CEO – Profissão Perigo: Depois de “bater de frente” com o conselho, nem mesmo o pára-quedas dourado

Thierry Morin, ex-CEO da Valeo não chegou ainda ao fim de seus suplícios. Depois de ser derrubado, na noite de sexta para sábado, de seu posto de CEO em conseqüência da “revolta” do Conselho de Administração, provavelmente não vai conseguir receber suas indenizações de saída da ordem de 3,3 milhões de euros (o equivalente a 2 anos de seu salário médio). O Estado Francês, que possui 8% do grupo, vai votar contra o pagamento dessas verbas, na Assembléia Geral, sob o argumento que “Esse tipo de indenização tem que ser validado pela assembléia geral de acionistas”. Além disso o MEDEF (entidade patronal), os sindicatos e a opinião publica também fazem pressão para que ele “espontaneamente” renuncie da indenização.

Nestes tempos de crise a remuneração dos CEO está cada vez mais pública, alvo de críticas e indignação.



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