DROPS Economia:

- Funcionário público é alvo das construtoras. Incorporadoras que atuam na baixa renda buscam bom pagador para facilitar a relação com bancos.

- Contas melhoram, mas meta fiscal de 2,5% do PIB ainda está ameaçada. Apesar de o superávit primário anual estar muito longe da meta, governo continua a adotar medidas de desoneração fiscal para alguns setores, alegando que a arrecadação deverá crescer nos próximos meses.

- Moratória em Dubai assusta bolsas. Adiantamento de 6 meses no pagamento de dívida de US$ 60 bilhões causa impacto nos mercados de todo o mundo.

- Agências faturam mais em 2009. Depois de um início de ano difícil, setor cresce e já negocia orçamentos para 2010.

- Desemprego cai. Emprego formal, também. Pesquisa mostra recuo de 7,5% na desocupação em outubro; formalidade teve 1.ª queda em cinco anos.

- Natal deve ser o melhor da década. Projeção é de faturamento de R$ 92 bilhões em dezembro, R$ 10 bilhões a mais que em 2008.

DROPS Empresas:

- Bombardier ajusta produção de linha de jatos executivos e demite 715 funcionários.

- Trabuco reestrutura Bradesco. Seis diretores deixam a instituição, entre eles Robert van Dijk, número 1 da asset, e 34 são promovidos.

- Caixa finaliza compra de banco. Aquisição de parte do Panamericano deve ser anunciada no início da próxima semana.

- Volks vai investir R$ 6,2 bi no País, maior volume dos últimos dez anos. Verba vai para criação de novos carros e ampliação de fábricas; empresa também vai patrocinar a seleção brasileira.

- Demissões na Embraer continuam diz sindicato. Cálculo são pelo menos mais 600 cortes após as 4,2 mil demissões feitas em janeiro.

- Febraban muda logomarca em busca de nova imagem. Federação de bancos diz querer melhor diálogo com a sociedade.

- Com a linha Vaio, Sony anda contra a corrente da classe C. Fabricante projeta dobrar as vendas de notebooks no país, com foco em público sofisticado.

- Período de Natal desafia estrutura logística da Amazon.

- A GM deve manter abertas as suas quatro fábricas da marca Opel na Alemanha, numa aparente mudança de planos, mas demitir até 9.000 empregados. Isso é igual a uma redução de 20% na capacidade da GM na região.



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