Arquivo de Janeiro de 2009

Europeus tomam as ruas das capitais em atos contra a crise

Na França, Grécia e Espanha, no Reino Unido e no Leste Europeu, milhões de pessoas repudiam ajuda a bancos e pedem proteção contra demissões.

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DROPS Economia:

- Há 20 anos não ocorria ‘colapso’ social desse porte.

- Camargo Corrêa compra fatia da Votorantim na CPFL. Grupo vai desembolsar R$ 2,67 bi pela participação de 14,3%, bem acima do esperado.

- Previdência cobra R$ 458,9 milhões da Estácio de Sá.

- Nippon Steel vai ficar com as ações da Vale na Usiminas. Para analistas, mineradora está saindo do negócio em um momento ruim, com os papéis em baixa.

- Empresas desistem do São Francisco. Mais duas empreiteiras, além da Camargo Corrêa, desistiram de sua parte nas obras de transposição do Rio São Francisco.

- Mais acordos com corte salarial. Total de 3,6 mil trabalhadores da MWM e da Sabó terão jornada menor e emprego garantido.

DROPS Empresas:

- Ford tem pior ano de sua história em 2008. Empresa, que não recebeu ajuda do governo dos EUA, teve perdas de US$ 14,6 bilhões.

- Cosan fica perto de levar a NovAmérica. Compra do braço sucroalcooleiro do Grupo NovAmérica pode ser definida até fevereiro.

- Eastman Kodak tem prejuízo e vai demitir.

- Cacau Show cresce. A rede de franquias Cacau Show encerrou o ano passado com 598 pontos-de-venda, 61% a mais que os 371 de 2007.

- Crise leva Nintendo a rever projeções. Companhia japonesa pode apresentar a primeira queda anual nos resultados em cinco anos.

- Prejuízo recorde. A Toshiba, maior fabricante de chips do Japão, anunciou que terá prejuízo anual recorde.

- Genii Capital compra a Polaroid por US$ 42 milhões.

- Menos Cerveja. A AmBev prevê enfrentar um ano “desafiador” em 2009 devido à piora no mercado de trabalho, o que deve reduzir o consumo de cervejas.

- Colgate lucra 20% mais. A Colgate-Palmolive anunciou um lucro trimestral acima do esperado por analistas ontem, impulsionado pelo crescimento em mercados emergentes e por aumento de preço.

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CEO – Profissão Perigo: Efeitos da Crise; A volta da família.

Antes das turbulências atuais, a tendência das empresas familiares era a abertura do Capital e o “IPO”. Para isso buscavam a profissionalização da gestão. Agora, já nos primeiros momentos da crise, parece que a tendência é outra. Saem os profissionais contratados e voltam os familiares. Primeiro os frigoríficos Bertin e Mercosul, agora a Microcamp, amanhã… quem sabe.
Quem disse que santo de casa não faz milagres?

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DROPS Economia:

- Câmara aprova pacote de Obama de US$ 819 bi.

- Brasil vai crescer só 1,8% prevê FMI. Fundo revê previsão de expansão, que era de 3% há quatro meses.

- País vai acompanhar o mundo em pouso forçado, diz Roubini. Para o economista que previu com mais precisão a crise financeira global, qualquer crescimento do Brasil abaixo de 3% já pode ser considerado fraco.

- Advocacia prospera em meio a falências. Poucos setores da economia “escapam” de um incremento nos negócios em épocas de crescimento econômico. Já em tempos de crise, ao menos um se mantém em plena atividade: o de serviços jurídicos.

- Cooperativa é opção de juro baixo. Setor prepara expansão e pretende chegar a 10% do sistema financeiro até 2012.

- Empresas cortam recursos para treinamento de pessoal. Queda é estimada em até 40%, e programas passam a ser focados apenas nos executivos de cargos mais altos.

- Genéricos vão entrar em mercado de R$ 750 mi. 17 remédios deixam de ter proteção de patente até 2011.

- Desempregados podem chegar a 51 milhões. Projeção da OIT aponta risco de colapso social nos países.

DROPS Empresas:

- O grupo Carrefour, maior varejista da Europa, planeja manter seu quadro de funcionários na França este ano. Para isso, vai contratar 15 mil pessoas, para substituir aqueles que deixarão a companhia.

- O Carrefour negocia uma joint venture na Índia, informaram fontes próximas às conversas.

- Panasonic deve ter o primeiro prejuízo em seis anos. Companhia japonesa anunciou fechamento de duas fábricas e 560 demissões na Ásia.

- A Santos Brasil Participações, operadora portuária de contêineres, viu seu lucro cair quase pela metade no ano de 2008, que encerrou com resultado de R$ 47,1 milhões ante os R$ 92,7 milhões em 2007.

- Novartis lucra mais. A farmacêutica Novartis anunciou ontem um lucro líquido de US$ 8,2 bilhões no ano de 2008, o que representa um aumento de 25% ante o ano anterior.

- Com receita estagnada, SAP corta 3 mil vagas. Retração da economia afetou desempenho da companhia.

- Asus, de Taiwan, inicia produção no Brasil. Com fabricação em Curitiba, companhia planeja triplicar vendas locais de notebooks neste ano.

- Canon registra queda de 37% no lucro líquido.

- Starbucks demite. A Starbucks, maior rede de cafeterias do mundo, anunciou que vai demitir 6,7 mil funcionários e fechar 300 lojas.

- A Ford, em busca de alternativas para fazer caixa, começa esta semana a selecionar os interessados em comprar a marca de luxo Volvo.

- A petrolífera francesa Total anunciou oferta para comprar a canadense UTS Energy por US$ 503,2 milhões.

- A Roche praticamente eliminou as chances de ser comprada ao anunciar, ontem, que as famílias Oeri e Hoffman estenderam indefinidamente um acordo que lhes dá o controle da farmacêutica suíça, com 50,01%.

- A Boeing divulgou prejuízo de US$ 56 milhões no quarto trimestre, ante lucro de pouco mais de US$ 1 bilhão no mesmo período de 2007.

- A fábrica da Toyota em San Antonio, Texas, está operando com apenas um turno.

- Bunge negocia a compra de usinas no país.

- Expansão da Hershey. Dez anos depois de desembarcar no país, a Hershey Company, maior fabricante de chocolates dos EUA, espera em 2009 seu melhor ano no Brasil. O crescimento previsto é superior a 10%.

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Sair da crise? É preciso reduzir impostos

Provavelmente, não vamos conseguir escapar da crise como sonha o governo. Um monte de razões, mas duas delas são mortais: imposto alto e medo do desemprego. Vivemos o esgotamento dos mercados que não crescem mais como antes. E o poder aquisitivo vai ficando cada vez mais baixo. Não só porque o brasileiro ganha pouco, mas pelo fato as empresas repassarem aos preços os impostos pagos. Quem paga imposto, na verdade, é o consumidor. E, para piorar, ainda temos o redutor do salário, que é o imposto de renda da pessoa física - que faz com que a pessoa pague impostos duas vezes, quando recebe salário e quando gasta. Isso é perverso, pois se o povo não compra, a empresa para de produzir e demite. O governo arrecada por ano cerca de um trilhão de reais em tributos, sem contar os encargos trabalhistas. Fazendo as contas, cada brasileiro “paga” para o governo, em média, R$ 450 mensais, mais do que um salário mínimo, só em impostos. Considerando apenas a população economicamente ativa, aquela que trabalha, esse valor chega a quase mil reais mensais pagos por cada trabalhador brasileiro para ser governado. Que condomínio caro!!! Hoje, entre 35% e 60% do preço de qualquer produto ou serviço é composto por impostos, ou seja, dinheiro que vai para o governo. Caso a carga de impostos fosse reduzida dos atuais 37% do PIB para, por exemplo, 18%, como no México, haveria uma redução de mais de 25% nos preços, um desconto direto. Isso provocaria, automaticamente, um aumento do poder aquisitivo da população, permitindo a entrada no mercado de uma leva enorme de novos consumidores. Isto levaria as empresas a implementarem seus projetos, gerando, portanto, novos empregos.

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DROPS Economia:

- Crise dura mais de três anos, dizem executivos. Pesquisa ouviu 1.124 dirigentes de empresas em 50 países.

- Promon prevê crescer 80% com contratos de Vale e Petrobras. Transformada em empresa, essa divisão projeta R$ 700 milhões no ano e abre filial em Minas.

- Nível de confiança é o menor em 10 anos. Índice da CNI cai a 47,4 pontos em janeiro e reflete momento da crise.

- Material de construção pode ter o IPI zerado. Governo iria anunciar pacote de habitação hoje, mas adia medida.

- Arrecadação bate recorde em 2008, mas cai 4,7% em dezembro. Receitas do governo federal com tributos em 2008 atingiu R$ 701 bilhões, mesmo com a extinção da CPMF.

- Supermercados perdem fôlego. Depois de ampliar em quase 9% as vendas no ano passado, a maior taxa real de crescimento do setor deve desacelerar em 2009.

- Grandes redes de varejo temem ficar sem produtos. Grandes redes de varejo de artigos têxteis advertem que, se não houver liberação imediata das licenças de importação, a coleção de inverno estará comprometida.

- Empresas param e governo pode rever bloqueio a importações. Exigência de ‘licenças automáticas’ só não foi suspensa porque ministro Miguel Jorge está em missão fora do País.

- 0,36% foi a alta do Índice de Preços ao Consumidor (IPC) na terceira quadrissemana de janeiro.

- Crise financeira torna mais barato poluir. Preço dos créditos de carbono caiu drasticamente, reduzindo o incentivo para investimento no controle da poluição.

DROPS Empresas:

- Dell enfrenta o desafio do varejo. Líder no mercado empresarial, companhia agora busca consumidor comum.

- NEC Tokin demite. A fabricante japonesa de baterias NEC Tokin anunciou que vai fechar fábricas e demitir cerca de 9 mil funcionários, além de oferecer planos de aposentadoria antecipada a outros 450 no Japão.

- Whirlpool prevê expansão de até 2% em 2009. Com um estoque 30% menor, líder do setor já negocia metas de vendas com varejo.

- Hershey lucra mais. A Hershey, maior fabricante americana de chocolates, teve lucro líquido de 51% no quarto trimestre chegando a US$ 82,2 milhões.

- O Santander anunciou ontem que está oferecendo US$ 1,8 bilhão em ações a milhares de clientes prejudicados por investimentos do banco espanhol no esquema supostamente fraudulento de Bernard Madoff.

- A Nomura, que comprou as operações européias e asiáticas da Lehman Brothers, anunciou prejuízo de US$ 3,8 bilhões no terceiro trimestre fiscal.

- O Yahoo divulgou prejuízo de US$ 303,4 milhões no quarto trimestre, comparado a lucro de US$ 205,7 milhões no mesmo período de 2007.

- A U.S. Steel, maior siderúrgica americana, divulgou lucro de US$ 308 milhões no quarto trimestre, quase nove vezes maior que o do mesmo período de 2007.

- Nokia paralisa produção de celulares em Manaus.

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Segunda-Feira Negra

OIT estima que 20 milhões perderão o emprego em 2009 no mundo.
Demissões do dia:
• Montadoras do Japão (setor automotivo) 25 mil em 12 empresas;
• Cartepillar (setor de máquinas) 20 mil;
• Sprint Nextel (setor de telecomunicações) 8 mil;
• Pfizer (setor farmacêutico) 8 mil;
• ING (setor financeiro) 7 mil;
• Home Depot (setor de varejo) 7 mil;
• Philips (setor de eletroeletrônicos) 6 mil;
• Corus (setor de siderurgia) 3,5 mil, além das 500 anteriores;
• General Motors (setor automotivo) 2 mil em Ohio e Michigan.
As piores da crise:
• Citigroup (setor financeiro) 52 mil;
• Hewlett-Packard (setor de tecnologia) 24,6 mil;
• Cartepillar (setor de máquinas) 20 mil;
• Siemens (setor de eletroeletrônicos) 16,7 mil;
• Sony (setor de eletroeletrônicos) 16 mil;
• Rio Tinto (setor de mineração) 14 mil;
• Alcoa (setor de siderurgia) 13,5 mil;
• AT&T (setor de telecomunicações) 12 mil.

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DROPS Economia:

- Em dia de demissões, bolsas sobem nos EUA e Europa.

- Vizinho reincidente. Só para variar, a Argentina volta a jogar pesado contra o Brasil em questões de comércio exterior. Está aprofundando, desde o começo do ano, práticas questionáveis para barrar exportações do Brasil, atingindo de frente empresas como Tramontina e Paramount.

- O governo francês informou que vai oferecer US$ 6,5 bilhões em empréstimos preferenciais para ajudar empresas aéreas a comprar jatos Airbus.

- As exportações de petróleo do Equador caíram para US$ 399 milhões em novembro, 46% abaixo do total exportado no mesmo período de 2007.

- Crise global derruba governo da Islândia. Em estado de ‘falência nacional’ país viu desemprego crescer de 1,9% para 7% em 3 meses.

- Suco de laranja perde prestígio e mercados. O mercado internacional de suco de laranja não é mais o mesmo.

- Nouriel Roubini, economista que previu a crise continua pessimista.

- Laptop nas escolas. O Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) informou ontem, segundo a Agência Brasil, que parte dos 150 mil notebooks do programa “Um Computador por Aluno” serão distribuídos antes do início do ano letivo.

- Brasil impõe licença prévia para 60% das importações. Preocupado com o impacto da crise global na balança comercial, o governo instituiu uma barreira informal às importações que dificultará a entrada de diversos produtos no país. Os setores afetados pelas mudanças são a indústria de moagem (trigo), plásticos, borrachas, ferro e aço, obras de ferro fundido, cobre e alumínio, bens de capital, máquinas e aparelhos elétricos, têxteis, materiais de transporte (autopeças), automóveis e tratores, aparelhos ópticos e instrumentos cirúrgicos.

- Indústria de SP faz corte recorde. Em dezembro, foram 130 mil demissões, maior nível em 14 anos.

- Dia volátil. Os preços do petróleo encerraram o pregão de ontem em baixa, após operarem valorizados durante a primeira parte do dia.

- Pré-sal vai precisar de US$ 111,4 bi até 2020.

- Fusão cria maior rede do Rio em número de lojas. Rede Economia e MultiMarket criam supermercadista com 108 lojas.

DROPS Empresas:

- Crédito do BNDES à Petrobrás fragilizaria banco. Empréstimo superaria o patrimônio de referência (PR) da instituição financeira federal.

- Pfizer anuncia compra da rival Wyeth por US$ 68 bilhões.

- Açúcar Guarani receberá R$ 193 milhões da Tereos. Produtora de açúcar recorre a aumento de capital para fugir dos juros bancários.

- Crise da Gradiente. A Justiça do Trabalho determinou o sequestro de parte dos estoques da fábrica da Gradiente, em Manaus, para o pagamento de salários atrasados.

- Atrás de um CEO. A indiana Satyam Computer Services vai avaliar nesta semana uma lista com três candidatos para o cargo de presidente-executivo e buscar alternativas de financiamento nas próximas semanas.

- IBM corta 1,4 mil. A IBM demitiu pelo menos 1,4 mil pessoas de suas áreas de vendas e de distribuição na última semana.

- Dupont decide investir em etanol celulósico.

- O McDonald’s divulgou lucro de US$ 985 milhões no quarto trimestre, uma queda de 23% em relação ao ano anterior.

- A Halliburton, empreiteira americana, informou que concordou em pagar US$ 559 milhões aos EUA para encerrar acusações de que ela subornou autoridades da Nigéria durante a construção de uma usina de gás.

- A filial mexicana da montadora japonesa suspenderá por 26 dias a produção de sua unidade de Aguascalientes por causa da queda na demanda.

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CEO – Profissão Perigo: Na crise “eles tem a tranquilidade das velhas tropas” II

Diante das turbulências os executivos seniors voltam ao centro das decisões. “Eles tem a tranquilidade das velhas tropas”. A Santaelisa acaba de trazer Luiz Kaufmann para presidir seu conselho. Com sua larga experiência volta com a missão de renegociar uma dívida de mais de um bilhão de reais com bancos, e de encontrar um novo sócio.
Só quem já fez é capaz de encontrar porto seguro no meio da tempestade.

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DROPS Economia:

- FMI: PIB global pode crescer só 1%. Se a projeção do Fundo se confirmar, será o pior desempenho da economia desde a Segunda Guerra Mundial.

- Reviravolta espanhola. Depois de liderar os indicadores de crescimento na zona do euro por duas décadas, a Espanha enfrenta sua primeira recessão desde o fim dos anos 70. A taxa de desemprego chega a 14%, a mais alta da UE.

- Vendas e produção de PCs caem, após anos de recordes.

- Projeto visa reforçar imagem do país como exportador de TI. Acordo de R$ 14 milhões prevê ações de divulgação no exterior, como eventos e estudos.

- Vírus Downadup infecta redes de companhias.

- Cerca de 1.000 concessionárias GM, Ford e Chrysler fecharam as portas nos EUA em 2008.

- Frigoríficos freiam profissionalização.

- Petróleo fecha em alta. Os preços do petróleo fecharam em alta significativa no pregão de sexta-feira, depois de operarem em baixa durante boa parte do dia. O contrato de WTI negociado para o mês de março em Nova York fechou a US$ 46,47, com alta de US$ 2,80.

DROPS Empresas:

- Dois grupos disputam a melhoramentos. A disputa pela centenária fabricante de papéis Melhoramentos chega à etapa final. A empresa, colocada à venda em 2008, é cobiçada pela Santher, do Brasil, e pela CMPC, do Chile.

- GE fatura e lucra menos. A receita da GE caiu 4,8%, para US$ 46,2 bilhões, no quarto trimestre comparado a igual período de 2007.

- Drogaria São Paulo cresce 20% em 2008.

- Coca-Cola fecha parceria com TAM e postos de gasolina.

- Asahi compra da ABInBev 19,99% na Tsingtao.

- A Tok & Stok acaba de entrar com processo na Justiça questionando as perdas de R$ 55 milhões com derivativos de câmbio em contratos de crédito com duplo indexador feitos com o banco Itaú BBA antes da maxidesvalorização do real.

- BofA é processado. Diretor do Bank of America (BofA), o maior banco americano em ativos, estão sendo processados por uma investidora, Nancy Rothbaum, por causa da operação de compra da Merrill Lynch. O BofA descobriu apenas agora imensos prejuízos na Merrill Lynch. O caso está na corte de Delaware.

- A Dow Chemical, uma das maiores empresas químicas do mundo, obteve a aprovação das autoridades dos EUA para a aquisição da rival Rohm & Haas.

- A Siemens, empresa alemã de engenharia, deve anunciar hoje que vai deixar uma joint venture com a francesa Areva para produção de reatores nucleares.

- O Schaeffler, grupo industrial alemão, destituiu o presidente do conselho de administração e o diretor financeiro da Continental, fabricante de autopeças e rolamentos que comprou no ano passado. A Schaeffler passa agora a indicar os titulares de quatro cargos no conselho.

- A varejista Wal-Mart, dos EUA, confirmou que comprou 58,2% da cadeia de supermercados chilena Distribución y Servicio.

- GM concede novas férias coletivas em São José. A General Motors vai dar novo período de férias coletivas na unidade de São José dos Campos (SP), Para “ajustes da produção”. A linha afetada será de veículos desmontados para exportação.

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