DROPS Economia:

- Espanha lança pacote de US$ 14,17 bilhões. A Espanha lançou ontem um novo pacote de estímulo de 11 bilhões de euros (US$ 14,17 bilhões) para compensar a rápida deterioração da economia do país. O plano equivale a 1,1% do Produto Interno Bruto (PIB).

- Metais e petróleo acentuam perdas. Os metais básicos recuaram de forma generalizada ontem, afetados pelos receios de declínio na demanda, que foram suficientes para ofuscar as medidas de estímulo à atividade econômica anunciada por China e Europa.

DROPS Empresas:

- Acionistas do UBS aprovaram os planos do banco de pedir socorro ao governo suíço, mas exigiram que ex-executivos sejam investigados por causa de maus investimentos nos EUA, responsáveis por um total de US$ 40 bilhões em baixas contábeis.

- Ex-executivos do UBS restituem US$ 58,3 milhões em gratificações.

- Sadia e Petrobras provocam expectativas no mercado de ações. Duas das maiores empresas do País provocaram ontem um clima de expectativa no mercado. A Sadia negou que esteja em negociação com a Nestlé para vender a companhia, mas há um forte rumor no mercado sobre a venda de uma participação ao redor de 20% da empresa para um fundo de investimento de risco.

- Estratégias de recuperação. Sadia reduz exposição líquida vendida em dólar, em derivativos, para menos de US$ 1,5 bilhões, rejeita negociações de venda e ocorrência de “insider” e prepara alienação de ativos não essências para superar a crise.

- Petrobras precisa de R$ 3 bilhões para rolar dívidas. Redução de recursos foi resultado do programa de pré-pagamento de dívidas e aumento de investimentos.

- Ultragaz retoma espaço com fornecimento a SC.

- Aracruz é alvo de ação pública nos Estados Unidos.

- A Perdigão comunicou ontem que recebeu do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) o valor de R$ 283,689 milhões referentes aos projetos de investimentos de expansão de capacidade já realizados.

- A Nokia informou que vai parar de vender celulares no Japão, exceto o modelo de luxo Vertu, porque o investimento em produtos para o mercado do país “não é sustentável”.

- AGEs do Itaú e do Unibanco avaliam fusão. Os dois bancos já mesclam diretores e Setubal preside a instituição de Moreira Salles.

- Sun busca virada com os sistemas de código aberto. Retração econômica agrava pontos fracos da companhia, que já vinha enfrentado dificuldades.

- Oi conclui financiamento para comprar BrT. A Oi (ex-Telemar) anunciou, ontem, que fechou com bancos nacionais o financiamento dos R$ 2 bilhões que faltavam do total de US$ 10 bilhões necessários para a compra do controle da Brasil Telecom (BrT).

- O Grupo Pão de Açúcar seguiu registrando altas expressivas de vendas em outubro. De acordo com dados divulgados ontem pela companhia, no conceito “mesmas lojas”, as vendas brutas aumentaram 13,9% e as vendas líquidas subiram 17,4%.

- OHL reduz ímpeto e adota cautela no Brasil. Companhia precisa investir R$ 5 bilhões nas cinco estradas federais que controla nos próximos seis anos.

- Frete cai e gigantes unem operações. As duas maiores companhias de transportes de contêineres do mundo anunciaram, no início da semana, grandes reduções nos serviços. Esse é o terceiro grande corte de capacidade do setor, que vem sendo afetado pela recessão, em pouco mais de uma semana. A Grand Alliance (formada pela Hapag-Lloyd da Alemanha, OOCL de Hong Kong e NYK Line do Japão) e a New World Alliance (Neptune Orient Lines de Cingapura, Hyundai Merchant Marine da Coréia do Sul e Mitsui OSK do Japão) anunciaram que estão fundindo seus serviços entre Ásia e a costa leste dos Estados Unidos.

- Crise leva Metagal a iniciar demissões. Sindicato fala em mais de 100 pessoas dispensadas, mas a companhia confirma apenas 31.

- Catupiry amplia linhas. A Catupiry quer ser uma empresa diferente quando completar cem anos em 2011. Acaba de lançar a versão light de seu tradicional requeijão e em meados de 2009 estréia nos segmentos de pratos prontos, molhos e sobremesas.

- Diversificação da Eternit. Eternit reduz sua dependência dos produtos de amianto – responsáveis por mais de dois terços do lucro da companhia – e entra nas áreas de louças sanitárias, telhas coloridas e amplia a linha de placas cimentícias.

- Mittal cortará 9 mil empregados no mundo.



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