Arquivo da categoria ‘Cenas Executivas’
Cena Executiva: Entrevista de recrutamento 2
(Cenário: sala de entrevista, mesa de reunião, 6 cadeiras. Sentado atrás da mesa um senhor, Entrevistador, sentado à sua frente e de lado para a platéia, um jovem, com cara e roupa de entrevistado.)
A entrevista parece fluir bem, quase na normalidade. A dificuldade de comunicação, normal em entrevistas, parece pequena.
Sobe o pano
Diálogo:
Entrevistador: E então, meu jovem, Por que você está querendo sair?
Jovem Entrevistado: Eu? Bem, eu “acho” que “tô” sem muita chance, né… depois que trocaram o diretor financeiro, a coisa ficou muito confusa, …. quer dizer….. a gente “tá” sempre fazendo as coisas do mesmo jeito que fazia mas ele nunca aceita ..né? Num sei… “tá” difícil …sabe como é, né…
E.: Hum hum! Interessante…. - Fale um pouco mais de sua empresa, dessa situação e de seu Chefe.
J.E.: Bem…. eu gostaria de poder dizer que gostaria muito de continuar a trabalhar lá, mas com o chefe atual “num tá dando mais”. Ele “tá” trazendo um monte de gente e nós, os antigos, estamos ficando para trás, aliás, eu sempre falei isso… não dá para trabalhar com este tipo de gente…. a empresa vai se dar mal… o senhor não acha???
Entrevistador levantando e formalmente se despedindo: Obrigado, nós entraremos em contato.
Jovem Entrevistado se despede e sai devagar e inseguro, e o Entrevistador fica sozinho na cena.
E.: Meu Deus, mais um que ficou pra trás!
(Cai o pano rapidamente)
(Por trás dos panos)
“lo que pasa” é que muitos executivos, quando um bom entrevistador os conduz, acabam se “soltando” e acabam demonstrando muito ressentimento e mágoa. É pior ainda quando foram demitidos e estão buscando novas oportunidades. Perguntas sobre empresa e chefia em uma entrevista são clássicas e tem como objetivo avaliar a capacidade de julgamento e adaptação aos requisitos de uma empresa e equipe. Nunca é razão para “falar verdades”, e muito menos mostrar que foi injustiçado. Ninguém gosta de ouvir crítica, nem explicações de derrotas.
Cena Executiva: Entrevista de recrutamento 1
(Cenário: sala típica de entrevista, mesa de reunião 6 cadeiras. Sentado atrás da mesa um senhor, sênior Entrevistador, sentado a sua frente e de lado para a platéia, um jovem, com cara e roupa de executivo.)
Aparentemente entrevista está no seu final. A relação entre o Jovem Entrevistado e o Sênior Entrevistador parece fluir quase na normalidade. A dificuldade de comunicação, normal em entrevistas, agora parece menor.
Sobe o pano
Diálogo:
Entrevistador: E então… Terminando, uma ultima pergunta… Quando foi a última vez que você fez algo pela primeira vez?
Jovem Entrevistado: Eu? Bem eu “tava” mesmo pensando nisso…. quer dizer….. Pela primeira vez como???? …. A gente “tá” sempre fazendo… né? Num sei… acho que… num lembro… sabe como é, né… Não “tava” preparado para a esta pergunta… mas …
Entrevistador: Hum hum!… OK, obrigado …. alguma pergunta???
Jovem Entrevistado: Bem …. eu gostaria de poder dizer que gostaria muito de trabalhar nesta empresa, aliás, eu sempre falei isso… Sério! …. Bem …. O que o senhor acha???
Entrevistador levantando e formalmente se despedindo: Obrigado, nós entraremos em contato.
Jovem Entrevistado se despede e sai devagar e inseguro, e o Entrevistador fica sozinho na cena.
Entrevistador: Meu Deus, mais um que ficou pra trás!
(Cai o pano rapidamente)
(Por trás dos panos)
“lo que pasa” é que muitos executivos, mesmo os jovens, se deixam ficar para trás, obsoletos, sem novidades, fazendo apenas o que devem fazer, sem correr grandes riscos. Esta pergunta em uma entrevista é “mortal”. A forma da resposta entrega. Se o entrevistado não lembra, ou responde que faz muito tempo que não faz nada de novo… Ele está no caminho da obsolescência. E aquele que não inova, não arrisca, tem muito menos chances nesses tempos de grandes desafios e mudanças.
Cena Executiva: Montando novas equipes - 3
(Cenário: mesma sala típica de alto executivo, mesa grande com papeis e pastas espalhadas, mesa redonda de reunião à frente. Sentado atrás da mesa um senhor, sênior diretor, sentado a sua frente e de lado para a platéia, um jovem, com cara e roupa de executivo)
Muito tempo depois, mais de ano. A relação chefe - subordinado entre o jovem executivo e o sênior evoluiu e agora flui quase na normalidade. A dificuldade de relacionamento e comunicação é menor.
Sobe o pano
Diálogo:
Diretor: E então? Parece que não atingiremos nossas metas?
Jovem Executivo: Eu “tava” mesmo precisando falar com o senhor. As vendas até foram dentro do esperado, mas as entregas acabaram atrasando… A fábrica… sabe, né…. Não estava preparada para a concentração do fim de mês….
D.: Hum hum! ….E aí???
J.E.: Bem…. Eu gostaria de poder mandar embora o gerente regional…. Ele só faz as coisas do jeito dele e acaba atrapalhando tudo…. O que o senhor acha???
D.: Não mandou embora ainda???? Faz mais de ano que você falou disso e ainda não resolveu???? “Tá” esperando o quê???
(Cai o pano rapidamente)
(Por trás dos panos)
“lo que pasa” é que muitos executivos seniors tem o hábito de falar transversamente. Dizem sim e dizem não quase ao mesmo tempo. É uma forma de se manter certo sempre. Assim, quando você acha que deve mandar alguém embora, não pergunte muito, pois o interlocutor vai, quase sempre, dizer para você dar mais uma chance …. afinal, o problema não é dele, nem de ninguém…só seu. Sua equipe tem que ser sua equipe e se der certo… sorte sua mas, se der errado… é você que paga o pato!!!
Cena Executiva: Gerenciando pessoas
(Cenário: sala típica de alto executivo, mesa grande com papéis e pastas espalhadas, mesa redonda de reunião à frente. Sentado atrás da mesa um senhor, sênior diretor, sentado à sua frente e de lado para a platéia, um jovem, com cara e roupa de executivo.)
Nota-se uma clara relação chefe - subordinado e um certo clima difícil e tenso.
(Sobe o pano)
Diálogo:
Diretor: E então? O que está acontecendo? As coisas estão muito lentas… As vendas estão “devagar”… Precisamos dar uma pegada nesta tua turma…
Jovem Executivo: Bem, o senhor sabe, né… a minha turma é… como dizer…. gosta de discutir… colocar suas idéias… o senhor sabe… eu montei uma equipe de bons amigos, somos “ligados”… eu não gosto de impor… o senhor sabe, né … deteriora o clima, cria conflitos…
D.: Hum, hum…. mas temos prazos, temos metas… e tô achando que tua turma… sei lá….
J.E.: Pode ficar tranqüilo…. nós estamos muito “juntos”… comprometidos…
D: Meu rapaz, não discuto teu estilo… mas compromisso é com resultado…. não entre si…. nós estamos aqui para dar resultado e não para sermos amados…. se você quer ser amado… compre um labrador.
(Cai o pano rapidamente)
(Por trás dos panos)
“lo que pasa” é uma coisa muito comum no mundo corporativo. A confusão entre pessoal e profissional. Ou seja, as pessoas se acham em família, querem ser amigas. É uma característica típica de carência afetiva. Nada contra, desde que isso não atrapalhe as decisões necessárias, as ordens que devem ser dadas e, muito menos, a busca dos objetivos a serem atingidos. Carência afetiva é um péssimo parceiro profissional. Se o que se “busca” é ser “amado incondicionalmente”, o melhor é ter um bom e meigo cão Labrador….
DROPS Empresas:
- Gradiente: Lula diz que fará tudo o que estiver ao seu alcance para ajudar a Gradiente.
- TIM: Contrata consultoria para reestruturação. Empresa, que teve prejuízo de R$ 108 milhões no primeiro trimestre, pretende reduzir custos.
- Pão de Açúcar tem lucro 43,3% maior.
- EMC vai fabricar equipamentos no Brasil.
- Log-In fecha contrato de R$ 1 bilhão com a Alunorte.
- Asys: A Asys nasceu há 15 anos como revenda de computadores. Quando o negócio virou “commodity”, empresa patenteou dois móveis para laptop. Hoje, um deles é o mais vendido da americanas.com. Do outro, a Airfrance acabou de comprar 12 mil unidades, conta Rodrigo Assis.
- Iguatemi: A Iguatemi Empresa de Shopping Centers anunciou a aquisição de um terreno na cidade de Sorocaba (SP) por R$ 27 milhões.
- Itaú: Lucro do Itaú atinge R$ 2 bilhões no 1º trimestre e é menor do que o do rival Bradesco. É 7,5% superior ao ganho registrado pela instituição em igual período do ano passado.
- A Net Serviços e a Globosat lançaram ontem no Rio de Janeiro a transmissão digital em alta definição na TV por assinatura. A Net lançou o Net Digital HD Max, um serviço para reproduzir e gravar imagens em alta definição.
- Energy: O grupo Newcomm lançou uma agência batizada de Energy. A nova agência adotou um formato que oferece consultoria em negócios junto com serviços de comunicação.
- Apple: Fechou acordos com a Vodafone e com a Telecom Itália. As duas operadoras de telefone celular irão vender o aparelho iPhone, da Apple, na Itália.
- UBS: Maior banco suíço vai demitir 5,5 mil. UBS já perdeu US$ 38 bilhões com a crise financeira global, e agora seus clientes correm para tirar dinheiro.
DROPS Economia:
- E se o dólar disparar? Disparada dos alimentos pode levar inflação a 5%.
- Inflação I: O período de safra e as restrições européias à carne brasileira não são suficientes para conter o preço do boi. Ontem, em São Paulo, houve registro de negócios a R$ 80 – maior valor nominal desde o início do Plano Real.
- Inflação II: Barril de petróleo supera os US$ 120. Contratos futuros fecham a US$ 121,84 o barril, com alta de 1,56% e relatório do Goldman Sachs já prevê US$ 200.
- Grau de investimento: Dívida faz Moody’s manter rating. Segundo agência de risco, área fiscal é o principal obstáculo à concessão do grau de investimento ao Brasil.
- Sustentabilidade: Reciclar papel pode ter impacto negativo para o meio ambiente. Estudo mostra que produção do papel reciclado pode gerar até seis vezes mais efluentes que a do papel branco.
Sem comentários »Cena Executiva: Avaliando publicidade
(Cenário: sala de reunião, mesa grande com papeis e pastas espalhadas, datashow ligado, imagens na tela. Sentados à mesa um grupo de 6 pessoas e na cabeceira um senhor, sênior diretor. Todos olhando as ultimas imagens. Em pé 3 pessoas, duas ao lado da mesa e outra em frente de todos e de lado para a platéia, um jovem, com cara e roupa de publicitário, sorri e olha a platéia com ar blasé.)
Sobe o pano
Todos ainda guardam um sorriso no rosto, alguns até parecem enxugar lagrimas de tanto rir. O publicitário desligando o datashow, olha seu público:
Diálogo:
Publicitário: Que tal??? Gostaram do novo filme??? É muito engraçado, não é??? A musica tá ótima, alegre, né?
Diretor: O que vocês imaginaram como mídia e veiculação?
P.: (com um ar de quem já esperava) Bem, o senhor sabe…. imaginamos 10 inserções diárias, em cada um dos veículos, nas TV, Globo, Record, SBT, Band, e em 2 ou 3 canais a cabo…. no horário nobre…. nos próximos 6 meses… vai dar a cobertura… e….
D.: Meu rapaz, por quantas vezes, você acredita, que uma pessoa é capaz de ouvir e rir com a mesma piada ??? Mesma história?? Mal vai começar e ela já muda de canal …
Os outros da reunião em coro: Mas o filme tá muito bom, tá campeão… vai ganhar premio em Cannes
D.: É… mas, infelizmente, boas piadas não vendem sabão em pó.
(Cai o pano rapidamente)
(Por trás dos panos)
“lo que pasa” é que a grande maioria das peças publicitárias não são avaliadas pelos resultados das vendas, mas sempre pela qualidade “artísticas”, criatividade, inovação, ou beleza.Infelizmente quem paga a publicidade não são os prêmios conseguidos, mas os lucros resultantes das vendas conseguidas.
DROPS Carreira:
- Publicitários voltam ao banco escolar. Profissionais de criação têm de se preocupar cada vez mais com os resultados das idéias nos balanços das empresas. “Estamos na sociedade do pós-consumo. Tudo o que vendemos, as pessoas já têm. As pessoas só compram porque precisam da experiência de compra. Num mundo assim, você precisa dirigir sua aptidão em direção às carências.” Júlio Ribeiro, Presidente da Talent.
- Para driblar o problema de falta de talentos, muitas companhias estão apostando na formação da próxima geração. O Itaú, por exemplo, está de olho em quem está saindo da faculdade.
DROPS Empresas:
- Danone: A Danone, que no passado produziu até champanhe, colhe os frutos da decisão de reforçar a atuação nos alimentos funcionais – na qual lidera com iogurtes – para se tornar uma empresa de “alimentação saudável”.
- Valor Econômico: O Valor completa oito anos com um conjunto de novidades para seus leitores. As mudanças foram desencadeadas pela forte expansão do mercado de capitais e a demanda crescente de informação relacionadas a investimentos.
- Kodak: Empresa busca no passado um caminho para o futuro. Empresa que inventou a câmera digital, e a negligenciou, tenta recuperar o espaço perdido. Em 2008, a Kodak contratou Antonio Perez, tirando-o Hewlett-Packard. Perez, atual presidente-executivo da empresa, espalhou ex-funcionários da Hewlett pelo quadro executivo. Juntos, eles viraram a Kodak pelo avesso. Tiraram a companhia de um negócio central, o de geração de imagens para sistema de saúde, e levaram-na de volta para a impressão por jato de tinta.
- Microsoft: O fracasso da Microsoft em sua tentativa de comprar a Yahoo acrescenta um novo capítulo ao principal problema da gigante americana, sob o comando de Steve Ballmer: a luta para expandir a receita além dos computadores.
- Deutsche Telekom: A Deutsche Telekom avalia a possibilidade de fazer uma proposta para comprar a Sprint Nextel, medida que poderia alavancar a operadora alemã da quarta para a primeira colocação no mercado americano de telefonia móvel, em número de clientes.
- IBM: IBM quase duplica exportação de serviços. Para atender à demanda, serão abertas 1,5 mil vagas e investidos US$ 10 milhões em treinamento. No quartel-general da IBM em São Paulo, uma torre de 70 metros construída há mais de 30 anos, falta espaço para acomodar todos os funcionários. E não é só lá que o problema acontece. A empresa já lotou cinco instalações na cidade e mais duas no Rio, sem contar as sedes nos dois centros, mas continua sem espaço.
- Ford: Ford pode vender as marcas Volvo e Mercury. Empresa já passou as marcas de luxo Jaguar e Land Rover para a indiana Tata, por US$ 2,3 bilhões.
- Siemens: A Siemens construiu um falso aeroporto, sem aviões nem passageiros, na Baviera, para testar as novas tecnologias para infra-estrutura aeroportuária que quer vender pelo mundo.
DROPS Economia:
- Sistema S: O governo federal está prestes a abrir um contencioso com as entidades patronais, com uma proposta legislativa que mudará os critérios de repartição de recursos para o sistema S, que reúne Senai, Senac, Senar, Senat, Sescoop, Sebrae, Sesc, Sesi e Sest, Segundo proposta do ministro da Educação, Fernando Haddad, haverá uma inversão na repartição dos recursos arrecadados pelo sistema: 60% dos cerca de R$ 8 bilhões amealhados irão para atividades educacionais e 40% para sociais.
- Combustíveis: Preço do diesel na bomba já tem alta de até 10%. Gasolina não teve alteração de preço, mas algumas redes de postos de São Paulo cobravam ontem mais de R$ 1,90 pelo litro de diesel.
- Agrishow: A 15ª Feira Internacional de Tecnologia Agrícola em Ação (Agrishow) terminou ontem com a expectativa de que os negócios superem os R$ 800 milhões previstos inicialmente – no ano passado foram R$ 710 milhões.
- Jornais no futuro: Há 66 razões para o jornal sobreviver às inovações introduzidas no mundo da comunicação com a chegada da era digital. A Associação Mundial de Jornais (WAN) e a consultoria Kairos Future elaboraram cenários possíveis para a indústria dos jornais em 2020.
- Colapso da internet: O mundo está diante de uma nova previsão catastrófica: a do colapso mundial da internet em 2010, feita pelo vice-presidente de assuntos regulatórios da AT&T, Jim Cicconi, ao falar há duas semanas no Westminster E-forum, em Londres.
- Etanol em Gana: Uma empresa de Gana vai produzir etanol de cana-de-açúcar a partir de 2010, graças a uma parceria técnica com o Brasil e um empréstimo do BNDES. A Nothern Sugar planeja plantar 30 mil hectares de cana em terras virgens do norte do país para alimentar um fábrica.
Sem comentários »Cena Executiva : Expondo e se expondo
(Cenário: sala de reunião, mesa grande com papeis e pastas espalhadas, datashow ligado, imagem de gráficos e tabelas na tela. Sentados à mesa um grupo de 6 pessoas e na cabeceira um senhor, sênior diretor, todos lendo pastas e papéis. Em pé e em frente da mesa e de lado para a platéia, um jovem, com cara e roupa de executivo, fala mas parece meio sem jeito.)
Sobe o pano
Passando as primeiras transparências
Diálogo:
Jovem Executivo: Gostaria de iniciar a apresentação mostrando como fizemos nossas pesquisas e o quanto foi difícil ter acesso aos principais clientes ….. blá blá blá
Diretor: Vejo aqui na sua ultima transparência que os resultados apresentaram uma queda de 12%…. o senhor poderia nos explicar as razões??
J.E.: Bem, o Senhor sabe…. era o que eu estava tentando dizer…. a turma é meio fraquinha, o mercado está, talvez, como dizer, meio conturbado ……estamos tenho dificuldades …. Eu até, faz tempo, queria falar mesmo com o senhor. Eu gostaria de poder, talvez, fazer uma reavaliação, o senhor entende…..
D.: Meu rapaz. Numa apresentação temos que ser como Odorico Paraguaçu… ir direto aos finalmente e deixar os entretanto pra depois… e só se caso alguém perguntar. Só perdedores explicam
(Cai o pano rapidamente)
(Por trás dos panos)
“lo que pasa” é que queremos que os outros valorizem nossos esforços. Temos “orgulho” do que fazemos e sobretudo do como conseguimos fazer. Infelizmente, esforços só têm valor quando se atinge os objetivos e metas estabelecidas. Só os resultados interessam. Só as conclusões é que justificam um estudo, um plano, uma apresentação.
DROPS Economia:
- Brasileiro trabalha metade da vida para o fisco, diz estudo. Para expectativa de vida de 72,3 anos, 36,3 deles irão para pagar tributos, aponta instituto. Somente neste ano serão mais dois dias (148) de trabalho, em relação a 2007, para os tributos, diz IBPT; Receita não comenta.
- Inflação: Alta do petróleo e dos alimentos já preocupa indústria. Sondagem da CNI revela que matéria-prima mais cara já é 3º maior problema enfrentado pelas empresas.
- Inflação II: Lula já se convenceu de que o aumento da gasolina é inevitável. Data do resjuste não foi definida, mas, segundo Lobão, deve sai esta semana.
- Inflação III: Mercado espera IPCA de 4,79% Segundo o BC, analistas elevaram projeção pela 5ª semana seguida.
- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro extraordinário de Assuntos Estratégicos, Roberto Mangabeira Unger, bateram o martelo numa agenda mínima para promover “mudanças radicais” nas relações entre capital e trabalho no Brasil, após reunião de quase três horas, na noite de quinta-feira, com a participação dos dirigentes de seis centrais sindicais. Depois de oito meses de discussões e negociações que ainda estão em curso com trabalhadores e empresários, Mangabeira produziu o documento intitulado “Diretrizes a respeito da reconstrução das relações entre o trabalho e o capital no Brasil”, que será divulgado oficialmente hoje. Algumas das medidas são: desonerar a folha de salários das empresas da contribuição patronal; tornar compulsória a participação dos empregados nos lucros e resultados, assegurando o acesso dos trabalhadores à contabilidade das empresas; e criar uma espécie de Consolidação das Leis do Trabalho para os trabalhadores temporários e terceirizados e instituir a representação sindical desses trabalhadores por meio dos empregados permanentes.
- Novo edifício da Faria lima terá área recorde. Novo projeto prevê edifício com lajes de até 5 mil metros quadrados para escritório de luxo; Após arrematar uma das últimas áreas mais cobiçadas pelo mercado de edifícios corporativos, o consórcio formado por Brascan, Residencial Properties, Company e Grupo Malzoni está prestes a definir um projeto para construir uma torre de escritórios que terá uma das maiores lajes corporativas da América Latina, estimada em até 5 mil metros quadrados.
- O setor de call center gerou R$ 17 bilhões no ano passado e deverá crescer 13% este ano. De olho em cerca de 70% desse mercado, que ainda é inexplorado pelas grandes empresas especializadas, redes como Atento, da Telefônica, e Dedic da Portugal Telecom, criam ações para brigar por uma fatia maior do mercado bilionário.
- Telecomunicações: Ações da Oi e BrT desabam na Bolsa. No primeiro pregão após anuncio da venda, papéis caíram mais de 10% e já hpa cobrança por mudanças no acordo.
- Déficit externo é o maior desde 1947. As contas do Brasil com o exterior tiveram o pior março já registrado pelo Banco Central (BC), que começou a coletar dados em 1947. Considerando todas as transações de comércio - serviço e financeiras -, o resultado foi um déficit de US$ 4,429 bilhões, resultado que surpreendeu o mercado e o próprio governo, que esperavam saldo negativo em torno de US$ 3 bilhões. Foi também o pior primeiro trimestre da história: US$ 10,757 bilhões de déficit
DROPS Empresas:
- Ford I: Depois da GM e Fiat, ontem foi a vez da Ford anunciar investimentos de R$ 600 milhões na unidade de Taubaté (SP) para fabricação de uma nova linha de motores. A produção deverá chegar a 500 mil unidades/ano.
- Ford II: O grupo de investimento Tracinda, do bilionário Kirk Kerkorian, anunciou que pretende ampliar sua participação de 4,7% nas ações da montadora norte-americana Ford.
- Blue Tree Hotels cresceu 15% nos negócios e 25% no lucro do primeiro trimestre de 2008. A rede também anunciou a construção de um resort em Manaus, por R$ 150 milhões.
- Bradesco: Lucro do Bradesco chega a R$ 2,1 bilhões. Resultado é o maior de um banco privado brasileiro nos últimos 20 anos, segundo cálculos da Economática.
- Laticínios: Kraft se une à Sadia para produzir queijos. Com investimentos de R$ 30 milhões, a nova companhia vai fabricar e distribuir queijos das duas marcas.
- Eike negocia minas com siderúrgicas. Empresário não aceita, porém, vender jazidas para mineradoras rivais. Depois de vender o sistema Minas-Rio para a Anglo-American, a mineradora MMX negocia a venda de outros ativos de minério de ferro para siderúrgicas nacionais e estrangeiras, segundo afirmou hoje o presidente da companhia, Eike Batista.
- General Eletric: GE vai investir US$ 50 milhões em fábrica. Empresa deve começar a produzir aparelhos de raio X no país em 2009.
- Mars: O grupo americano Mars, dono da marca M&M’s, anunciou ontem a compra da Wrigley, líder mundial em chicletes, por US$ 23 bilhões. A aquisição cria a maior empresa do mundo em doces, superando as fabricantes de chocolates Hershey’s, americana, e Cadbury, britânica.
Sem comentários »Cena Executiva: Gerenciando pessoas
(Cenário: sala típica de alto executivo, mesa grande com papeis e pastas espalhadas, mesa redonda de reunião à frente. Sentado atrás da mesa um senhor, sênior diretor, sentado a sua frente e de lado para a platéia, um jovem, com cara e roupa de executivo.)
Nota-se uma clara relação chefe - subordinado e um certo clima difícil e tenso.
(Sobe o pano)
Diálogo:
Diretor: E então? O que está acontecendo? As coisas estão muito lentas…. as vendas estão “devagar”… precisamos dar uma pegada nesta tua turma ….
Jovem executivo: Bem, o senhor sabe, né …. a minha turma é .. como dizer…. gosta de discutir … colocar suas idéias …. o senhor sabe … eu montei uma equipe de bons amigos, somos “ligados” … eu não gosto de impor …. o senhor sabe, né … deteriora o clima, cria conflitos…
D.: Hum, hum …. mas temos prazos, temos metas … e tô achando que tua turma … sei lá….
J.E.: Pode ficar tranqüilo …. nós estamos muito “juntos” … comprometidos…
D.: Meu rapaz, não discuto teu estilo … mas compromisso é com resultado …. não entre si …. nós estamos aqui para dar resultado e não para sermos amados…. se você quer ser amado … compre um labrador.
(Cai o pano rapidamente)
(Por trás dos panos)
“lo que passa” é uma coisa muito comum no mundo corporativo… a confusão entre pessoal e profissional…ou seja, as pessoas se acham em família, querem ser amigas …. é uma característica típica de carência afetiva…. nada contra, desde que isso não atrapalhe as decisões necessárias, as ordens que devem ser dadas … e, muito menos, a busca dos objetivos a serem atingidos. Carência afetiva é um péssimo parceiro profissional. Se o que se “busca” é ser “amado incondicionalmente” … melhor é ter um bom e meigo cão Labrador.
Direto de Paris:
- O Deutsche Bank confirma seu interesse em adquirir os ativos alemães do Citigroup. A aquisição na Alemanha vai permitir ao Deutsche Bank se reforçar no varejo e ganhar 3,25 milhões de novos clientes.
- O desenvolvimento sustentável até na ponta das antenas: Com seu novo “relais” radio, a Ericsson consegue promover uma enorme redução nos gastos de eletricidade nos transmissões de telefonia móvel. O mundo tem hoje 3 bilhões de usuários de telefones celulares, praticamente metade da população mundial, e esta redução gera uma significativa economia global no consumo de energia.
- A Amazon decide continuar com sua estratégia de preços baixos. O líder mundial de vendas pela internet continua com sua forte política de crescimento no faturamento, permitindo que suas margens se reduzam.
- Carrefour suspende sua campanha publicitária na China. Depois das manifestações anti-francesas na China devido as ameaças de boicote francês às Olimpíadas, o grupo francês Carrefour cancelou sua campanha publicitária no país.
DROPS Economia:
- Petróleo: Depois de um forte salto nos últimos dias, os preços do petróleo retrocederam ontem. Os dados do setor imobiliário americano acentuaram a perspectiva de recessão nos EUA, que é o maior consumidor global de petróleo. Além disso, a influência do dólar sobre as cotações da commodity foi em sentido contrário
- Gasolina: BC já admite reajuste da gasolina neste ano. Copom vê pressões maiores sobre combustíveis, apesar de ainda considerar que manutenção de preços seja mais provável. Equipe econômica avalia que alta dos juros abriu espaço para reajuste da gasolina.
- Automóveis: As montadoras tiveram lucro no primeiro trimestre do ano, impulsionadas por mercados emergentes, como o Brasil.
- O Japão, maior importador de alimentos do mundo, irá à OMC pedir normas que impeçam os países de restringir exportações de grãos. A alta do trigo fez o preço do pão subir pela primeira vez em 17 anos no país.
- Agricultura: A Fundação Gates, de Bill e Melinda Gates, irá aumentar os gastos com projetos agrícolas em 50% este ano em resposta à ameaça de fome e distúrbios sociais em partes do mundo devido à carestia dos alimentos.
- Seguros: Abertura do resseguro deve baratear apólice para as empresas.
- Auditorias: As empresas de auditoria do “segundo pelotão”, como BDO Trevisan, Terço Grant Thorton e Baker Tilly, estão com carteiras lotadas e comemoram a mudança nas Normas Brasileiras de Contabilidade.
DROPS Empresas:
- Whirlpool: A América Latina, com grande destaque para o Brasil, foi responsável por 75% do lucro operacional da americana Whirlpool no primeiro trimestre deste ano, embora a região tenha gerado apenas 20% da receita líquida da companhia.
- Cosan: Adquire ativos da Esso no Brasil. Empresa brasileira do setor sucroalcooleiro pagará US$ 954 milhões para assumir operações da americana Exxon Móbil no país.
- ZF: A direção da ZF, multinacional alemã do setor de autopeças, está percorrendo vários Estados para escolher o local de uma nova fábrica de transmissões para veículos comerciais.
- Oi: Depois de cinco meses de negociações e muitas idas e vindas, está tudo certo para ser assinada hoje a compra da Brasil Telecom pela OI.
- Monark: A fabricante de bicicletas Monark informou, via comunicado à CVM, que estuda a possibilidade de fabricar alguns modelos na China.
- British Petroleum: A British Petroleum será a primeira companhia de petróleo no mundo a produzir álcool combustível no Brasil, em Goiás.
- Embratel: A Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) aprovou a concessão de licença para que a Embratel ofereça serviço de TV por assinatura via satélite.
- Guardian: A fabricante americana de vidros Guardian vai investir US$ 160 milhões no Brasil. Os recursos serão usados na construção de duas fábricas, que deverão estar prontas em 2009. Hoje, a empresa só possui uma operação no país, localizada em Porto Real (RJ), com capacidade anual de 200 mil toneladas de placas de vidro plano.
- Procter & Gamble e General Mills: Na prateleira de um supermercado de Manhattan, dedicada a cereais para o café da manhã, uma caixa de Cheerios da General Mills divulga uma oferta especial. Um pequeno quadro oferece a oportunidade de economizar US$ 1,50 numa caixa das fraldas descartáveis Pampers, fabricada pela Procter & Gamble (P&G).
- LVMH: A LVMH, grupo francês de bens de luxo, anunciou, sem revelar valores, a compra do fabricante suíço de relógios Hublot, cujos modelos de pulso custam em média US$ 475.000.
- Wendy’s: A Wendy’s, rede de lanchonetes dos EUA, anunciou uma fusão com a Triarc, empresa dona dos restaurantes Arby’s e cujo conselho de administração é liderado pelo investidor Nelson Peltz. O acordo foi avaliado em US$ 2,3 bilhões.
- Mitsubishi: A Mitsubishi vai investir US$ 80 milhões na brasileira Politec, prestadora de serviços na área de TI. Com o aporte, a gigante japonesa – que já era cliente da Politec no Brasil – deverá assumir cerca de 25% da empresa.
- Perdigão: A Perdigão teve lucro líquido de R$ 51 milhões no primeiro trimestre de 2008, queda de 18,7% na comparação com o mesmo período em 2007.
- Vale: A Vale do Rio Doce encerrou o primeiro trimestre com lucro líquido de R$ 2,2 bilhões de 55,8% em relação a igual período do ano passado. A receita bruta atingiu R$ 14,5 bilhões, queda de 12,5%.
- Motorola: A Motorola previu, ontem, que sua participação no mercado de telefones celulares irá estabilizar-se, apesar de ter anunciado que seu prejuízo aumentou, com uma forte queda nas vendas.
- Credit Suisse: O Credit Suisse anunciou um prejuízo pior que o esperado no primeiro trimestre, de US$ 2,9 bilhões, frente ao lucro de US$ 2,6 bilhões de um ano antes. Apesar de ter feito uma provisão de US$ 5,2 bilhòes para cobrir prejuízos ligados ao mercado de hipotecas e financiamentos de aquisições, o banco suíço afirmou que continua se beneficiando da reputação de “porto seguro”.
DROPS Empregos:
- Em SP, 42% das empresas não cumprem cota para deficiente:

- Desemprego contraria a tendência e cai em março. Taxa ficou em 8,6% no mês passado; normalmente, índice sobe no terceiro mês. Formalização cresce e já chega a 51,6% do mercado de trabalho, mas renda cai 0,6% em relação a fevereiro, afetada pela inflação maior.
Sem comentários »Cena Executiva: montando novas equipes - 2
(Cenário: mesma sala típica de alto executivo, mesa grande com papeis e pastas espalhadas, mesa redonda de reunião à frente. Sentado atrás da mesa um senhor, sênior diretor, sentado a sua frente e de lado para a platéia, um jovem, com cara e roupa de executivo.)
Algum tempo depois. A clara relação chefe - subordinado evoluiu para uma relação mais próxima e a dificuldade de relacionamento e comunicação é menor.
Sobe o pano
Diálogo:
Diretor: E então? Como vão indo as coisas?
Jovem executivo: Bem, o Senhor sabe…. a turma é meio fraquinha, estou tenho dificuldades em impor meu jeito, dar velocidade ….
Diretor: Hum, hum
Jovem executivo: Eu até queria falar mesmo com o senhor. Eu gostaria de poder mandar embora o gerente regional …. ele só faz as coisas do jeito dele e acaba atrapalhando tudo …. Ele dá resultado mas podia ser melhor….. O que o senhor acha???
Diretor: Meu rapaz, bons líderes não cortam cabeças, as dobram, Conseguem ser respeitados, convencem e influenciam seus subordinados, descobrem talentos.
(Cai o pano rapidamente)
Sem comentários »CENA EXECUTIVA: Montando Novas Equipes - 1
(Cenário: sala típica de alto executivo, mesa grande com papeis e pastas espalhadas, mesa redonda de reunião à frente. Sentado atrás da mesa um senhor, sênior diretor, sentado a sua frente e de lado para a platéia, um jovem, com cara e roupa de executivo.)
Nota-se uma clara relação chefe - subordinado e uma certa dificuldade de relacionamento e comunicação. O jovem foi recém contratado e tem menos de 6 meses no cargo.
Sobe o pano
Diálogo:
Diretor: E então? Como vão indo as coisas?
Jovem executivo: Bem, o Senhor sabe…. a turma é meio fraquinha, estou tenho dificuldades em impor meu jeito, dar velocidade ….
Diretor: Hum, hum
Jovem executivo: Eu até queria falar mesmo com o senhor. Eu gostaria de poder trazer minha equipe anterior…. afinal eles sabiam trabalhar comigo … O que o senhor acha???
Diretor: Meu rapaz, bons líderes não arrastam velhas equipes, montam novas, formam novos talentos.
(Cai o pano rapidamente)
DROPS Empresas:
- Google: Pelo segundo ano seguido, o Google liderou o ranking Brandz de marcas mais valiosas do mundo, elaborado pela consultoria Millward Brown. O site aparece no topo, com valor de mercado em torno de US$ 86 bilhões.
- Wal-Mart: A rede de supermercados Wal-Mart manteve-se como número um do ranking da revista ‘Fortune’, feito com base nas receitas das 500 maiores empresas dos EUA. Em 2007, o faturamento da rede alcançou US$ 378,8 bilhões.
- O Bank of America informou queda de 77% nos lucros, para US$ 1,21 bilhão no primeiro trimestre. Na semana passada, o Citigroup havia informado perda de US$ 5,11 bilhões.
- GM: A General Motors vai reduzir a produção em duas unidades – uma no Canadá e outra no estado de Michigan – devido ao impacto crescente da greve de um fornecedor. As atividades da American Axle & Manufacturing Holding estão suspensas há 56 dias e já levaram à diminuição ou à paralisação da produção em 31 fábricas da GM na América do Norte.
- Ernst & Young: A Ernst & Young lançou ontem a maior reestruturação no setor de auditoria desde o colapso da Arthur Andersen ao anunciar a intenção de fundir suas firmas européias e integrar outros 42 países em uma única sociedade. A decisão é a mais audaciosa já tomada por uma das quatro grandes firmas do setor para superar as restrições legais e regulatórias de cada país que impedem as firmas de acompanhar plenamente o alcance global de seus clientes multinacionais.
- Banco Fator: O Banco Fator começa em junho a operar no mercado de seguros. Por US$ 1, o banco comprou o que sobrou no país das operações da americana Cigna, que deixou o Brasil em 2003, após problemas no mercado de seguro saúde.
- DuPont: Toneladas de bagaço de cana tem sido exportadas, anualmente, pela subsidiária brasileira da DuPont a seu quartel-general nos EUA. É a munição com que a empresa decidiu se alistar na batalha em defesa do biocombustível, que vem se tornando alvo de críticas de instituições preocupadas com os aumentos nos preços mundiais dos alimentos.
- Bic: As ações da fabricante de canetas Bic atingiram seu menor patamar nos últimos três anos e meio, na última sexta-feira 18, no pregão de Paris, segundo a agência Bloomberg. Isso aconteceu depois que a empresa informou que terá um lucro 39% menor e vendas inalteradas. A causa é a recessão americana.
- Pão de Açúcar: Grupo Pão de Açúcar começa a administrar postos de rua. Venda de álcool e gasolina vira negócio à parte para grandes redes.
- Dulcini: A Dulcini, líder na produção de açúcar líquido do país, vai investir R$ 40 milhões em parceria com a destilaria Baldin para a construção de uma nova fábrica. A unidade será instalada em Pirassununga (SP), onde a destilaria mantém sua sede.
DROPS Economia:
- Brasil admite negociar tarifa de Itaipu. Segundo o ministro Celso Amorim, governos brasileiro e paraguaio vão discutir ‘a maneira de fazer’ o reajuste. Isto significa que a energia vai continuar subindo além dos 200% que já subiu.
- Atrito indústria x varejo: A ampliação da substituição tributária de ICMS no Estado de São Paulo afetou fortemente a negociação de preços entre indústria e comércio. Os varejistas estão reagindo à elevação de preço dos produtos derivada da inclusão do imposto pago antecipadamente. Alguns setores da indústria, por sua vez, resistem a relevar os preços sobre os quais o ICMS foi calculado, tal como está previsto na lei estadual que regula o mecanismo. Dependendo da estrutura de distribuição, o valor sobre o qual o ICMS foi pago revela a margem de lucro que o fabricante tem com a mercadoria.
- Promoção nos Shoppings: Mudança na regulamentação de promoções comerciais promete dar nova vida aos sorteios de shopping centers. A portaria 41 do Ministério da Fazenda, de 19 de fevereiro deste ano, facilita o pedido de autorização de promoções comerciais coletivas, que envolve não só sorteios, mas também vale brinde e concurso.
- Automóveis de luxo: O empresário Sérgio Habib, que comunicou o desligamento da presidência da marca Citroën na sexta-feira, deve voltar a ser o importador dos automóveis de alto luxo da marca Jaguar. Os veículos da marca inglesa eram até agora importados pela filial brasileira da Ford. Mas como a a Ford recentemente vendeu tanto a Jaguar como a também inglesa Land Rover para a indiana Tata as operações de importação dessas duas marcas deverão ser reorganizadas.
- Marketing: Com crescimento superior ao da publicidade tradicional, o setor têm atraído grandes grupos internacionais como Accor, Omnicom e Publicis, que apostam em aquisições no país.
- Alimentos: Brasil exporta trigo por preço abaixo do mercado interno.
- Agrobusiness: No primeiro trimestre a quantidade de fertilizantes entregue ao consumidor final do Brasil foi recorde, com 5,4 mihlões de toneladas, de acordo com dados da Associação Nacional para Difusão de Adubos (Anda).
- Turbulência global: China impões normas para segurar mercado.
- Mais devagar: 1,7% é o crescimento estimado pelo FMI para a economia dos países da
União Européia em 2008. No ano passado, a expansão dos integrantes do bloco foi de 3,1%.
- Mercado financeiro: Banco da Inglaterra injeta US$ 100 bilhões e ajuda bancos.
- Guerra ao Biocombustível: Alta de alimentos ameaça derrubar governos na África. Crise estimula protestos e a luta contra a fome se torna a principal bandeira de oposições e de grupos rebeldes.
- Cias. Aéreas: A Air France-KLM declarou ontem que sua oferta de aproximadamente US$ 226 milhões para comprar a Alitalia “já não é válida”. A companhia aérea franco-holandesa diz que a alquebrada rival italiana não conseguiu aclarar sua “situação legal”.
DROPS Carreira:
- Vai e vem: Roberto Setúbal anuncia mudanças na estrutura do Itaú. Geraldo Carbone vai comandar o varejo.
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