DROPS Economia:
- Meirelles indica que Selic não vai cair. Governo já tomou medidas para restabelecer liquidez, afirma BC.
- Empresas recompram ações e ajudam a bolsa. Desde maio as empresas recompraram em média R$ 1 bilhão de suas próprias ações por mês ajudando a sustentar o fluxo da bolsa. As recompras fazem parte de programas de 53 companhias, que envolvem até R$ 13 bilhões.
- Recuo do aço. Os preços das chapas de aço recuaram 20% nos Estados Unidos em novembro e estão em “queda livre” com a desaceleração da atividade da indústria de transformação.
- Portas abertas para jovens acima da média. Empresas ampliam a busca por jovens com alto potencial de desenvolvimento como executivos, conhecidos como ‘high potencials’.
DROPS Empresas:
- Caixa socorre Petrobrás com empréstimo de R$ 2 bilhões. Direção da estatal confirma ajuda e diz que necessidade é ‘momentânea’.
- Nova suspeita sobre a Sadia chega à CVM. A Comissão de Valores Mobiliários investiga o possível uso de informação privilegiada em negociação com ações da Sadia antes da divulgação, em 25 de setembro, das perdas com derivativos.
- Crise expõe modelo de gestão na Votorantim. A crise sacudiu o grupo Votorantim e colocou em xeque o modelo de gestão adotado pela terceira geração da família Ermírio de Moraes. O conglomerado fez apostas equivocadas com derivativos financeiros, que deram prejuízos de R$2,2 bilhões, complicou-se na negociação para a compra do controle majoritário da Aracruz e negocia a venda de uma participação minoritária em seu braço financeiro.
- Unibanco e AIG desfazem a parceria. A AIG e o Unibanco comunicaram ontem à noite o fim na participação acionária mútua no negócio de seguros, que já durava 11 anos, por meio de um acordo de permuta das participações societárias nas áreas de seguro e previdência.
- Natal do Carrefour. O Carrefour informou hoje que prevê crescimento nominal de 15% do seu faturamento neste Natal sobre o mesmo período do ano passado. A previsão vale para as vendas totais da rede no Brasil.
- Venda da TIM é opção para italianos, mas depende de cenário complexo. Ações da companhia dispararam ontem com expectativa de compra pela Telefónica.
- Toshiba adia fábricas. A Toshiba avalia a possibilidade de adiar a construção de duas novas unidades fabris de chips no Japão, devido ao desaquecimento da demanda e da queda nos preços dos componentes.
- Super Bowl perde anunciantes tradicionais. A maior parte da grade de propaganda a ser veiculada no Super Bowl de 2009 que não foi vendida em setembro continua na mesma, uma grande mudança em relação ao começo do ano, quando a NBC anunciou que o tempo de veiculação estava sendo vendido mais rapidamente que o normal.
- O Goldman Sachs informou ter encerrado negociações para vender seus 41,7% na fabricante japonesa de eletrônicos Sanyo à também japonesa Panasonic. Segundo pessoas a par do assunto, o preço oferecido ficou muito abaixo do esperado pelo Goldman.
- A Porsche, montadora alemã, acha pouco provável que consiga aumentar sua participação na Volkswagen para mais de 50% até o fim do ano, por causa da queda de 18% nas vendas de automóveis de luxo. A Porsche tem 42,6% da Volks e quer chegar a 75%.
- A Fitch tirou da Toyota sua nota AAA, a mais alta da agência de classificação de risco, e rebaixou dois níveis, para AA (ainda grau de investimento). Segundo a agência, além da queda na demanda, a exportação de automóveis vai sofrer com a alta do iene.
- A Deere, fabricante americana de tratores e implementos agrícolas, alertou que o lucro vai cair no ano fiscal iniciado em novembro, por causa da desaceleração econômica.
- Carlos Slim, bilionário mexicano, comprou US$ 150 milhões em ações do Citigroup através de sua firma de investimentos Grupo Financeiro Inbursa, ajudando a sustentar o terceiro dia consecutivo de alta na ação do banco americano.
- Demissões na Arcelor. A ArcelorMittal informou que pode afastar por prazo indefinido 16% de sua força de trabalho nos Estados Unidos, como conseqüência de redução de produção. Ela anunciou recentemente que reduziu sua produção em 40% na América do Norte devido à queda na demanda.
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