DROPS Economia:
- A Chrysler fez acordo com o sindicato dos metalúrgicos para cortar os custos trabalhistas, uma exigência da italiana Fiat para fazer uma aliança com a montadora americana.
- GM faz proposta a sindicato e portadores de títulos.
- Agra e Veremonte passam a controlar a Klabin Segall.
- Inadimplência entre empresas triplica. Número de avisos de sinistros à Coface no mercado interno brasileiro passa de 60 a 204 por mês.
- Grupos estrangeiros investem no mercado brasileiro de feiras. NürnbergMesse compra a Nielsen Business Media Brasil e a UBM prepara aquisições.
- Executivos propõem ações contra seguradoras. Processos discutem pagamento de apólices.
- Brasil já tem 1,5 bi de cartões; setor deve movimentar R$ 1 tri. Parcerias com varejo já renderam 134,8 milhões de plásticos.
- Temor de surto de gripe derruba preço do petróleo.
- Fusão na área de chips. A NEC Eletronics e a Renesas Technology anunciaram ontem um acordo de fusão que deverá criar a terceira maior fabricante mundial de chips.
- Sindicatos ameaçam fazer greve na construção.
- Caixa financiará pacotes de até R$ 10 mil.
- Varejistas contratam. Algumas das maiores lojas de vestuário do país vão abrir mais de 1,5 mil vagas até dezembro.
DROPS Empresas:
- A GE informou que sua divisão de pesquisa criou uma tecnologia de armazenamento de dados que usa micro-hologramas capazes de armazenar o conteúdo de 100 DVDs comuns em um só disco, ou 500 gigabytes.
- A Scania informou que o lucro do primeiro trimestre caiu 93% frente a um ano atrás.
- Oi é multada. A 5ª Vara da Justiça Federal no Rio de Janeiro multou a Oi (ex-Telemar) em R$ 2,9 milhões, a pedido do Ministério Público Federal.
- Vale e CSN iniciam processo para pôr fim a disputa.
- Daimler deixa Chrysler. O Grupo alemão Daimler anunciou que renuncia aos 19,9% do capital que tem na Chrysler e à dívida da montadora americana.
- O Plano de Demissão Voluntária (PDV) em estudo na Celesc para cortar custos deverá atingir mil trabalhadores do atual quadro de 3,8 mil.
- A ArcelorMittal, provavelmente terá de fazer cortes permanentes de até 10% em sua capacidade de produção de aço, já que o setor siderúrgico vem sofrendo com o impacto da pior recessão mundial em décadas.
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