Arquivo de Fevereiro de 2009
Palestra: Imagem e carreira
Como construir uma imagem adequada para sua carreira de sucesso? Seu desempenho e resultados contam, mas a maneira como os outros o percebem também tem muito a ver com sua postura, linguagem corporal, com seu estilo de comunicação, com a maneira como você se veste. A adequação desses itens à sua trajetória profissional é o tema da palestra da jornalista e editora da revista Você S/A, Fabiana Corrêa.
Local: CCFB (Câmara de Comércio França-Brasil)
Data: 17/02/2009
Horário: 18h00min
DROPS Economia:
- Argentina rechaça ‘made in Brazil’. Empresários vizinhos pedem que governo resista às pressões de seus colegas brasileiros e mantenha barreiras.
- Balança volta ao azul. A balança comercial encerrou a segunda semana de fevereiro com superávit de US$ 225 milhões revertendo o déficit que acumulava desde o início do ano.
- Bovespa desvia-se da queda no final. Movimentação mirando vencimentos futuros, amanhã, ampara recuperação do Ibovespa em dia de feriado nos EUA.
- Serra reajusta piso salarial de São Paulo em até 12,2%. Com aumento, superior ao do piso nacional, o menor salário pago no Estado ficará em R$ 505.
- CNA reclama da crise e pede R$ 155 bi ao governo em 2009/10. Reunião inédita entre a senadora Kátia Abreu e o presidente Lula “inaugura” a próxima safra.
- Para UIT, crise vai estimular mobilidade. Em cenário adverso, consumidor elimina linhas fixas para manter apenas celulares, mostra estudo.
DROPS Empresas:
- RIM, do Blackberry, abre 3 mil empregos. A canadense Research in Motion (RIM), fabricante do Blackberry, está recrutando 3 mil trabalhadores para atender a demanda, apesar da crise global.
- L’Oréal investe em produto mais barato e estuda ter lojas próprias.
- Ponto Frio enxuga comando e elimina sete diretorias.
- Petrobrás vai criar fundo para fornecedores. Estatal também adianta pagamentos para dar fôlego financeiro às empresas.
- Lucro do BNDES cai 27,4% em 2008.
- Toyota corta produção. A Toyota, maior montadora do mundo, vai reduzir a produção japonesa em 54% neste trimestre, uma vez que a demanda desabou nos EUA e no Japão.
- CNEC na Argentina. A CNEC, empresa de engenharia e projetos do grupo Camargo Corrêa, inaugurou ontem em Buenos Aires, capital argentina, seu primeiro escritório internacional.
- GM e Chrysler vão aprofundar cortes em reestruturação. Em planos que serão apresentados hoje ao governo dos EUA, empresas também vão pedir mais dinheiro.
- No Brasil, Renault chama operários de volta. Quinhentos empregados com contrato suspenso vão retornar ao trabalho antes do previsto.
- Justiça impede Oi de pagar dividendo. Dívida de R$ 36,9 milhões com a União leva à suspensão de distribuição de R$ 1,2 bi aos acionistas.
- Ações da Positivo sobem mais de 80%. As ações da Positivo Informática voltaram aos holofotes, com valorização muito acima do normal.
Sem comentários »DROPS Economia:
- China cobra promessa brasileira. Cinco anos depois, reconhecimento do país asiático como economia de mercado ainda não saiu do papel.
- Tempero uruguaio no churrasco gaúcho. Escassez estrutural de gado no Estado e queda de preço no país vizinho motivam a importação de animais.
- Bancos vão a falência. Quatro bancos com ativos acima de US$ 1 bilhão foram fechados em um único dia nos Estados Unidos, elevando o total de instituições falidas para 13 este ano.
- Venda porta a porta ganha força na crise. Coca-Cola testa projeto no Recife e Nestlé eleva número de vendedores.
- Governo vai criar estatal para projeto do trem-bala.
- Obama aumenta pressão sobre montadoras e exige ‘concessões’. Na véspera da apresentação da prévia do plano de reestruturação, quebra ainda ronda GM e Chrysler.
- Novo cenário provoca desgastes na ‘Wintel’. Dispositivos recentes, como notebooks, aprofundam fissuras na aliança entre Microsoft e Intel.
DROPS Empresas:
- GM pode precisar de mais US$ 5 bi, dizem funcionários do Tesouro.
- A Toyota, a maior montadora do mundo, informou que vai criar um programa de demissão voluntária para os funcionários dos EUA e diminuir a carga horária em 10% em algumas fábricas do país, para compensar a queda nas vendas.
- A GlaxoSmithKline, segunda maior farmacêutica do mundo, anunciou planos de cortar seus preços nos países mais pobres para 25% do cobrado nas nações desenvolvidas.
- A Michelin e a fabricante francesa de autopeças Valeo anunciaram uma aliança, aberta a outros interessados, com o objetivo de desenvolver peças para carros elétricos e híbridos.
- A Microsoft informou que planeja abrir uma rede de lojas para exibir seus produtos ou vender eletrônicos equipados com seus softwares.
- Amanco amplia a produção em 20%. De olho na líder Tigre. Companhia investe R$ 60 milhões em marketing, 75% a mais que em 2008.
- Grupo Sanofi-Aventis negocia aquisição da brasileira Medley. Compra recolocaria o grupo francês na liderança do mercado nacional em vendas ao varejo.
Sem comentários »Indústria corta até 40 mil vagas
FIESP divulga hoje número oficial que atesta fato inédito para janeiro de mais demissões do que contratações.
Sem comentários »DROPS Economia:
- Irlanda ajuda bancos. O governo da Irlanda fechou ontem os termos finais do aporte de € 7 bilhões que fará nos dois principais bancos daquele país.
- Indústria européia tem maior recuo desde 1990. Dados da Comissão Europeia mostram que produção caiu 12% em dezembro, em relação a 2007; temores sobre protecionismo aumentam.
- Swissport cresce com a Gol e no vácuo deixado pela ex-líder Sata. Empresa do Ferrovial contratou pessoal em 2008 e hoje tem 3,8 mil.
- Volta da ilegalidade. O contrabando e a venda ilegal de produtos de informática e eletrônicos que vinha caindo voltou a subir no ano passado.
- Bancos alertam para ataques da sexta-feira 13. Hoje, sexta-feira 13, é uma data em que fraudes costumam dobrar de quantidade em relação aos outros dias do ano. Por isso, a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) divulgou ontem uma série de recomendações para que os internautas não caiam em “ciladas virtuais”.
- General Motors dá incentivo à aposentadoria para 22 mil. Na França, Renault apresenta lucro, mas mantém plano de corte de 9 mil empregos.
- Varejo surpreende nos EUA. As vendas do Varejo nos Estados Unidos aumentaram 1% em janeiro em relação a dezembro, após seis meses consecutivos de queda.
DROPS Empresas:
- A Renault informou prejuízo de US$ 1,3 bilhão no segundo semestre e uma queda de 79% no lucro de 2008, que ficou em US$ 737 milhões.
- GM na China. A General Motors manteve negociações com a chinesa SAIC Motor sobre a venda de parte de sua fatia em uma joint venture entre as duas empresas ou outros ativos.
- Dow corta dividendo. A Dow Chemical reduziu pela primeira vez em 97 anos o valor dos dividendos pago aos acionistas.
- Rede social Sônico planeja abrir escritório no Brasil. Estratégia é estimular várias fontes de receita para evitar dependência da publicidade on-line.
- Oi abre plano de aposentadoria incentivada. Companhia pretende eliminar cerca de 400 postos gerenciais devido à fusão com a Brasil Telecom.
- Em comunicado ao mercado, TIM confirma negociações com Intelig.
- Coca-Cola cresce 25% no Brasil, com faturamento recorde de R$ 15 bi.
- Pioneer demite 10 mil e abandona mercado de TV.
- Acordo entre Petrobras e PDVSA pode sair ainda este mês.
- Resultados da CEF. A Caixa Econômica Federal obteve lucro líquido recorde de R$ 3,8 bilhões no ano passado, uma alta de 62,3% em relação a 2007.
Sem comentários »O que os executivos esperam da crise ao redor do mundo
O Grupo BPI, multinacional francesa especializada em reestruturação de empresas e gestão de pessoas, realizou uma pesquisa mundial para saber o que os altos executivos esperavam da crise. A pesquisa foi realizada entre dezembro 2008 e janeiro 2009, com 7.590 executivos de topo, de empresas de todos os portes e setores, em 14 países (Bélgica, Brasil, Finlândia, Polônia, Romênia, Rússia, Suíça, Reino Unido, Alemanha, França, Espanha, Itália, China, Estados Unidos).
Entre os resultados de pesquisa, é possível perceber um otimismo maior do executivo brasileiro, enquanto o resto do mundo reage de forma mais contida aos efeitos da crise nos próximos anos.
A grande conclusão é que os brasileiros acreditam que a crise será mais curta, menos profunda que nos demais países e que não afetará seu futuro profissional e nem o de sua empresa. Esperam, portanto, aumento e promoção a curto prazo e mesmo acreditando em reestruturações, acham que sua equipe não será afetada.
Em grandes linhas temos:
Efeitos da Crise:
- A grande média, praticamente 68,2% dos entrevistados, acha que as conseqüências para as empresa serão muito sérias. Quem mais acredita nisso são os ingleses (88%) e os americanos (84.2%). Em terceiro lugar estamos nós, brasileiros, com 79,6%. O país que menos acredita nas graves conseqüências da crise é a Finlândia, com apenas 39,7%.
Moral das tropas:
- Em função disso, praticamente todos os entrevistados, nas mesmas proporções, acham que vai haver conseqüências sobre a motivação da equipe, sobre o clima social, sobre o nível de stress, sobre o ambiente de trabalho, etc.
Contratações:
- Cerca de 63% dos executivos ouvidos pela pesquisa acham que as empresas não vão contratar nos próximos meses. Quem menos acredita em contratações são os europeus (Itália, França, Alemanha, Inglaterra, Bélgica). No Brasil as respostas estão bem divididas, 44% acham que as contratações vão aumentar e 54% acha que não.
Reestruturações:
- Uma maioria apertada no mundo, 58%, não acredita em reestruturações nas empresas. Já 70% dos executivos brasileiros, contrariamente, acreditam em grandes reestruturações, número muito acima dos outros países, por exemplo, a China, onde apenas 20% dos profissionais acredita que vão haver grandes reestruturações nas empresas.
Fusões:
- Já quando o assunto são as fusões, a maioria não acredita que haverá fusões de suas empresas com outras - 85,2%. O Brasil acompanha esse número.
Demissões:
- Apesar de o executivo brasileiro acreditar que vai haver reestruturações nas empresas, cerca de 62% acredita que não haverão demissões dentro de sua equipe. No resto do mundo, este número é de 64,5%.
Redução de custos:
- Cerca de 76% dos entrevistados acredita num programa de redução de custos dentro da empresa, causado pela crise. No topo desta lista estão os chineses, com 86%.
Congelamento de salários:
- Há uma considerável divisão no que se refere ao congelamento dos salários. Cerca de 42% acreditam que os salários serão congelados e cerca de 57% acreditam que não. Os mais otimistas são os chineses, apenas 20% acredita neste congelamento, e os finlandeses, 13%.
Conflitos sociais:
- Aproximadamente 77% dos profissionais não acreditam em conflito social dentro da empresa por causa da crise.
Novos projetos e aquisições:
- Mais de 70% dos executivos no mundo acreditam que suas empresas vão partir para novos projetos de desenvolvimento ou aquisição de novas empresas. Os executivos brasileiros estão no topo dessa pirâmide, com cerca de 85% de respostas positivas.
Poder aquisitivo:
- A maioria dos entrevistados no mundo (79,7%) acredita numa perda de seu poder de compra em conseqüência da crise. No Brasil este número sobre para 82,1%.
Perenidade do Emprego:
- Os executivos no mundo estão divididos quando o assunto é a perenidade do emprego. 67% dos executivos brasileiros acreditam que terão problemas com a perenidade no emprego.
Evolução Profissional:
- Quando perguntados sobre as possibilidades de evolução profissional, os executivos brasileiros mais uma vez são os mais otimistas, 68% acreditam que vão evoluir na carreira mesmo com a crise.
Aumento de salário e Promoção:
- Ainda num clima de otimismo, 82% dos executivos brasileiros acreditam que vão ter um aumento de salário superior ou igual ao de anos anteriores. Apenas 6,5% não acreditam em aumento, de maneira absolutamente divergente do mundo, onde 40% não acreditam em aumento e 27% acha que se houver aumento, será muito inferior ao de anos anteriores.
Eficácia das Medidas Governamentais:
- Pouco mais de 40% dos executivos, na media mundial, acredita que o governo tomou medidas eficazes para combater a crise. Os executivos que mais acreditam na eficácia das medidas do governo são os chineses (talvez por falta de opção) com 70%, e os brasileiros, cerca de 59%, mesmo que o Brasil ainda não havia ainda tomado grandes decisões.
Duração da Crise:
- Cerca de 40% dos executivos brasileiros acredita que a crise vai durar menos de um ano, 44% no máximo dois anos e somente 14% mais de dois anos, diferente do mundo, onde a maioria acredita em prazos de dois ou mais anos. O executivo brasileiro é o único que acredita que a crise vai durar períodos de menos de um ano.
A crise no seu país e no mundo:
- A maioria dos executivos brasileiros entrevistados acredita que a crise vai afetar igualmente o Brasil e o resto do mundo (47,5%), ou muito menos do que o resto do mundo (46.8%). Mais otimista estão apenas os chineses, dos quais 59% acham que a China vai ser menos afetada. Os executivos que acreditam que serão mais afetadas são os americanos, os ingleses e os espanhóis, obviamente.
Mudanças no mercado e nas regras:
- Apenas 11% dos entrevistados em todo o mundo acreditam que as regras de mercado e as regulações financeiras não vão mudar. Os brasileiros, menos ainda, apenas 3,9%. A maioria acha que estas regras vão mudar de maneira temporária, alguns acham que vão mudar de maneira permanente.
Métodos e Modelos de Gestão:
- Como acreditam que vai haver mudanças temporárias ou definitivas no mercado, na mesma proporção os executivos acreditam que os métodos e ferramentas de gestão de empresas também sofrerão mudanças.
Expectativas e prioridades pessoais:
- Já do ponto de vista pessoal, a maioria, 72% dos entrevistados no mundo e 84% dos brasileiros, acreditam que a crise econômica vai mudar as expectativas e prioridades tanto sociais como profissional.
Função do Estado:
- A maioria dos profissionais ouvidos na pesquisa acredita que é preciso reforçar de maneira permanente o lugar e a função do Estado na economia (44% no mundo e 66% no Brasil). Cerca de 44% dos executivos no mundo acreditam que é preciso reforçar essa função, mesmo que de maneira temporária, No Brasil, apenas 4% acham que não deve aumentar a posição do Estado. O que não é de se espantar, já que o brasileiro sempre achou que o Estado é importante. Estamos tendo agora um refluxo do liberalismo, que vai durar enquanto durar a crise.
Futuro Profissional:
- Cerca de 80% do mundo ainda está otimista sobre o futuro profissional. Os profissionais brasileiros, mais uma vez no pico, dos quais 95,3% acreditam que o futuro profissional vai ser ótimo.
Futuro da sua profissão:
- Mais de 80% do mundo, e 95,1% dos brasileiros, acredita num futuro promissor da sua profissão, independente da crise.
Futuro da sua Empresa:
- Os executivos ouvidos no mundo também estão otimistas quanto ao futuro de suas empresas (78,4% do mundo e 91,4% dos brasileiros).
Promoção:
- Quando o assunto é promoção, 43% dos executivos brasileiros acreditam que serão promovidos nos próximos dois anos e apenas 8,6% deles acham que não vão mudar de empresa.
Seu futuro e a Crise:
- A maioria dos executivos brasileiros, 62%, não acha que seu futuro profissional tenha ligação à crise econômica atual.
Palestra: Imagem e comunicação na carreira
Como construir uma imagem adequada para sua carreira de sucesso? Seu desempenho e resultados contam, mas a maneira como os outros o percebem também tem muito a ver com sua postura, linguagem corporal, com seu estilo de comunicação, com a maneira como você se veste. A adequação desses itens à sua trajetória profissional é o tema da palestra da jornalista e editora da revista Você S/A, Fabiana Corrêa.
Local: CCFB (Câmara de Comércio França-Brasil)
Data: 17/02/2009
Horário: 18h00min
DROPS Economia:
- Plano financeiro de Obama vai injetar US$ 2 trilhões para salvar bancos.
- Indústria têxtil reage à crise com demissões.
DROPS Empresas:
- Dívida de R$ 400 mil levou a Zoomp à falência.
- Câmbio derruba lucro da Brasil Telecom. A operadora de telecomunicações Brasil Telecom encerrou o quarto trimestre de 2008 com lucro líquido consolidado de R$ 115,3 milhões, 41,7% abaixo do registrado no mesmo período de 2007.
- UBS vai cortar 2 mil empregos com prejuízo de US$ 7 bi no 4° trimestre.
- A Volvo, fabricante sueca de caminhões, informou que não planeja aceitar empréstimo do governo francês para sua divisão Renault Trucks, comprada em 2001.
- A Suzano Papel e Celulose adiou para o fim do segundo trimestre deste ano a aprovação do projeto de expansão da fábrica de Mucuri (BA), que adicionará 400 mil toneladas/anuais de celulose.
- A rede de supermercados Wal-Mart anunciou ontem que irá demitir 800 de seus funcionários administrativos nos Estados Unidos.
- GM anuncia demissão de 10 mil empregados.
- CNAA faz captação de US$ 418 mi e exclui Santelisa da gestão. Recursos deverão ser aplicados nas três usinas do grupo e em outros projetos de expansão.
- Votorantim reforça controles. O grupo Votorantim fez uma mudança em sua estrutura com a criação de duas novas diretorias: uma responsável pela tesouraria, captação e RI e outra voltada à controladoria e serviços compartilhados de grupo. O objetivo é melhorar a governança.
- Carrefour paga indenização histórica. O Carrefour pagou, em janeiro, uma indenização de R$ 80 milhões ao executivo francês Francesco de Marchi Gherini, que presidiu o grupo varejista no Brasil entre 1975 e 1988, quando foi demitido.
- TV Cultura demitiu 31 pessoas, sendo 4 do jornalismo, na segunda-feira.
Sem comentários »No vermelho, Nissan prepara-se para suprimir 20.000 postos de trabalho
Duramente golpeado pela crise, o construtor japonês, que deveria terminar o exercício 2008 sobre uma perda líquida de 2,2 mil milhões de euros, quer reduzir as suas despesas com pessoal. Suspende o seu plano estratégico “WP 2012” mas ainda não se propõe a fechar fábricas.
Sem comentários »DROPS Economia:
- Europa reage a pacote de Sarkozy. Governos questionam ajuda de € 6,5 bi a montadoras que atuam no país.
- Mil bancos podem falir. Até 1.000 bancos norte-americanos deverão falir no período de três a cinco anos com a expansão dos prejuízos sobre os empréstimos para a compra de imóveis comerciais.
- Concessionárias investem. Estudo do JPMorgan com 15 empresas abertas do setor elétrico, além de Comgás, Sabesp e Copasa, mostra que os investimentos desse grupo de companhias deverão somar R$ 23 bilhões este ano.
- CCR compra 45% do capital da Controlar. Portuguesa Brisa terá mais 10% da companhia responsável por serviço de inspeção veicular em São Paulo.
- Montadoras retomam a produção. Em janeiro, montadoras fabricaram 92,7% mais que em dezembro, mas 27% menos que em janeiro de 2008.
- Amazon lança nova versão do seu leitor eletrônico de livros. Para analistas, Kindle 2 deve contribuir para elevar a receita da companhia.
- Consumidor compra mais serviço no shopping. Lazer e refeições têm melhor desempenho do que loja de vestuário.
DROPS Empresas:
- Crise derruba lucro da Whirlpool.
- FedEx Freight demite. A FedEx Freight, Unidade da FedEx, informou que demitirá 900 pessoas em 130 escritórios.
- Unimed-BH cresce. A Unimed-BH registrou crescimento de 12,6% no ano passado, em relação a 2007.
- Rebatizada para quantiQ, Ipiranga projeta crescer 19%.
- A LG Electronics informou que vai reduzir em US$ 2,2 bilhões as despesas deste ano cortando os custos de produção, para responder à queda na demanda.
- O McDonald’s informou que as vendas nas lojas abertas há mais de um ano aumentaram 7,1% mundialmente e 5,4% nos EUA em janeiro, num sinal de que a empresa está se beneficiando do aperto no orçamento de famílias afetadas pela crise econômica.
- Acordo Disney-DreamWorks. A DreamWorks, de Steven Spielberg, fechou um contrato de distribuição de 30 filmes por seis anos com a Walt Disney.
- Férias coletivas na Perdigão já atingem 9 mil.
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