DROPS Economia:

- Tribunal põe limites à terceirização. Em decisão polêmica e apertada, que cria um precedente para os setores de energia e de telefonia, o Tribunal Superior do Trabalho (TST) restringiu a contratação de trabalhadores terceirizados por concessionárias de serviços públicos.

- Nos EUA, crise dá sinais de recuo. Indicadores do comércio e mercado de trabalho surpreendem previsões de economistas e animam bolsas.

- Desvalorização do dólar aumenta dívida pública em quase 1% do PIB.

- Superávit primário caiu quase à metade. Piora do resultado do setor público foi compensada parcialmente pela redução dos gastos com juros.

- Dólar cai pelo quinto dia seguido e fecha a R$ 2,009. Moeda americana acumula perda de quase 14% no ano.

- Para Fiesp, indústria paulista cairá no mínimo 5% em 2009.

- Fabricantes de autopeças pedem concordata. Duas indústrias americanas de autopeças entraram com pedido de concordata ontem, a Visteon e a Metaldyne.

- Petróleo sobe a US$ 65 com queda de estoques.

- Vendas de supermercados crescem 6,6%. Em relação a abril de 2008, as vendas subiram 16,9%, segundo a Abras.

DROPS Empresas:

- Natura prepara oferta de ações no mercado.

- Aneel multa Duke em R$ 14 milhões.

- GM faz acordo com credores, mas não deve evitar concordata. Detentores de US$ 27 bilhões em títulos da montadora receberão até 25% de participação na ‘Nova GM’.

- Christian Lacroix sucumbe à crise no mercado de luxo. Empresa pede concordata na França.

- Mercedes coloca mil operários em licença. A Mercedes-Benz de São Bernardo do Campo (SP) concedeu a partir de ontem licença remunerada a cerca de mil trabalhadores da produção.

- Microsoft apresenta o Bing, seu novo sistema de busca.

- HP faz nova rodada de demissões na Europa.

- A Companhia Brasileira de Multimídia (CBM), do empresário Nelson Tanure, concedeu ontem férias coletivas de 30 dias aos funcionários da “Gazeta Mercantil” e informou que o diário econômico não vai circular na segunda-feira.

- A Dell, fabricante americana de computadores, divulgou lucro 63% menor do primeiro trimestre fiscal ante um ano atrás, a terceira queda consecutiva.



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