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Profissionais assumem cargos diferentes da formação
Folha de S. Paulo - 06/04/2008
IGOR GIANNASI
Durante muito tempo, os médicos achavam que Isaac Gil, 57, diretor clínico do Hospital Santa Paula, em São Paulo, fosse administrador de empresas. Cardiologista formado em 1976, ele, na verdade, atuou pouco tempo na medicina.
Gil chegou a abrir um consultório, mas logo decidiu dedicar tempo integral à gestão administrativa na área de saúde. “Se eu continuasse na esfera médica, talvez fosse só mais um”, considera. “Agora, con- sigo ver os dois lados.”
Esse caso do médico administrador é um exemplo de como profissionais “invadem” áreas que não são exatamente aquelas ligadas ao seu passado acadêmico.
“A formação, assim como a escola em que ela foi obtida, é um detalhe importante mais no início da trajetória profissional”, aponta Gilberto Guimarães, presidente do Grupo BPI.
Técnicos X líderes
Segundo ele, na hora de escolher um candidato a um posto de gestão, as realizações que o profissional obteve na carreira são mais relevantes. “Elas comprovam que ele está preparado para o próximo desafio.”
Uma prova de que a experiência pode falar mais alto do que a formação é a existência de bons técnicos com competências de liderança que deixam a desejar, na avaliação de Brunna de Campos Veiga, gerente de desenvolvimento organizacional da Caliper Estratégias Humanas.
“Em dois anos, é possível fazer um curso de especialização. Mas, nesse período, não se aprende a ser um bom líder”, compara Veiga.
Sem comentários »Ontem, um leitor, Daniel Woody, pediu que me aprofundasse um pouco mais no tema, que abordei, ‘taxa de emprego natural e inflação’:
De maneira simplificada, quando disse que o Brasil havia atingido seu nível de desemprego natural, significava que para reduzir mais o desemprego, o crescimento da economia deveria ser maior e mais rápido.
Para ter um crescimento maior e mais rápido, a demanda tem que superar a oferta. E isso provocaria uma inflação de demanda. Isto é uma princípio econômico antigo, a curva de Philips.
Em macroeconomia, a curva de Philips permite analisar os movimentos, a curto-prazo, do desemprego e da inflação. Ela mostra que quanto mais alta a taxa de desemprego, menor a taxa de inflação, ou seja, menos desemprego pode ser alcançado obtendo-se mais inflação, ou a inflação pode ser reduzida permitindo-se mais desemprego.
Ela não é válida a curto prazo, porque não há nenhuma troca significante entre inflação e desemprego, uma vez que a taxa de desemprego é basicamente independente da taxa de inflação num período muito grande.
Existe ainda a versão Friedman-Phelps da curva de Phillips, é a curva de Phillips aceleracionista. Utilizando o método das expectativas adaptativas ela indica que para que se mantenha a taxa de desemprego a níveis inferiores ao da taxa de desemprego natural, o que importa não é a taxa de inflação, mas sim sua variação, necessitando-se assim de taxas de inflação cada vez maiores para manter as taxas de desemprego abaixo da taxa natural.
Por exemplo, a França também se encontra, como o Brasil, nesse momento, no seu nível de desemprego natural. Ir além disso pode ser inflacionário para o país, e, alem disso, considerando que a Europa tem as fronteiras abertas, ir abaixo do desemprego atual tornará a França atrativa para outros europeus que estão atrás de empregos.
Mal comparando, seria algo parecido se o estado de Pernambuco, por exemplo, estivesse com pleno emprego. Todos os moradores dos outros estados da região que estivessem desempregados iriam para lá tentar conseguir um trabalho.
DROPS Empresas:
- Para se diferenciar da concorrência, e de olho no interesse do consumidor pelo maior crédito, a Telhanorte, que está entre as quatro maiores do setor de material de construção do país – concorrendo com Leroy Merlin, C&C e Dicico – acaba de ampliar suas condições de financiamento para o mês de abril.
- Depois de dois anos, a Vicunha Têxtil conseguiu, em 2007, voltar a ter lucro, embora ainda muito modesto, como resultado de um profundo processo de reestruturação – a empresa saneou as finanças, modernizou a gestão, buscou novos nichos de mercado e fechou unidades de produção.
- Perdigão compra mineira Cotochés.
- A Aymerich Golf e a GT Golfe fecharam uma joint venture para atuar no setor de golfe no Brasil.
- A Petrobras confirma a oferta pela Exxon no país.
- Nestlé aluga prédio do BankBoston, por R$ 2,6 milhões ao mês para ocupar o edifício de 38 mil m².
- O grupo varejista espanhol Inditex, dono da Zara entre outras bandeiras, investirá € 1 bilhão de euros na expansão de sua rede de lojas neste ano, informou a agência Bloomberg. Cerca de 85% deste total será gasto fora da Espanha, cuja economia tem sido afetada pela crise das hipotecas nos Estados Unidos.
- O fabricante francês de bebidas Pernod Ricard anunciou ontem a aquisição da estatal sueca Vin & Spirit, dona da vodca sueca Absolut, por € 5,626 bilhões, já incluída a dívida de € 346 milhões.
- O Citigroup anunciou plano de reestruturação para dividir suas operações mundiais em quatro divisões regionais e separar a parte de cartão de crédito da divisão de varejo.
- A Schering-Plough e a Merck & Co. (MSD no Brasil) sofreram um baque ontem quando cientistas recomendaram a cardiologistas que evitem os remédios anticolesterol Vytorin e Zetia e receitem medicamentos mais antigos, como as estatinas.
- Após 42 anos, Rossi, um dos mais antigos grupos familiares fiéis à Volks, vende concessionárias.
DROPS Economia:
- Depois de uma queda de 6,88% em janeiro e alta de 6,72% em fevereiro, a Bovespa teve desvalorização de 3,97% em março. A expectativa é que essa forte volatilidade observada nos últimos meses deve continuar.
- A inflação na zona do euro ficou em 3,5%, para o período de 12 meses, em março. É a maior taxa desde 1997, quando os dados começaram a ser compilados, informou o BCE.
- Etanol de madeira atrai investimentos.
- O governo norte-americano anunciou ontem a maior reforma no sistema de regulamentação financeira desde 1929, quando o país enfrentou a Grande Depressão.
- Safra maior nos EUA derruba preço da soja.
Sem comentários »CEO: Profissão Perigo
A todo momento, quando as notícias exigirem, Gilberto Guimarães estará com o seu CEO: Profissão Perigo no site da Revista Você S/A.
Acompanhe clicando aqui.
Sem comentários »Desemprego na América Latina
A taxa de desemprego vem caindo não apenas no Brasil, mas em toda América Latina.
Não é fruto de medidas isoladas de cada governo, mas sim resultado dos bons ventos da economia mundial.

(Fonte: OIT com base em projeções dos países e do FMI)
Sem comentários »Economia do gratuito
Chris Anderson, editor-chefe da revista Wired e autor do livro “A Cauda Longa” está lançando um novo livro chamado “Free”, em que fala da internet e da economia do gratuito.
Dois pontos são importantes:
O primeiro é que não é verdadeiramente gratuito. Como dizia Milton Friedman: “Não existe almoço grátis, alguém tem que pagar”. Usualmente, quem tem pago é a publicidade.
O segundo é que isto não é novo, começou com o rádio, ampliou-se com a televisão aberta e atinge o topo com a internet; google, portais, blogs, etc…
Provavelmente provocará uma revolução tão forte quanto a revolução do conhecimento. O ponto-chave do novo mundo é: poder usar é melhor do que possuir. Para que comprar?
O difícil é adivinhar quem mais vai pagar, além da publicidade.
Sem comentários »Nas empresas, abuso no cartão corporativo é caso de demissão
(O Estado de S. Paulo - 14/02/2008)
Segundo especialistas, são feitas auditorias freqüentes para que uso do cartão se restrinja a gastos ligados ao trabalho
Ana Paula Lacerda
No setor privado, o uso de cartões corporativos é uma prática comum entre os executivos do primeiro escalão das empresas. Como no setor público, cargos de confiança costumam ter acesso a essa verba. “Em geral, executivos em posição de representação recebem esses cartões, para cobrir despesas profissionais”, diz o presidente da consultoria francesa BPI no Brasil, Gilberto Guimarães.
Diferentemente do que ocorreu no governo, no entanto - onde o uso abusivo do cartão derrubou a ministra da Igualdade Racial, Matilde Ribeiro e abriu uma guerra entre o governo e a oposição - o controle costuma ser mais rígido. “Abusos acontecem, mas esses gastos devem passar periodicamente por auditorias. Já vi casos de executivos serem demitidos por fazerem mau uso desse instrumento”, diz Guimarães. Os deslizes mais comuns ocorrem em viagens de negócios. “A empresa deve cobrir diárias de hotel e alimentação, mas uísque no quarto não pode ser considerado despesa da empresa.”
O bom uso do cartão, segundo analistas, é cobrir gastos com diárias, refeições, material e transporte relacionadas com o trabalho realizado. “É simples estipular o que é interesse da empresa e o que é particular. Usar cartão para fins pessoais é como usar o carro da empresa para levar filhos na escola - é abusivo”, diz o professor de direito da Fundação Getúlio Vargas (FGV-SP), Carlos Sundfeld. “Não há lei que proíba um executivo de gastar com despesas pessoais, mas ele coloca sua posição em risco.”
Ele explica que as regras do que é permitido não são exatas, mas o cartão não pode representar uma “renda extra”. “É um custeio de despesas de trabalho, mas se ele tiver contrato ou valores estipulados, pode-se caracterizar renda. Então, o executivo teria de pagar imposto sobre os gastos.” A conduta mais comum é averiguar os gastos posteriormente, e caso a empresa discorde do uso do cartão, o executivo é advertido e deve pagar o valor devido.
O diretor de comunicação da Monsanto, Lúcio Mocsányi, diz que a multinacional opta por esse instrumento para agilizar a cobertura de despesas. “A empresa ganha em agilidade e também pode ter um controle melhor dos gatos”, diz ele. “Ao fazer uma compra, ele deve pedir nota fiscal e anotar no verso nome e cargo das pessoas envolvidas. Além disso, é ele quem paga a fatura, depois é reembolsado pela empresa.”
Não existe uma medida exata de quanto é gasto com cartões corporativos em empresas. “Mas por ter de prestar contas a acionistas e não ter a mesma estabilidade que tem um funcionário público, os executivos costumam ser muito mais comedidos ao usar o cartão corporativo”, diz Guimarães, da BPI.
O Palácio do Planalto está avaliando trocar o cartão pelo pagamento de diárias e também recriar a chamada “verba de representação” para cobrir os gastos dos ministros em seu local de trabalho.
“Uma das idéias é pagar uma diária para o ministro. Ele viaja, recebe uma diária e pronto”, disse o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo. Para ele, o mecanismo de pagamento de despesas de servidores, principalmente em caso de viagens, precisa ser aperfeiçoado.
“Se não for estabelecido um limite para os cartões do governo, o benefício poderia ser até considerado um acréscimo ao salário - sobre o qual deveriam incidir impostos”, diz Guimarães. “Caso isso não seja feito, o governo está sonegando.”
Outro problema é que o salário de funcionários públicos é definido por lei. “Eles não podem receber valores acima do estipulado, e um cartão sem limites certamente cai nessa categoria.”
PERMISSÕES E PROIBIÇÕES
Bebidas alcoólicas: A maior parte das empresas permite que despesas com bebidas sejam pagas com cartão corporativo, desde que em refeições de representação
Combustível: Pode ser pago no cartão se o executivo estiver usando o carro da empresa, e não seu próprio automóvel - mesmo que ele esteja indo trabalhar
Refeições: Nesse caso, vale o bom senso. Levar um cliente ou parceiro para almoçar é válido. Se a idéia for levar uma equipe inteira, é bom avisar antes
Gasto com cônjuge ou filhos: Não se deve utilizar nunca o cartão para custear despesas do cônjuge, filhos ou amigos
Viagens: Viagens a trabalho são pagas pela empresa. Extensões dessas viagens, para lazer, devem ser pagas do próprio bolso
Sem comentários »CLT e trabalho religioso: Não apenas as evangélicas, mas todas as religiões estão afetadas
- Revelada a assinatura de um acordo trabalhista entre o rabino Henry Sobel e a Congregação Israelita de São Paulo, que ele presidiu até outubro de 2007. Sobel receberá uma indenização de, pelo menos, 7 milhões de reais pelos serviços que prestou à congregação. (Revista Veja – 06/02/2008)
- O Vaticano espera que o governo assine a “Concordata”.
Sem comentários »- Inflação; Mais uma vez puxado pelo custo de alimentos, o IPCA registrou alta de 0,38% em novembro, frente ao 0,3% de outubro. A inflação acumulada no ano chegou a 3,69% superior aos 2,65% observados em igual período de 2006.
- Crise imobiliária; Pacote de socorro do governo americano a devedores hipotecários reduz a aversão ao risco e anima os mercados. Títulos de dez anos do Tesouro dos EUA têm forte alta e o risco-Brasil recua 1,35% para 219.
- Turismo; Até outubro, turistas brasileiros gastaram no exterior US$ 6,6 bilhões, mais que em todo ano passado. “Dólar baixo favorece procura por viagens internacionais”, diz Valter Patriani, da CVC.
- Varejo; A venda de eletroeletrônicos fechará o ano com um desempenho surpreendente, à frente até das vendas de automóveis e de materiais de construção, de acordo com a Federação de Comércio do Estado de São Paulo (Fecomércio).
- Carrefour; Até 2010, o francês Carrefour investirá R$ 3 bilhões no Brasil, à medida que cresce o peso do País nos negócios do grupo. Depois de adquirir o Atacadão, o Brasil saltou da 5ª para a 3ª posição nos negócios da rede.
- Desoneração; Dentro do pacote da política industrial que o governo está para anunciar desde junho deve constar a desoneração da folha de pagamentos de profissionais qualificados que trabalham com ciência e tecnologia.
- Ações trabalhistas; A terceirização de funcionários é a principal razão das ações trabalhistas contra os bancos. E elas têm sido combatidas com ênfase pelas instituições financeiras, que já mostram resultados positivos graças ao trabalho de prevenção contra novos processos.
Sem comentários »Recessão à vista?
Gripe ou resfriado leve? Ainda não se sabe, mas os indicadores americanos pioraram consideravelmente. Leia a coluna de Paulo Rabello de Castro na Folha de S. Paulo de hoje.
- Economia Americana; Dizendo-se otimista com a economia em geral, o presidente George W. Bush reconheceu que há “ventos contrários” causados pela crise imobiliária e que esse é o motivo de tantas pessoas dizerem que há uma “desaceleração”. Daí a necessidade, afirmou, da aprovação do plano arquitetado por seus secretários do Tesouro, Henry Paulson, e da Habitação, Alphonso Jackson.
O projeto, que ainda tem de passar pelo Congresso, prevê um congelamento das taxas cobradas de mutuários inadimplentes e surgiu depois de pressão da oposição democrata para que o governo faça algo pelos diretamente afetados pela chamada crise do “subprime”, além das freqüentes injeções de dinheiro no mercado bancadas pelo BC dos EUA.
- Comércio Mundial; A desaceleração da economia mundial no quarto trimestre deve frustrar a previsão da OMC para o crescimento do comércio internacional neste ano, que deve ficar pouco acima dos 5%.
- Autos; Com vendas ruins em novembro, as montadoras de automóveis nos EUA alertaram para tempos difíceis nos próximos meses. GM e Ford vão reduzir a produção no primeiro trimestre de 2008.
- PMEs; O Estatuto das Micro e Pequena Empresas completa um ano neste mês, mas apenas cinco estados e menos de cem municípios concedem tratamento diferenciado às MPEs.
- Santander; O banco Santander recebeu proposta de mais de € 14 bilhões para vender o Real, segundo o Wall Street Journal.
- Tributos; A compra de presentes de natal ajuda a engordar os cofres da Receita Federal e dos Estados – os municípios também ganham, mas em menor escala. Os mais taxados são perfumes, com quase 80%, e jogos eletrônicos, com 73%; livros, 16,7% e roupas, 27,3% têm as menores cargas.
- Dow Chemical; A Dow Chemical anunciou o fechamento de duas unidades da empresa na Bahia, como parte dos esforços para “aumentar a competitividade”. A decisão envolve medidas semelhantes em outras partes do mundo e o corte de mil postos de trabalho.
- Leite; Os preços do leite pagos aos produtores surpreenderam até mesmo os mais otimistas analistas, segundo Maurício Palma Nogueira, da Scot Consultoria. De janeiro a outubro, os valores médios ficaram em R$ 0,641, com alta de 27% em relação à média de janeiro a dezembro de 2006. Corrigidos pelo IGP-DI, os valores atuais são os maiores em 15 anos.
- Suínos; O preço do suíno chegou a ser negociado a R$ 60 nos frigoríficos do interior de São Paulo. Na média, a arroba do animal ficou em R$ 57,70. A demanda maior, devido às festas de final de ano, e a redução na quantidade de animais para abate puxaram os preços da carne. Em 30 dias, a carne suína acumula alta de 22,1%.
Sem comentários »Um grande filão: Padarias Especiais
Valor Econômico – Anastasia Edwards/Financial Times – 04/12/2007
Produzir pães artesanais com consistência, mesmo em pequena escala não, é fácil, graças a fatores como pequenas flutuações de umidade e variações entre lotes de trigo (uma seção de uma plantação de trigo pode produzir trigo com características diferentes, por exemplo). À primeira vista, a panificação artesanal em escala nacional, sem mencionar no âmbito internacional, pode parecer uma proposta inviável. Mas na década de 1970, Francis Holder, parte da terceira geração de uma família de padeiros iniciada em Lille em 1889 assumiu o desafio. Ele estava consternado com a mudança em um dos principais rituais franceses – a produção diária e a compra dos famosos baguettes - das padarias locais para os novos supermercados, e resolveu fazer um esforço patriótico para preservar as tradições da fabricação artesanal de pães de seu país em uma escala mais ampla possível. David Balhassen, um amigo de longa data da família Holder que abandonou uma carreira na City de Londres para lançar a Paul no Reino Unido, explica o conceito inicial de Holder, que mudou pouco. “Como os fornos tradicionalmente ficavam no porão das padarias e a maior parte da atividade de produção de pães acontece à noite, as pessoas não viam o que acontecia”, diz ele. “A idéia de Holder foi levar os fornos para cima e produzir pães o dia todo – ninguém mais faz isso.” Holder ficou alegre em ver os franceses eventualmente retornando às suas padarias locais para comprar pão, mas então muitas padarias do país adotaram o caminho mais fácil da produção industrial mecanizada. Ele enfrentou essa tendência tornando-se pioneiro na produção de pães especiais e hoje cada padaria Paul recebe normalmente mais de 140 tipos diferentes de pães por semana – do pain aos seis cereais a fougase de bacon e brioches. Mesmo assim, Belhassen se mostra inflexível e diz que a intenção de Holder nunca foi transformar a Paul em um produto exclusivo. “O pão da Paul não é um artigo de luxo”, insiste ele. “não há nada luxuoso em se comer pão. Queremos que todos tenham acesso a um bom pão.” No entanto, ele reconhece que “o verdadeiro pão é um fenômeno novo no Reino Unido”. Ele nota com certa alegria que, enquanto o consumo de pão na França está estabilizado em 58 kg per capita por ano, no Reino Unido ele está em 37kg e continua aumentando.
- Custo da Energia; Os preços de referência de energia elétrica no mercado atacadista subiram a R$ 189,25 para os negócios a serem concretizados esta semana, segundo a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). Esse patamar representa alta de 11,25% em relação aos níveis vigentes na semana passada e de 139,34% em relação ao observado em igual período do ano passado nas regiões Sudeste/Centro, Norte e Nordeste.
- Brasil; Em duas gerações, expectativa de vida aumenta mais para mulheres: Uma explosão de mortes violentas concentrada, sobretudo, em homicídios de homens jovens nos centros urbanos fez a expectativa de vida ao nascer das brasileiras crescer acima da do sexo masculino, mais que dobrando a distância entre os sexos numa contagem de 1960 a 2006, aponta o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
- O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) informou ontem que subiu para 1.793 o número de pedidos de partidos que querem recuperar os mandatos de políticos que trocaram de legenda.
- Customização; Desenhar os próprios sapatos on-line é a última novidade do mercado norte-americano de calçados. A tendência, que surgiu para consumidores de tênis, agora também atinge modelos urbanos e sofisticados.
- Siemens; A Siemens AG, maior empresa de engenharia da Europa, fechou ontem a venda da VDO, sua divisão automobilística por € 11,4 bilhões (US$ 16,7 bilhões) para a Continental AG.
- Shopping Iguatemi; A Iguatemi e o fundo de pensão Petros anunciaram acordo pelo qual o fundo passa a fazer parte do capital da companhia, com 6%. O valor total dos ativos envolvidos na reestruturação está estimado em R$ 246 milhões.
- Autos; Sucesso na China, Chery prepara investida no mercado mundial.
- Licitação; Companhia de Concessões Rodoviárias (CCR), OHL Brasil e BR Vias estarão na disputa pelo Rodoanel Oeste.
- Randstad; A firma holandesa de recursos humanos, anunciou acordo para comprar a Vedior, também da Holanda, por US$ 5,1 bilhões, num negócio que cria a segunda maior empresa do ramo no mundo, atrás apenas da Suíça Adecco.
- Facebook; Li Ka-Shing, bilionário de Hong Kong, negocia a compra de uma pequena participação no site americano de relacionamento social Facebook.com por US$ 60 milhões.
- General Motors; A GM divulgou queda de 11% nas vendas em novembro nos EUA, ante o mesmo mês em 2006, enquanto a Ford teve alta de 0,7% e a Toyota, 0,3%.
- Depois de 10 meses, Société Générale conclui aquisição do Banco Cacique.
- Sadia compra a Big Foods, produtora de congelados, por R$ 53,5 milhões.
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