Arquivo de Abril de 2009

Crise impulsiona software de código aberto

Com a necessidade de cortar custos, companhias passam a avaliar programas que dispensam licenças. Uso do Linux inclui de lotéricas ao pré-sal.

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DROPS Economia:

- PIB do Brasil vai cair 1,3%, diz FMI.

- Reino unido prevê queda de 3,5% no PIB em 2009.

- Tarifa internacional terá corte gradual. Primeira redução no preço será de 20%, liberação total virá em 12 meses e TAM vê riscos na operação.

- Comércio mundial dá sinais de reação. Estudo calcula alta de 0,8% em fevereiro, após cair 5,9% em janeiro.

- Linha popular. Governo subsidia geladeira a ser vendida por R$ 500.

- Emissão de R$ 13 bi para o BNDES eleva dívida em 1,64%. Reforço no caixa do banco para ajudar empresas fez montante da dívida interna chegar a R$ 1,27 trilhão.

- Brasileiro reduz investimentos no exterior. Envio de dólares despencou de US$ 7,3 bilhões no 1º trimestre de 2008 para US$ 2,4 bilhões este ano.

- TV acima de 32 polegadas terá de trazer conversor digital. Governo também discute redução de impostos para conversor individual, usado em televisores analógicos.

- Mercado nordestino cresce 19% e acirra disputa de supermercados. Redes locais crescem mesmo após chegada de multinacionais como Wal-Mart e Carrefour.

DROPS Empresas:

- Brasil amplia sua importância no grupo Volkswagen. Montadora avalia comprar sua controladora Porsche.

- Venda de unidade no País poupa caixa da VW. O ganho de 600 milhões com a venda da empresa de caminhões no Brasil para a MAN ajudou a preservar o capital da Volkswagen e segurou o lucro da montadora alemã.

- Justiça penhora R$ 3,3 bi de dividendos da Petrobrás. Repasse do valor está suspenso por causa de processo de ressarcimento da década de 80.

- Fabricante de máquinas fecha e demite 130. Empresa não resistiu ao cancelamento de um pedido da General Motors.

- Lucro da Apple cresce 15% graças ao iPhone.

- A Nestlé afirmou que a valorização do franco suíço e vendas fracas derrubaram em 2,1% a receita do primeiro trimestre frente a um ano antes.

- A Oi anunciou ontem a estreia de seu serviço de banda larga em 48 municípios do Estado de São Paulo, por meio da rede de telefonia móvel de terceira geração (3G).

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Ação Inesperada

Por US$ 7,4 bilhões, Oracle compra a Sun cobiçada pela IBM. Agora juntas, Sun e Oracle ganham força para desafiar HP e IBM. Aquisição une software, equipamentos e serviços reduzindo dependência de eventuais parceiros.

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DROPS Economia:

- Governo dos EUA defende ajuda a bancos em meio a suspeita de desvios. Bolsas reagem com declaração do secretário do Tesouro de que a maioria dos bancos tem mais capital do que necessita.

- Perda financeira pode atingir US$ 4 tri. Relatório do FMI leva em conta prejuízos de bancos e outras instituições financeiras em todo o mundo até 2010.

- Negócio confirmado. UBS revendeu Pactual a Esteves por US$ 2,5 bilhões.

- França busca mais espaço na economia brasileira.

- Aumento da tarifa pressiona indústria. Aneel deve conceder reajuste de até 15% para distribuidoras de energia.

- Petróleo em baixa. Preço do barril para maio recua 8,84%.

- IBM tem lucro e receita abaixo do esperado.

- Smartphones aquecem as vendas de celulares. Segmento de aparelhos como iPhone e BlackBerry deve crescer 3,4% este ano, enquanto mercado de celulares como um todo deve cair 8,3%.

- Consumo turbinado. Venda de geladeira cresce até 25% com IPI menor.

DROPS Empresas:

- BofA lucra US$ 4 bi, mas ação recua 24%. Investidores acreditam que banco vai precisar de mais capital.

- Caixa e BB vão financiar o varejo. Bancos públicos estudam formas de financiar produtos da linha branca e estariam em negociações com redes varejistas.

- Governo dos EUA dará mais US$ 5,5 bi para GM e Chrysler. Ajuda extra é para garantir que as empresas sobrevivam nas próximas semanas.

- Coca-Cola vende menos. A Coca-Cola obteve lucro trimestral menor, como previsto por Wall Street, devido à fraca economia global.

- O Yahoo registrou lucro de US$ 118,7 milhões no primeiro trimestre fiscal, alcançando as projeções dos analistas.

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A BUSCA DE NOVAS OPORTUNIDADES DE CARREIRA, A REALIDADE ATUAL

Artigo de Gilberto Guimarães

Quando surgiu nos USA, nos início dos anos setenta, o outplacement era o termo usado para descrever os esforços feitos por uma companhia para apoiar os seus empregados desligados, em processos de “downsizing”, na transição da carreira para reinseri-los no mercado de trabalho. Era mais um benefício. Para tal as companhias passaram a contratar as primeiras empresas especializadas.
Na época e ainda por muitos anos depois o processo era baseado no conceito de que o “problema” maior para encontrar uma nova oportunidade era a “dificuldade” de transmissão de informações entre os dois lados, aqueles que buscavam emprego e as empresas que buscavam profissionais. Afinal, viviam-se tempos de pleno emprego com taxas de desemprego inferiores a 4,5%. O desemprego era friccional. Nesse esquema o “apoio” dado por empresas de outplacement era focado na exposição do profissional e na preparação do CV e para as entrevistas. O “networking” era visto como um dos meios mais importantes e essenciais. Afinal, as pessoas estavam desempregadas, mas não eram desempregadas. Cedo ou tarde achariam um novo emprego dos sonhos.
No tempo entre o emprego perdido e o novo as empresas de outplacement disponibilizavam réplicas de escritório, dando aos profissionais a sensação de continuidade e provendo a eles um suporte administrativo e logístico. Algum apoio informático e muitas revistas, publicações e jornais, para prospectar classificados.
A partir dos anos oitenta, no entanto, o mundo econômico entrou em tempos de grandes mudanças com aumento da quantidade de reestruturações, e com eliminação de redundâncias pós-fusões e incorporações. O nível de desemprego subiu e nem mesmo mais os Estados Unidos e Inglaterra conseguiram manter um certo nível de pleno emprego. O apoio do outplacement passa a ser absolutamente essencial. Com desemprego elevado, rede de contato perde efeito. A nova “lei” de mercado passa a ser “ou eu ou você”. Network se transforma em meio de acesso e não critério de busca.
Em paralelo a difusão do uso da Internet e da comunicação através de celular transformou completamente a transmissão das informações. Sites especialistas, redes de relacionamento e comunidades específicas passaram a ser o fator mais importante na busca de profissionais e consequentemente de empregos. A evolução do uso e o barateamento dos custos expandiram a criação de verdadeiros “home offices”, e todos profissionais passaram a ter acesso ao mundo e as informações a partir de suas casas.
Para que então “perder” tempo no trânsito das grandes cidades para ir a um local chique para “simular” um escritório ou usar uma infraestrutura informática? Nos espaços das empresas de outplacement não se faz networking. Melhor usar o tempo em eventos do setor específico, em busca de informações e atualização. Manter-se informado e visível.
Ir ao escritório de outplacement é importante e fundamental apenas para buscar apoio técnico e pessoal de um consultor especialista e para montar planos de ação e estruturar pesquisa e prospecção de oportunidades. Os demais contatos podem e devem ser feitos por meios mais simples e rápidos via celular ou internet.
As principais empresas multinacionais de outplacement optaram métodos e caminhos mais modernos e flexíveis; estruturaram sites de apoio e de informação como, por exemplo, o “BPI online”, o “Polinfo”, o blog “Mercado News”, criaram grupos e comunidades como o Clube BPI, fomentaram parcerias com câmaras de comércio, instituições de pesquisa e ensino e passaram a atender em escritórios montados capilarmente, de forma a estarem sempre mais próximos dos profissionais. Quem se move é a empresa, é o consultor. Assim é o novo outplacement. Atuando em várias frentes, abrindo várias portas, expondo, fazendo palestras, usando todas as mídias, enfim, aproveitando de todas as alternativas que esses novos tempos permitem.

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DROPS Economia:

- Indústria na zona do euro tem pior queda desde 1990.

- China cresce 6,1% e mostra sinais de reação.

- Socorro agrícola de R$ 10 bi é aprovado.

- Varejo dribla crise e vendas crescem 1,5% em fevereiro.

- Indústrias suspendem acordos de redução de jornada e de salários. Melhora na demanda da indústria automobilística provoca reação em cadeia e faz empresas retomarem produção.

- Com crise e desoneração, Receita arrecada R$ 11,33 bilhões a menos. Resultado do trimestre, desde 2003, e corresponde a queda real de 6,6%.

DROPS Empresas:

- Lucro do JPMorgan sobe 205%. Resultado do primeiro trimestre foi de US$ 2,1 bilhões.

- TIM fecha acordo para compra da Intelig.

- O Google anunciou que teve lucro de US$ 1,4 bilhão no primeiro trimestre, um aumento de 8,9% em relação a um ano atrás.

- A AIG, seguradora dos EUA, informou que vai vender sua unidade de seguros de automóveis, a 21st Century, à rival suíça Zurich Financial Services, por US$ 1,9 bilhão.

- Em caso de concordata, GM quer proteger fornecedores. Montadora pretende evitar quebradeira na cadeia de produção.

- IBM e Sun fazem jogo de gato e rato. Companhias tomam direções contrárias em negociação bilionária de compra.

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Brasil volta despertar interesse de gestores

Com US$ 11 bilhões em recursos captados, país só perde da China em capital disponível.

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DROPS Economia:

- Agronegócio terá pacote de ajuda de R$ 10 bilhões.

- UE, antes ‘filé’, vira osso duro de roer. Barreiras do bloco podem ter reduzido exportação em US$ 1,3 bilhão em 2008.

- UBS vai demitir mais 8.700 funcionários.

- Popança pode ter limite de aplicação. Medida é uma das que estão em estudo pelo governo para evitar fuga dos fundos à medida que o juro cair.

- País recebe elogios por reação à crise global. Brasil é visto como bem preparado para retomada do crescimento.

- Corte de IPI da linha branca divide governo. Estudo da Receita sugere isenção por 3 meses, mas há outros planos.

- Salário mínimo será de R$ 506,50 em janeiro.

- Emprego teve pior março desde 2003. Puxadas pela indústria, demissões continuaram a superar as contratações em 57,7 mil no primeiro trimestre.

DROPS Empresas:

- Empresas apresentam propostas pelo Ponto Frio. Pelo menos quatro ofertas foram feitas; apenas o Grupo Silvio Santos confirmou entrega.

- TIM e Intelig mais perto de fechar acordo.

- Demissões no Yahoo. O Yahoo pretende demitir centenas de funcionários na primeira rodada de cortes de vagas.

- Vale e CSN buscam fim de disputa judicial. Presidente da Vale e controlador da siderúrgica negociam acordo que envolve a mina Casa de Pedra.

- Mangels estuda ter fábrica no México. Companhia brasileira escolheu a região das Américas para o início da sua internacionalização.

- A Sanofi-Aventis, farmacêutica francesa, anunciou a aquisição da firma americana de biotecnologia BiPar Sciences, de capital fechado, por US$ 500 milhões.

- GM não descarta recorrer ao BNDS.

- A GM China informou que precisa construir mais uma fábrica naquele país para alcançar sua meta de duplicar as vendas anuais para 2 milhões de veículos.

- A Daimler, montadora alemã, anunciou, sem revelar valores, que comprará a parte da indiana Hero Group numa joint venture de produção de caminhões.

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Fiat ameaça abandonar negociações com a Chrysler caso sindicatos não façam concessões. Por outro lado, caso negociações tenham êxito, o novo CEO da Chrysler será Sérgio Marchionne, da Fiat.

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DROPS Economia:

- Emprego industrial sobe em SP depois de 5 meses de queda. Antecipação da colheita de cana contribui diretamente para a alta de 0,31% em março.

- Produção de aço cresce 4,7% em março no País.

- Governo decide baixar o preço do óleo diesel para estimular economia. Discussão é se o corte de preços será feito por meio de redução de impostos ou se Petrobrás assume custo.

- Inadimplência avança em março. Serasa Experian aponta alta de 22,6%, na comparação ao mês anterior.

- Papel certificado começa a ganhar espaço do reciclado. Alto custo diminui a demanda pelo papel reciclado.

DROPS Empresas:

- ‘Tempo corre contra a GM para evitar concordata’ Presidente do conselho reconhece que será difícil evitar a justiça.

- GM aguarda financiamento do BNDES para investir US$ 1 bi no RS. Montadora suspende dividendos para a matriz, a beira de recuperação judicial.

- Banco Itaú fecha a financeira Taií. Empresa de crédito, que chegou a ter 250 lojas, vinha operando com 135 lojas e cerca de mil funcionários.

- Dubai Aluminium vira sócia da Vale. Companhia dos Emirados Árabes compra 19% de subsidiária da Vale.

- Braskem aprova incorporação da Triunfo.

- Lucro da Intel cai 55%. A fabricante de chips Intel viu seu lucro despencar 55% no primeiro trimestre devido a queda na demanda por computadores.

- Oi vai às ruas e à web para vender cartão de crédito. Operadora adota medidas para promover uso do Oi Paggo.

- Casas Bahia reestrutura área de crédito.

- Coca-Cola fecha fábrica no Pará.

- O eBay anunciou planos de abrir o capital do serviço de teleconferência via internet Skype no ano que vem.

- A Phillips, da Holanda, divulgou prejuízo de US$ 78,9 milhões no primeiro trimestre, ante lucro de US$ 389 milhões no mesmo período de 2008, em parte devido à fraca demanda no mercado hospitalar dos EUA.

- O Goldman Sachs informou que demanda por sua emissão de US$ 5 bilhões em ações superou a oferta.

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