DROPS Economia:
- Pior seca em 50 anos pode levar Argentina a perder safra. A Pampa Úmida, principal pólo do país, secou; até 20 milhões de toneladas deixarão de ser colhidas.
- Camargo quer ações da Votorantim na CPFL. Grupo, via VBC, planeja comprar outros 14,2% das ações do bloco de controle e negocia apoio do BNDES.
- Naji Nahas perde na Justiça e terá de pagar R$ 1 milhão de multa, mais ainda vai recorrer da decisão.
- Sócio majoritário. Com a tentativa do governo de colocar a culpa dos altos spreads (diferença entre o que o banco cobra e o que paga pelo dinheiro) praticados pelo sistema financeiro exclusivamente nos bancos, vai aqui uma informação básica: a Receita Federal – leia-se, o Tesouro Nacional – fica com 60% do total do spread cobrado. Se os dois abrissem mão de uma parte do seu lucro, a vida seria melhor para todos.
DROPS Empresas:
- A Nokia, da Finlândia, divulgou lucro de US$ 749,8 milhões no quarto trimestre, 69% menor que o do mesmo período de 2007.
- Nokia tem lucro menor e prevê retração no setor.
- UBS fará mais demissões na divisão de renda fixa. Detalhes serão anunciados na divulgação dos resultados de 2008.
- O Google divulgou lucro de US$ 382,4 milhões no quarto trimestre, queda de 68% ante um ano atrás, apesar de uma alta de 18% na receita.
- A AIG está com dificuldades para vender 49% de sua filial asiática, inteiramente avaliada no fim do ano passado em US$ 20 bilhões, por causa da deterioração econômica da região e da escassez de financiamento.
- LG cresce 22,5%. A LG Eletrônicas anunciou, ontem, que suas vendas globais cresceram 22,5% no quarto trimestre de 2008, totalizando 13,37 trilhões de yons (US$ 9,82 bilhões).
- Perdas da Sony. A Sony – que fabrica TVs com a marca Bravia, máquinas fotográficas Cyber-shot e o videogame Playstation – prevê um prejuízo operacional de US$ 2,9 bilhões neste ano.
- Oi cancela 269 mil linhas em dezembro. Operadora faz limpeza em base para eliminar números ociosos ou inadimplentes.
- Ação da Palm cai com temor de disputa legal com a Apple.
- Pela primeira vez, Microsoft anuncia demissão em massa. Maior companhia de software do mundo pretende cortar 5 mil vagas nos próximos 18 meses.
- Intel fechará sua última fábrica no Vale do Silício.
- Bauducco vai construir fábrica de biscoito em Alagoas. A Bauducco, maior fabricante nacional de panetones, waffers e torradas, vai construir uma nova fábrica em Rio Largo, em Alagoas.
- Mars tem interesse em comprar a Garoto. A Mars, uma das maiores fabricantes de chocolate do mundo, reafirmou ontem que tem interesse em comprar a Garoto, caso a atual dona, a Nestlé, seja obrigada pelo Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) a desfazer o negócio.
- Impasse em Santos põe Cargill em estado de alerta. A revisão dos contratos de áreas arrendadas nos portos brasileiros em gestação no governo passou a representar, para a Cargill, uma bomba relógio com data para explodir.
- Após demissões, Magneti Marelli inaugura fábrica. Uma semana após comunicar a demissão de cerca de 800 trabalhadores, a Magneti Marelli inaugurou ontem sua unidade de produção de bicos injetores para automóveis, em Hortolândia, no interior de São Paulo.
- Hyundai suspende investimento no Brasil.
- A Santelisa Vale, de Sertãozinho (SP), busca um novo sócio para ganhar maior robustez e continuar seus projetos no setor sucroalcooleiro. Os bancos mandatários já procuraram nove grandes companhias, que só interessariam por uma participação majoritária.
- Derrocada do Citi. O Citigroup foi uma das maiores vítimas da derrocada das ações dos bancos globais. Um dos líderes do setor no passado, ele tem valor de mercado de US$ 20 bilhões, inferior ao lado do Itaú-Unibanco (US$ 33,9 bilhões) e Bradesco (US$ 25,7 bilhões).
- Verbas do FAT têm controle precário. O governo não tem servidores qualificados nem ferramentas de gestão suficientes para controlar com eficiência os bilhões de reais do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), principal fonte de financiamento do BNDES nas linhas que têm como objetivo gerar emprego. O FAT espera há dez anos por um sistema informatizado completo para controlar créditos e gastos. O presidente do Conselho Deliberativo do FAT, Luiz Fernando Emediato, diz que há forças interessadas em que esse sistema não exista.
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