordo para comprar, por US$ 438 milhões, a também americana Omrix Biopharmaceuticals, e ganhar a propriedade de medicamentos de largo uso na prevenção de hemorragia em cirurgias.

- Mais férias na Volks. A Volkswagen decidiu ampliar o período de férias coletivas para funcionários das fábricas de São Bernardo do Campo, São José dos Pinhais e São Carlos.

- GM anuncia novas férias coletivas no País. A General Motors anunciou novas férias coletivas para 10,2 mil trabalhadores nas unidades de Gravataí (RS) e São Caetano do Sul (SP). A montadora informou que as paralisações na produção têm o objetivo de ajustar o estoque.

- Deputado tenta barrar compra da BrT pela Oi.

- Vale tem maior alta desde janeiro de 99. Vale ON teve alta de 14,52%, refletindo o bom momento das commodities. A valorização de ontem foi a maior desde 15 de janeiro de 1999, dia do anúncio da maxidesvalorização do real, quando as ações dispararam 34,78%.

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Crise:

EUA vão injetar US$ 20 bilhões para salvar Citigroup. Governo dará garantias de cerca de US$ 300 bilhões para os ativos do banco.

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DROPS Economia:

- Comércio global cai pela primeira vez desde 2001. OMC prevê que no ano que vem haverá redução nas exportações mundiais, a terceira queda em três décadas.

- Só 11% do País estão dando atenção à crise. Apenas 11% dos brasileiros têm acompanhado as notícias sobre a crise internacional em outubro. Pesquisa da Ipsos apontou também de que 30% dos entrevistados pretendem gastar menos do que em 2007.

- Incentivos custam R$ 76 bilhões. A Receita Federal deixará de arrecadar neste ano R$ 76 bilhões em razão de isenções, anistias, subsídios, reduções de alíquotas ou deduções em impostos. Esses gastos tributários, que beneficiam empresas e pessoas físicas, representam 2,77% do produto Interno Bruto (PIB).

- A cotação média do petróleo venezuelano chegou a US$ 40,68, a menor dos últimos 22 meses.

- Preços do cereal seguem com forte queda no país. Os preços do trigo no país seguem em queda e a tendência é que continuem sem sustentação nas próximas semanas.

DROPS Empresas:

- Dificuldades do Citi podem acelerar onda de consolidação. Para analistas, operações brasileiras atrairiam muitos interessados. A notícia de que o Citigroup avalia vender ativos para amenizar as dificuldades que enfrenta no mercado americano colocou mais lenha nas especulações a respeito da consolidação do sistema bancário brasileiro.

- ‘Banco ruim’ para salvar Citi. O Citigroup está perto de um acordo com autoridades americanas para criar um “banco ruim” que abrigaria os ativos podres da instituição. As partes esperavam anunciar acordo ontem à noite, depois de discussões entre executivos do Citi e funcionários do Fed e do Tesouro dos EUA.

- Itaú e BB entre os 10 das Américas. Com Unibanco e Nossa Caixa, Itaú e Banco do Brasil avançam na lista de quem administra mais ativos na região.

- A Accor confirma abertura de 10 hotéis no País em 09.

- Boticário mudará suas lojas e vê alta de 18% este ano. Os impactos da crise no varejo ainda não assustam O Boticário, rede de franquias de cosméticos com 2,5 mil lojas. A empresa prevê crescer 18% este ano, com possibilidade de ultrapassar R$ 1 bilhão de faturamento na área de produção, além de atingir receita superior a R$ 2,5 bilhões em suas lojas.

- O anúncio de uma grande promoção assustou os investidores da rede de lojas de departamentos inglesa Marks & Spencer. A empresa iniciou na semana passada uma grande liquidação de bebidas e produtos natalinos.

- Em tempos difíceis, sopas Campbell vendem mais. A julgar pela despensa das famílias, a mais nova recessão nos Estados Unidos poderá se tornar uma benção para a Campbell Soup, assim como aconteceu nas duas últimas contrações econômicas.

- A Moeller-Maersk, da Dinamarca, maior empresa de transporte marítimo de carga do mundo, anunciou que vai cortar em 8% a capacidade de carga entre o Oriente e a América do Norte.

- Aracruz deve culpar Zagury por prejuízos. Uma assembléia de acionistas da fabricante de celulose Aracruz deve apontar hoje o ex-diretor financeiro da empresa Isac Zagury como o responsável pelas operações com derivativos de câmbio que levaram a companhia a perdas bilionárias. É praticamente certo que Zagury será réu de um processo judicial por danos ao patrimônio da Aracruz.

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