Arquivo de Maio de 2009
Japão tem maior índice de desemprego em cinco anos
Barreira de 5% foi poucas vezes superada no Japão. Produção industrial teve maior aumento desde 1953.
Sem comentários »DROPS Economia:
- Tribunal põe limites à terceirização. Em decisão polêmica e apertada, que cria um precedente para os setores de energia e de telefonia, o Tribunal Superior do Trabalho (TST) restringiu a contratação de trabalhadores terceirizados por concessionárias de serviços públicos.
- Nos EUA, crise dá sinais de recuo. Indicadores do comércio e mercado de trabalho surpreendem previsões de economistas e animam bolsas.
- Desvalorização do dólar aumenta dívida pública em quase 1% do PIB.
- Superávit primário caiu quase à metade. Piora do resultado do setor público foi compensada parcialmente pela redução dos gastos com juros.
- Dólar cai pelo quinto dia seguido e fecha a R$ 2,009. Moeda americana acumula perda de quase 14% no ano.
- Para Fiesp, indústria paulista cairá no mínimo 5% em 2009.
- Fabricantes de autopeças pedem concordata. Duas indústrias americanas de autopeças entraram com pedido de concordata ontem, a Visteon e a Metaldyne.
- Petróleo sobe a US$ 65 com queda de estoques.
- Vendas de supermercados crescem 6,6%. Em relação a abril de 2008, as vendas subiram 16,9%, segundo a Abras.
DROPS Empresas:
- Natura prepara oferta de ações no mercado.
- Aneel multa Duke em R$ 14 milhões.
- GM faz acordo com credores, mas não deve evitar concordata. Detentores de US$ 27 bilhões em títulos da montadora receberão até 25% de participação na ‘Nova GM’.
- Christian Lacroix sucumbe à crise no mercado de luxo. Empresa pede concordata na França.
- Mercedes coloca mil operários em licença. A Mercedes-Benz de São Bernardo do Campo (SP) concedeu a partir de ontem licença remunerada a cerca de mil trabalhadores da produção.
- Microsoft apresenta o Bing, seu novo sistema de busca.
- HP faz nova rodada de demissões na Europa.
- A Companhia Brasileira de Multimídia (CBM), do empresário Nelson Tanure, concedeu ontem férias coletivas de 30 dias aos funcionários da “Gazeta Mercantil” e informou que o diário econômico não vai circular na segunda-feira.
- A Dell, fabricante americana de computadores, divulgou lucro 63% menor do primeiro trimestre fiscal ante um ano atrás, a terceira queda consecutiva.
Sem comentários »STF veta sucessão trabalhista
Decisão unânime não envolve conceito de “unidade produtiva isolada”. O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu ontem, por unanimidade, que não há sucessão de dividas trabalhistas nos casos de compra de ativos de empresas em recuperação judicial ou em processo de falência.
Sem comentários »DROPS Economia:
- Contratos ‘flexíveis’ crescem no alto escalão das empresas. Há 15 diferentes tipos de vínculos de trabalho fora do padrão CLT no País.
- Lobby pelo aço nacional. As centrais sindicais Força Sindical, CUT e CNTM enviaram carta ao presidente Lula, dia 21, pedindo que o governo retome as alíquotas de importações de vários tipos de aço.
- O desemprego voltou a crescer em abril e ficou em 15,3% da população economicamente ativa, frente aos 15,1% de março, segundo pesquisa da Fundação Seade e do Dieese nas principais regiões metropolitanas do país. A taxa de desemprego em São Paulo ficou em 15%.
- DVD que grava está com os dias contados. O hábito de gravar em casa o programa de TV preferido caminha para a extinção.
- Consignado puxa a expansão do crédito. Volume a pessoa física chega a R$ 411 bi, mas inadimplência impede a retomada para empresas.
- A queda da demanda global e a valorização do real, com o dólar já caindo abaixo dos R$ 2, prejudicaram o esforço exportador das pequenas e médias empresas. Só no primeiro trimestre, 761 delas deixaram o mercado externo.
- Justiça do Trabalho penhora Intelig.
DROPS Empresas:
- Philips inicia em junho venda de luminárias no mercado brasileiro. A Philips já está há sete meses sem um presidente oficial no Brasil e na América Latina. O comando dos negócios está a cargo, desde novembro do ano passado do holandês Robert van de Riet.
- Polo Ralph Lauren lucra 57% menos.
- Recall Redbull. O energético Red Bull está sendo recolhido do varejo na Alemanha, uma vez que há suspeitas de que a bebida contenha traços de cocaína.
- Investidor frustra a última chance da GM. O pedido de proteção contra credores da Lei de Falência dos EUA tornou-se praticamente inevitável.
- Petróleo acima de US$ 63. A cotação do barril de petróleo encerrou a sessão de ontem no maior nível em quase sete meses, diante das expectativas de uma recuperação econômica e, consequentemente, da demanda pela commodity.
- A farmacêutica Pfizer, dos EUA, vendeu ontem a investidores europeus US$ 10,5 bilhões em títulos em euro e libra para ajudar a cobrir o custo de aquisição da concorrente Wyeth por US$ 68 bilhões.
- A Shell anunciou uma ampla reestruturação para cortar custos e melhorar o desempenho, com a posse do novo diretor-presidente , Peter Voser, no dia 1º de julho.
Sem comentários »Sem acordo para dívida, GM fica mais perto da concordata
Ontem os credores da General Motors não aceitaram a proposta de transformar as dívidas em ações da companhia. Isso praticamente fecha as portas da recuperação da GM. Falência ou concordata são inevitáveis.
Sem comentários »DROPS Economia:
- Brasil é a 3ª maior origem de dinheiro suspeito. Segundo PF da Suíça, 6% dos 115 casos investigados em 2008 foram de brasileiros, superados apenas pelos italianos e pelos próprios suíços.
- Postos de São Paulo já vendem álcool abaixo de R$ 1.
- Governo vai lançar o Eximbank para financiar as exportações brasileiras. Plano é centralizar operações de comércio exterior, hoje espalhadas pelo BB, BNDES, Tesouro e vários ministérios.
- Defesa da concorrência. Chinaglia/Dinap pode acabar. SDE e SEAE recomendam ao Cadê não aprovar fusão.
- Usiminas amplia corte de pessoal com 810 demissões.
- Proposta de montadora chinesa acirra disputa pela compra da Opel.
- Debêntures voltam a decolar. Volume dobra e empresas preparam mais de R$ 2 bi em lançamentos.
- Fundos ‘verdes’ crescem mais nos países emergentes. No Brasil, produtos com esse perfil acumulam patrimônio de R$ 1,1 bi.
DROPS Empresas:
- A Nikon Corp., fabricante de câmeras fotográficas, lentes e scanners, irá eliminar 1 mil empregos com a consolidação de quatro subsidiárias que fabricam equipamentos de precisão.
- Telefônica investe em pacotes sob medida para segmento popular. Movimento é estimulado pela desoneração fiscal para serviço de internet em SP.
- McDonald’s pretende ultrapassar Starbucks em cafeterias na Europa.
- A Volkswagen está discutindo uma parceria com a chinesa BYD, fabricante de baterias e carros, para desenvolver veículos a bateria de lítio.
- O Citigroup e o Bank of America devem aumentar, em breve, os salários básicos de seus executivos para compensar a limitação das gratificações feita pelo governo dos EUA.
- Até junho, Ponto Frio vai anunciar comprador. Magazine Luiza é a candidata mais forte na disputa pela rede de lojas, mas a baiana Insinuante e o Grupo Silvio Santos continuam no páreo.
Sem comentários »Petróleo mantém-se acima de US$ 60
Sem comentários »DROPS Economia:
- Venda de defensivos pode cair até 15%, diz Andef.
- Grandes anunciantes. Casas Bahia, Unilever, AmBev, Ford e Fiat – a sequência dos cinco maiores anunciantes do país em 2008 continua a mesma do ano anterior, segundo publicação Agências & Anunciantes.
- Aço importado ganha espaço nos mercados de Usiminas e Gerdau. Setor aponta invasão de material chinês subsidiado; consumo do país retraiu 40%.
DROPS Empresas:
- Volks salva a Porsche. A Porsche confirmou ontem empréstimo de € 700 milhões (US$ 980 milhões) da unidade da Volkswagen e garantiu que pode lidar com seus compromissos, informou a Reuters. “A Porsche não está à beira da falência mesmo que isso seja alegado com frequência”, disse o porta-voz da companhia.
- Nestlé negocia fábrica da Parmalat no RS.
- Tanure anuncia que vai parar de editar ‘Gazeta’. A Editora JB, do empresário Nelson Tanure, anunciou ontem a rescisão do contrato de licenciamento das marcas do grupo Gazeta Mercantil, entre elas a do jornal e a do InvestNews. “Faremos a última edição na sexta-feira. A da segunda-feira, dia 1º, será de responsabilidade de Luiz Fernando Levy.
- Oi consegue vender R$ 2,6 bi em debêntures.
- O banco holandês ABN AMRO anunciou prejuízo após impostos de € 886 milhões (US$ 1,24 bilhão) no primeiro trimestre.
- A Toyota informou que sua joint venture na China com a Guangzhou Automobile aumentou a capacidade anual de produção em 80%, para 360.000 unidades, graças a um investimento US$ 624 milhões.
- A HTC informou que começa a vender na China, em junho, um telefone inteligente baseado no sistema operacional Android, desenvolvido pelo Google.
- O banco BBVA e a seguradora Mapfre, ambos baseados na Espanha, confirmaram uma aliança na América Latina para reduzir custos. Pelo acordo, o BBVA passará a comercializar os produtos da Mapfre nas 3.600 agências que tem na região.
Sem comentários »Rotatividade sobe e achata salários
Para diminuir custos, empresas cortam remunerações mais altas e contratam pagando menos.
Sem comentários »DROPS Economia:
- Correios vão demitir mais de 5,3 mil. Até sexta-feira, 5.371 funcionários aderiram ao programa de demissões voluntárias aberto pela empresa de correios e Telégrafos e serão dispensados em 1º de junho. O custo será de R$ 351 milhões.
- Os reguladores americanos fecharam, sexta-feira, o 35º e o 36º bancos do ano, o Strategic Capital Bank e o Cirizens National Bank, ambos de Illinois.
- O crédito imobiliário voltou a crescer em abril, atingindo números recordes. O volume financiado no mês totalizou R$ 2,370 bilhões, com aumento de 4,1% sobre março, acumulando R$ 8,256 bilhões no quadrimestre.
- Brilho dos emergentes. Os recursos externos continuam desembarcando no Brasil. Apenas na terceira semana de março, os fundos de ações voltados ao país receberam mais US$ 398 milhões, elevando o total captado no ano para US$ 2,6 bilhões.
- Era da megafusões só começou. Para especialistas, tendência é irreversível e estimulada pelo governo, mesmo com prejuízo à concorrência.
- Indústria reduz investimento em 26%. Levantamento da FIESP constata corte de R$ 25 bi até maio, sem incluir os R$ 10,5 bi (US$ 5,2 bi) da Vale.
- Produção de caminhões despenca. Com ociosidade de 35%, queda nas vendas e nas vendas e nas exportações, montadoras esperam fabricar 40% menos este ano.
- Para analistas, o pior para as montadoras está por vir. Recuperação do mercado de veículos é esperada apenas no próximo ano.
- Governo economiza e investidor perde até R$ 50 bi com juro menor.
- STJ aceita elisão com juro sobre capital. As empresas podem usar o valor dos juros sobre o capital próprio pagos aos associados para reduzir os valores de Imposto de Renda (IR) e Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) a pagar, mesmo quando os juros tenham sido acumulados em períodos anteriores ao do pagamento.
DROPS Empresas:
- Recursos para a GM. A General Motors informou na sexta-feira que obteve US$ 4 bilhões do Tesouro americano, elevando o financiamento federal concedido à empresa para US$ 19,4 bilhões.
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